total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014
Agenda para 2019/20 Apostas Assistências Castigos Convocados Cromos Efemérides Nomeações Relatórios dos Jogos Rankings
LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente
EURO-ADVERSÁRIOS: Gotemburgo; Elfsborg; Dínamo de Kiev; Steaua de Bucareste; Aalborg; Slavia de Praga; Jagiellonia Bialystok;
VOTA NO GOLO EUROPEU DO RIO AVE FC / o que dizem os jornais? Record A Bola O Jogo MaisFutebol ZeroZero Bola Branca
terça-feira, 31 de março de 2009
Aproveitem e melhorem o site
COMUNICADO OFICIAL N.º 161/08-09
PARA: CLUBES/SAD’S PARTICIPANTES
ASSUNTO: Candidatura a apoios financeiros
…
3.2 Despesas elegíveis para a melhoria das estruturas de organização administrativa adstritas ao futebol profissional
…
c) encargos com criação de páginas (“sites”) na internet;
Este comunicado saiu ontem e tem o prazo para a apresentação de candidaturas válido entre 15 de abril e 15 de Maio. O nosso site está parado há alguns meses (ou serão anos?), que tal aproveitarem e darem o empurrão que o nosso site precisa?
PARA: CLUBES/SAD’S PARTICIPANTES
ASSUNTO: Candidatura a apoios financeiros
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3.2 Despesas elegíveis para a melhoria das estruturas de organização administrativa adstritas ao futebol profissional
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c) encargos com criação de páginas (“sites”) na internet;
Este comunicado saiu ontem e tem o prazo para a apresentação de candidaturas válido entre 15 de abril e 15 de Maio. O nosso site está parado há alguns meses (ou serão anos?), que tal aproveitarem e darem o empurrão que o nosso site precisa?
Histórico Rio Ave F.C. x Nacional
J 4 V 1 E 1 D 2 GM 4 GS 6
2003/04 0-0; 2004/05 4-1; 2005/06 0-2; 2008/09 0-3.
2003/04 0-0; 2004/05 4-1; 2005/06 0-2; 2008/09 0-3.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Isaías
Voltamos a viajar pelo passado, desta vez relembrando um jogador que nos representou apenas uma época mas devido à sua qualidade técnico/táctica, a sua passagem ainda nos perdura na memória. Também pelo facto de nos ter rendido algum dinheirinho com a venda do seu passe, trinta mil contos em moeda antiga. Este trabalho foi publicado pela primeira vez no blogue Glórias do Passado em 3 de Dezembro de 2007.
Chegou a Portugal para representar o Rio Ave FC em 1987/88, teve passagens pelo Boavista FC e pelo SL Benfica, rumou ainda a Inglaterra onde actuou pelo Coventry City, regressando ainda ao nosso pais para, já em final de carreira, representar o SC Campomaiorense numa altura em que a equipa alentejana militava na 1ª Liga Nacional.
Isaías Marques Soares, nasceu na cidade de Vitoria no Estado da Bahia no Brasil no dia 18 de Outubro de 1963. Proveniente da AD Cabofriense, da cidade de Cabo Frio no Rio Janeiro, ingressou na equipa do Rio Ave FC na temporada de 1987/88.
Antes de ser contratado pela equipa vilacondense, Isaías teve uma primeira experiência em Portugal quando prestou provas na formação do CF Belenenses. Porém, os responsáveis do clube da Cruz de Cristo não lhe vislumbraram qualidade suficiente para avançar para a sua contratação.
Numa altura em que os planteis dos clubes portugueses eram literalmente inundados por jogadores oriundos do Brasil, alguns deles manifestamente sem qualidade, chegou a Portugal, por conta dessa mesma moda, este centrocampista que, todavia, muito cedo revelou uma capacidade futebolística impar e merecedora de rasgados elogios.
Assinou um contrato valido por uma época com a equipa do Rio Ave FC na temporada de 1987/88, então treinado pelo brasileiro Mário Juliatto. Foi o mais destacado jogador da equipa vilacondense nessa época, onde apontou 5 golos em 30 partidas realizadas no Campeonato Nacional da 1ª Divisão.
Nessa competição, o Rio Ave FC não conseguiu evitar a descida à 2ª Divisão Nacional, classificando-se no 18º posto da tabela. Todavia, Isaías deixou uma marca de qualidade abrindo assim caminho a uma carreira de sucesso em Portugal.
No final da sua primeira época em Portugal teve vários clubes interessados na sua aquisição. Entre eles, diz-se, esteve o Vitoria SC que tentou contratar o médio brasileiro. Acabou, contudo, por assinar pelo Boavista FC na época de 1988/89, rumando para a equipa do Bessa.
Ao serviço do Boavista FC demonstrou a virtuosidade do seu futebol, protagonizando duas excelentes épocas ao serviço da equipa axadrezada. Com o brasileiro Pepe a treinador alcançou, pelo Boavista FC, o 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1988/89, com Isaías a alinhar em 35 jogos na competição e a apontar uma dezena de golos.
Na época seguinte, a segunda e última temporada no Bessa, Isaías apontou 12 golos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão nos 32 jogos que disputou. O Boavista FC, inicialmente treinador pelo português Raul Aguas, foi apenas o 8º classificado, efectuado uma prova mediana, ao contrário das exibições individuais protagonizadas por Isaías.
Esses desempenhos não passaram despercebidos a Sven Goran Eriksson, treinador do SL Benfica, que aconselhou a sua contratação aos responsáveis benfiquistas. No negócio da transferência de Isaías do Boavista FC para o SL Benfica, esteve envolvido o brasileiro Ademir Alcântara, ex jogador do Vitoria SC, que serviu de “moeda de troca”. Ademir foi sem grande sucesso representar o Boavista FC e Isaías passou a alinhar na equipa encarnada.
Sagrou-se Campeão Nacional logo na primeira temporada ao serviço dos encarnados. Marcou 5 golos em 24 jogos disputados no Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1990/91. Em 1991/92, ainda sob a égide de Eriksson no comando técnico do SL Benfica, foi vice campeão nacional, apontando 12 tentos ao longo das 26 partidas que disputou no Campeonato Nacional da 1ª Divisão.
Nessa época marcou um golo ao Vitoria SC no encontro a contar para o Campeonato Nacional disputado numa tarde de sol no Estádio Municipal de Guimarães com mais de 30.000 pessoas nas bancadas. O Vitoria SC, treinado por João Alves, perdeu por 1-3. Depois de César Brito e Kulkov colocarem os encarnados a vencer por 0-2, Isaías foi o autor do 0-3, enquanto Ziad reduziria ao minuto 82 para 1-3.
Recordo Isaías como um jogador de pura classe, com uma técnica admirável e uma capacidade física assustadora. Era um poço de força, garra e determinação. Diziam dele ser uma força da natureza. Alias os epítetos que lhe aplicavam eram vários. Alem de “Profeta Selvagem”, ou “Tractor”, também o conheciam como “Homem-Bomba” ou “Homem-Bala” devido à violência dos seus fantásticos e espontâneos remates.
A sua estampa física era também imagem de marca. Sempre de “peito feito”, num estilo pesado, mas impulsivo e demolidor, sempre que arrancava em velocidade para a área adversária era quase impossível de parar sem o recurso à falta.
Actuava por toda a frente de ataque, as vezes parecia meio perdido no terreno de jogo. Alem disso era um jogador muito popular, mas também um excelente profissional. A sua pecha era quando não acertava na baliza. Depois de inúmeras tentativas e quando a bola não entrava seguia-se um fartote de remates para o 3º anel. Também quando não desfrutava da melhor condição física, os seus desempenhos chegavam a causar impaciência aos adeptos.
(SL Benfica época de 1991/92)Tomislav Ivic sucedeu ao sueco Eriksson na equipa técnica do SL Benfica. Os encarnados voltaram a não conquistar a principal competição portuguesa, mas venceram, desta feita, a Taça de Portugal da época de 1992/93, num desafio disputado no Estádio Nacional frente ao Boavista FC, antiga equipa do brasileiro Isaías. O SL Benfica impôs uma goleada de 5-2 a formação axadrezada num encontro onde Isaías não foi titular, entrando somente aos 79 minutos para render Vítor Paneira.
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1992/93, Isaías apontou 9 golos nos 26 encontros em que alinhou. Um dos golos apontados teve mais uma vez como vitima a equipa do Vitoria SC, novamente derrotada por 3-1, mas desta feita no Estádio da Luz.
Numa altura em que Toni já havia rendido Ivic no cargo de treinador do SL Benfica, o Vitoria SC comandado por Bernardino Pedroto foi derrotado por 3-1, com os golos encarnados a serem apontados por William, Isaías e Yuran, e o tento de honra dos vimaranenses a ser da autoria do tunisino Ziad.
A época de 1993/94 o SL Benfica - que continuou a ter Toni como treinador principal - voltou a sagrar-se Campeão Nacional. Este ceptro em muito ficou a dever-se à dupla João Pinto e Isaías que praticamente carregaram a equipa do SL Benfica ao título. Isaías fez uma época em cheio e foi um dos destaques dos encarnados.
Nos 26 jogos em que foi utilizado apontou 13 golos, numero que lhe atribuiu o segundo lugar na lista de melhores marcadores da equipa atrás do internacional português João Pinto que anotou 14 tentos.
Foi esta a ultima temporada de gloria de Isaías ao serviço do SL Benfica, pois na época seguinte, apesar de continuar a ser uma pedra nuclear na manobra da equipa, padeceu também do efeito provocado pela entrada de Artur Jorge no cargo de treinador principal dos encarnados.
A acção de Isaías na equipa do SL Benfica continuou a ser fulcral, alias, nesta época de 1994/95 talvez bem mais, dada a falta de qualidade do conjunto encarnado. Marcou 14 golos em 22 jogos disputados no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, a sua melhor marca em Portugal, somente igualada mais tarde já ao serviço do SC Campomaiorense.
(SL Benfica época de 1994/95)No final da época de 1994/95, Isaías foi mais uma das vítimas da famosa limpeza de balneário operada por Artur Jorge. Diz-se que terá sido praticamente forçado a abandonar o SL Benfica, depois de 5 épocas consecutivas a deliciar os adeptos de futebol em geral e os encarnados em particular.
Pelas bandas do Estádio da Luz, alem da pura classe, a garra e a sua determinação, deixou saudades os seus golos, quase sempre fantásticos e importantissimos. E foram muitos, alguns deles inesquecíveis, tal como algumas das exibições que produziu com a águia ao peito.
Pelas bandas do Estádio da Luz, alem da pura classe, a garra e a sua determinação, deixou saudades os seus golos, quase sempre fantásticos e importantissimos. E foram muitos, alguns deles inesquecíveis, tal como algumas das exibições que produziu com a águia ao peito.
Um fantástico golo no Bessa em 1992/93, na Luz ao Sporting CP em 1993/94, os dois apontados no celebre Sporting CP - SL Benfica em Alvalade ou aquele frente ao Parma são por certo históricos. Mas a noite mais reluzente terá sido a de Highbury Park em Londres/Inglaterra, na Liga dos Campeões da época de 1991/92, quando o SL Benfica escudado numa portentosa exibição e os golos de Isaías venceu o Arsenal de Londres.
Rumou na época de 1995/96 ao Coventry City de Inglaterra, clube onde actuou na Priemer League inglesa. Em Inglaterra jogou também na temporada de 1996/97, ao serviço do mesmo clube, com 34 anos de idade.
(Coventry City temporada de 1996/97)
(Coventry City)Regressou novamente a Portugal para integrar o plantel da equipa do SC Campomaiorense na temporada de 1997/98 sob a orientação técnica de Bernardino Pedroto.
Fantástico Campeonato Nacional da 1ª Divisão realizou a equipa alentejana atingindo um meritório 11º posto na tabela. Para esse feito muito contribuiu os préstimos de Isaías que, apesar da idade, ainda alinhou em 26 encontros da competição onde apontou 14 golos, numero que lhe garante o destaque de melhor marcador da equipa.
Este jogador que esteve a um passo de representar a Selecção Nacional portuguesa nos tempos em que jogou no SL Benfica, realizou a sua última temporada em Portugal na época de 1998/99 no Campeonato Nacional da 1ª Divisão ainda ao serviço do SC Campomaiorense.
Nesta ultima época onde foi treinado por João Alves Isaías apenas apontou 4 tentos em 31 jogos, porem foi um elemento importante para a equipa que acabou por garantir o objectivo da manutenção no primeiro escalão do futebol português fruto do 13º lugar na tabela geral.
(SC Campomaiorense época de 1998/99)Deixou Portugal no final da época de 1998/99 e regressou ao seu pais natal onde ainda jogou praticamente até aos 40 anos de idade. Representou ainda o AD Cabofriense e o Friburguense AC terminando definitivamente a sua carreira no ano de 2003.
Representou ainda Portugal na sua equipa de Futebol de Praia. Diz-se que actualmente é fazendeiro no Brasil e tem uma escolinha de futebol denominada de Escolinha 1º de Dezembro em Cabo Frio. Continua a jogar futebol, agora numa equipa de veteranos de Cabo Frio cidade onde reside.
sábado, 28 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Recordam-se deste jogador?
Já que estamos numa onda revivalista, convido-os a passarem pelo blogue Glórias do Passado e saberem mais sobre este jogador que nos representou na época 1979/80.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Blogue dos Juniores de Futsal
Agora podem consultar aqui RIO AVE FUTSAL JUNIOR o que se passa(ou) no futsal juvenil.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Imprensa do dia
RECORD
Henrique parado três semanas
POR CAUSA DE MICRORROTURA NA COXA
Henrique vai ficar arredado dos trabalhos nas próximas 3 semanas. A ecografia realizada à coxa esquerda do avançado acusou uma microrrotura, pelo que ficará limitado a repouso e tratamento. Carlos Brito fica assim privado de dois avançados, já que também Ronaldo está parado.
Por outro lado, Miguel Lopes, ausente dos últimos treinos com um estiramento externo no joelho direito, começa hoje a correr, dia em que os vila-condenses se deslocam a Santa Maria da Feira para defrontar a equipa local em jogo-treino (10 horas).
Autor: L.L.
Henrique parado três semanas
POR CAUSA DE MICRORROTURA NA COXA
Henrique vai ficar arredado dos trabalhos nas próximas 3 semanas. A ecografia realizada à coxa esquerda do avançado acusou uma microrrotura, pelo que ficará limitado a repouso e tratamento. Carlos Brito fica assim privado de dois avançados, já que também Ronaldo está parado.
Por outro lado, Miguel Lopes, ausente dos últimos treinos com um estiramento externo no joelho direito, começa hoje a correr, dia em que os vila-condenses se deslocam a Santa Maria da Feira para defrontar a equipa local em jogo-treino (10 horas).
Autor: L.L.
terça-feira, 24 de março de 2009
Soares
Feliz Soares é o jogador que se segue. Representou o nosso clube nas épocas 79/80 e 80/81. Chegou a Vila do Conde vindo de Guimarães com quase 34 anos trazendo sem dúvida experiência ao plantel. Para quem não sabe, Soares mais o Mário Reis e o Duarte Sá substituíram o treinador Ruben Garcia à 13ª jornada tendo continuado até à 19 jornada, altura em que estes foram rendidos pelo treinado Fernando Cabrita. O texto que apresentamos foi publicado no blogue Glórias do Passado em 2 de Dezembro passado.
Soares é um histórico jogador e antigo capitão do SC Beira Mar. A sua carreira de futebolista prolongou-se por mais de 20 anos consecutivos, período em que representou a formação aveirense, durante 8 temporadas consecutivas, mas também em clubes como o FC Pedras Rubras, o SC Lubango, de Angola, o Vitoria SC, o Rio Ave FC e o SC Salgueiros, colectividade onde encerrou a carreira profissional, com 38 anos de idade.
Feliz Gomes Nogueiras Soares, natural de Vila Nova da Telha, no concelho da Maia, nasceu no dia 30 de Outubro de 1945. Começou a praticar futebol no FC Pedras Rubras, onde foi inscrito oficialmente, pela primeira vez, na época de 1962/63.
Antes de ingressar no SC Beira Mar, o clube onde despontou para o futebol português, o defesa Soares esteve no ultramar, onde continuou a jogar, na formação do SC Lubango, da localidade antigamente denominada de Sá da Bandeira, no sul de Angola, província de Huila.
Soares é um histórico jogador e antigo capitão do SC Beira Mar. A sua carreira de futebolista prolongou-se por mais de 20 anos consecutivos, período em que representou a formação aveirense, durante 8 temporadas consecutivas, mas também em clubes como o FC Pedras Rubras, o SC Lubango, de Angola, o Vitoria SC, o Rio Ave FC e o SC Salgueiros, colectividade onde encerrou a carreira profissional, com 38 anos de idade.
Feliz Gomes Nogueiras Soares, natural de Vila Nova da Telha, no concelho da Maia, nasceu no dia 30 de Outubro de 1945. Começou a praticar futebol no FC Pedras Rubras, onde foi inscrito oficialmente, pela primeira vez, na época de 1962/63.
Antes de ingressar no SC Beira Mar, o clube onde despontou para o futebol português, o defesa Soares esteve no ultramar, onde continuou a jogar, na formação do SC Lubango, da localidade antigamente denominada de Sá da Bandeira, no sul de Angola, província de Huila.
(Selecção Militar do Regimento da 2ª Infantaria de Sa Bandeira em 1970).
Começou a representar o SC Beira Mar na época de 1969/70, na 2ª Divisão Nacional. Logo na época imediatamente seguinte, em 1970/71, sagrou-se campeão nacional da 2ª Divisão Nacional ao serviço da colectividade aveirense.
Depois de vencer a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional, garantindo, desde logo, a subida à 1ª Divisão Nacional, o SC Beira Mar venceu também a final daquele escalão, derrotando na partida disputada no Estádio Municipal de Leiria, o Atlético CP por 3-1, arrebatando, dessa forma, o ceptro de campeão nacional.
Soares foi titular no jogo decisivo para a conquista do troféu nacional. De resto, este defensor português foi mesmo um dos pilares da formação beiramarense ao longo de toda a temporada, protagonismo que viria a confirmar nas épocas seguintes.
Depois de vencer a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional, garantindo, desde logo, a subida à 1ª Divisão Nacional, o SC Beira Mar venceu também a final daquele escalão, derrotando na partida disputada no Estádio Municipal de Leiria, o Atlético CP por 3-1, arrebatando, dessa forma, o ceptro de campeão nacional.
Soares foi titular no jogo decisivo para a conquista do troféu nacional. De resto, este defensor português foi mesmo um dos pilares da formação beiramarense ao longo de toda a temporada, protagonismo que viria a confirmar nas épocas seguintes.
(Equipa do SC Beira Mar na época de 1970/71)Em 1971/72, Soares faz a sua estreia na 1ª Divisão Nacional. É titularíssimo na equipa do SC Beira Mar, actuando em 29 jogos da principal competição portuguesa sem, contudo, apontar qualquer golo.
Numa temporada muito complicada, a formação de Aveiro, pelo 13º lugar alcançado no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, teve de disputar o denominado Torneio da Competência, onde conseguiria, a final, garantir a manutenção no principal escalão do futebol português.
Se a prestação individual durante o ano de estreia na 1ª Divisão Nacional superou todas as expectativas, Soares logo confirmou, na época seguinte, todas as credenciais evidenciadas, realizando, certamente, uma das melhores temporadas de sempre.
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1972/73, onde o SC Beira Mar foi o 12º classificado, garantindo a permanência, o defesa Soares actuou em todos os 30 jogos da competição, tendo, desta vez, marcado 4 golos.
Já na temporada seguinte de 1973/74, Soares manteve o mesmo nível exibicional e mesma importância na manobra defensiva da equipa. Jogou outra vez todas as 30 partidas da competição, tendo apontado, desta feita, somente 2 golos.
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1972/73, onde o SC Beira Mar foi o 12º classificado, garantindo a permanência, o defesa Soares actuou em todos os 30 jogos da competição, tendo, desta vez, marcado 4 golos.
Já na temporada seguinte de 1973/74, Soares manteve o mesmo nível exibicional e mesma importância na manobra defensiva da equipa. Jogou outra vez todas as 30 partidas da competição, tendo apontado, desta feita, somente 2 golos.
Todavia, nesta época, o clube aveirense não conseguiu manter-se na 1ª Divisão Nacional. Repetiu novamente o 13º posto na tabela classificativa e, consequentemente, teve que disputar, mais uma vez, o denominado Torneio da Competência.
Só que porem, desta feita, o SC Beira Mar acabou por ser suplantado na classificação daquela fase final pelas formações do Leixões SC e Atlético CP, clubes que garantiram o direito a participar na 1ª Divisão Nacional.
Soares acompanhou o regresso do SC Beira Mar à 2ª Divisão Nacional. Seria, contudo, efémera a passagem do clube aveirense pelo segundo escalão do futebol português. A temporada de 1974/75 correu bem e a equipa do SC Beira Mar regressou novamente à 1ª Divisão Nacional.
É já na condição de capitão de equipa do SC Beira Mar que Soares disputa o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1975/76. Nesta prova, em que os aveirenses repetiram uma vez mais o 13º lugar, agora cumprindo o objectivo da manutenção, Soares continuou a ser determinante na equipa. Foram novamente 30 os jogos em que alinhou, apontando 3 golos em toda a competição.
Só que porem, desta feita, o SC Beira Mar acabou por ser suplantado na classificação daquela fase final pelas formações do Leixões SC e Atlético CP, clubes que garantiram o direito a participar na 1ª Divisão Nacional.
Soares acompanhou o regresso do SC Beira Mar à 2ª Divisão Nacional. Seria, contudo, efémera a passagem do clube aveirense pelo segundo escalão do futebol português. A temporada de 1974/75 correu bem e a equipa do SC Beira Mar regressou novamente à 1ª Divisão Nacional.
É já na condição de capitão de equipa do SC Beira Mar que Soares disputa o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1975/76. Nesta prova, em que os aveirenses repetiram uma vez mais o 13º lugar, agora cumprindo o objectivo da manutenção, Soares continuou a ser determinante na equipa. Foram novamente 30 os jogos em que alinhou, apontando 3 golos em toda a competição.
Bem mais atribulada seria a temporada seguinte de 1976/77, onde o clube aveirense viveu dias de instabilidade, com sucessivas mudanças no comando técnico da equipa. Para não variar voltou a quedar-se pelo 13º posto da tabela classificativa, agora insuficiente para garantir a manutenção na 1ª Divisão Nacional. Nesta época, os números de Soares, registam 4 golos em 27 jogos jogados pelo SC Beira Mar.
(Equipa do SC Beira Mar da época de 1976/77)
(Equipa do SC Beira Mar da época de 1976/77)
(Soares o capitão de equipa do SC Beira Mar em 1976/77)Após mais uma descida de divisão, o defesa Soares, com quase 32 anos de idade, decide mudar o rumo na sua carreira. Vai assinar contrato valido por uma época com o Vitoria SC, reforçando, deste modo, a equipa liderada por Mário Wilson para a temporada de 1977/78.
Mário Wilson buscava a contratação de um defesa central experiente, forte na marcação e com bom jogo de cabeça. Em Soares encontrou todos os predicados que buscava, justificando assim a sua contratação.
Mário Wilson buscava a contratação de um defesa central experiente, forte na marcação e com bom jogo de cabeça. Em Soares encontrou todos os predicados que buscava, justificando assim a sua contratação.
De facto, Soares era um defesa central de marcação. Um homem bastante simples, trabalhador e de um profissionalismo verdadeiramente exemplar. Alias, só mesmo um profissional daquela estirpe conseguiria, como Soares conseguiu, jogar na 1ª Divisão Nacional com quase 40 anos de idade, altura em que terminou a carreira profissional.
Como jogador tratava-se de um lutador dentro do campo, bastante intenso, abnegado e muito difícil de transpor. Com invejável porte atlético, Soares era muito bom na marcação individual, excelente no jogo de cabeça e, apesar de ser um defesa central, tinha boa técnica técnica individual.
Estreia-se, oficialmente, com a camisola do Vitoria SC, na 1ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1977/78, numa partida vencida pelos vimaranenses, no Estádio Municipal de Guimarães, por 2-0, ao SC Espinho.
Soares foi durante a época de 1977/78, praticamente sempre, titular no quarteto defensivo do Vitoria SC. Integrava o eixo defensivo vimaranense com o guardião Melo, os laterais Ramalho e Alfredo e o outro defesa central Torres, o seu parceiro no centro da defesa.
Soares foi durante a época de 1977/78, praticamente sempre, titular no quarteto defensivo do Vitoria SC. Integrava o eixo defensivo vimaranense com o guardião Melo, os laterais Ramalho e Alfredo e o outro defesa central Torres, o seu parceiro no centro da defesa.
(Equipa do Vitoria Sc na época de 1977/78)Ao longo desta temporada realizou 27 jogos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, apontando, pelo Vitoria SC, 2 golos em toda a competição. Registe-se aquele que seria um dos golos marcados por Soares com a camisola do Vitoria SC.
Aconteceu, no dia 21 de Maio de 1978, precisamente o golo que daria o triunfo ao Vitoria SC sobre o CF Belenenses por 1-0. No ultimo minuto do primeiro tempo deste desafio jogado no Estádio Municipal de Guimarães, após a marcação de um canto e de um desvio ao primeiro poste o avançado vimaranense Mane, surgiu Soares, de cabeça, a desviar o esférico para o fundo das redes do CF Belenenses.
Aconteceu, no dia 21 de Maio de 1978, precisamente o golo que daria o triunfo ao Vitoria SC sobre o CF Belenenses por 1-0. No ultimo minuto do primeiro tempo deste desafio jogado no Estádio Municipal de Guimarães, após a marcação de um canto e de um desvio ao primeiro poste o avançado vimaranense Mane, surgiu Soares, de cabeça, a desviar o esférico para o fundo das redes do CF Belenenses.
(Lotado Estadio do Bessa em 1977/78, no jogo entre o Boavista FC - Vitoria SC).
Durante o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1977/78, o Vitoria SC conseguiu bons resultados até ao final da 1ª volta da competição. Já na segunda metade, a equipa vimaranense venceu apenas dois encontros, baixando consideravelmente o seu desempenho, acumulando uma série de maus resultados, que o levaram, novamente, a classificar-se na 6ª posição no final da prova.
Nesta época refira-se ainda, particularmente, o prestigioso troféu conquistado por Soares. O jogador do Vitoria SC venceu o Premio Correcção, distinção instituída pelo jornal Record, destinado a premiar o jogador mais correcto ao longo do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Soares, alem de receber 150 contos de prémio, foi ainda brindado com um troféu individual, que consistia numa peça artística de Florença.
As boas prestações de Soares incentivaram os responsáveis da Direcção do Vitoria SC a renovar o contrato com o jogador. Assim, o defesa Soares permaneceu em Guimarães na época de 1978/79.
Visando obter uma classificação europeia, o Vitoria SC, liderado por Mário Wilson, apostou forte no início da nova temporada, contratando vários jogadores. Para o sector defensivo destaca-se, claramente, a contratação do ex sportinguista Manaca.
Nesta época refira-se ainda, particularmente, o prestigioso troféu conquistado por Soares. O jogador do Vitoria SC venceu o Premio Correcção, distinção instituída pelo jornal Record, destinado a premiar o jogador mais correcto ao longo do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Soares, alem de receber 150 contos de prémio, foi ainda brindado com um troféu individual, que consistia numa peça artística de Florença.
As boas prestações de Soares incentivaram os responsáveis da Direcção do Vitoria SC a renovar o contrato com o jogador. Assim, o defesa Soares permaneceu em Guimarães na época de 1978/79.
Visando obter uma classificação europeia, o Vitoria SC, liderado por Mário Wilson, apostou forte no início da nova temporada, contratando vários jogadores. Para o sector defensivo destaca-se, claramente, a contratação do ex sportinguista Manaca.
É com este jogador que Soares irá formar dupla de defesas centrais no Vitoria SC. Porem, nesta época de 1978/79, digamos que não foi um titular indiscutível, pois alternava, com frequência, com Torres. Ainda assim, Soares jogou 23 jogos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1978/79, sem ter apontado qualquer golo.
Durante a época de 1978/79, a equipa do Vitoria SC tem uma prestação intermitente, mas anda sempre próxima dos lugares da frente. Contudo, acaba por perder novamente o acesso às competições europeias devido a uma ponta final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de fraca qualidade.
Perde jogos essenciais na luta por uma acesso as provas internacionais de clubes, segundo consta, em grande medida, devido ao facto do seu treinador Mário Wilson acumular as funções de treinador do Vitoria SC com as de seleccionador nacional de Portugal.
Durante a época de 1978/79, a equipa do Vitoria SC tem uma prestação intermitente, mas anda sempre próxima dos lugares da frente. Contudo, acaba por perder novamente o acesso às competições europeias devido a uma ponta final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de fraca qualidade.
Perde jogos essenciais na luta por uma acesso as provas internacionais de clubes, segundo consta, em grande medida, devido ao facto do seu treinador Mário Wilson acumular as funções de treinador do Vitoria SC com as de seleccionador nacional de Portugal.
No final desta temporada de 1978/79, o Vitoria SC opera uma profunda revolução no quadro de jogadores profissionais. Soares é incluído no extenso lote de jogadores dispensados pelo clube vimaranense, não renovando assim o seu contrato.
Jogador experiente e de créditos firmados, acaba por rubricar contrato com o Rio Ave FC. A equipa vilacondense milita na 1ª Divisão Nacional na época de 1979/80. Termina a principal competição portuguesa no 16º lugar da tabela classificativa, a ultima posição, e como tal é despromovido à 2ª Divisão Nacional.
Mais uma vez Soares assume a condição de titular indiscutível, desta feita, representando a formação vilacondense. Realiza 28 jogos e marca 1 golo no Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1979/80.
Jogador experiente e de créditos firmados, acaba por rubricar contrato com o Rio Ave FC. A equipa vilacondense milita na 1ª Divisão Nacional na época de 1979/80. Termina a principal competição portuguesa no 16º lugar da tabela classificativa, a ultima posição, e como tal é despromovido à 2ª Divisão Nacional.
Mais uma vez Soares assume a condição de titular indiscutível, desta feita, representando a formação vilacondense. Realiza 28 jogos e marca 1 golo no Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1979/80.

(Soares no Rio Ave FC na época de 1979/80)

(Soares é interveniente neste lance do desafio Rio Ave FC - Boavista FC jogado no pelado do Campo da Avenida na cidade Vila do Conde)

(Equipa do Rio Ave FC na temporada de 1979/80)
.
(Com a camisola do Rio Ave FC na época de 1979/80).
(Caricatura de Soares com as cores do Rio Ave FC)Volta a jogar a 2ª Divisão Nacional na temporada de 1980/81, representando o Rio Ave FC. A equipa vilacondense consegue regressar à 1ª Divisão Nacional depois de vencer a Zona Norte e assim Soares alcança um novo sucesso na sua carreira. Formou com o brasileiro Baltemar Brito uma dupla de defesas centrais verdadeiramente extraordinária.
(Equipa do Rio Ave FC na temporada de 1980/81)
(Equipa do Rio Ave FC na temporada de 1980/81)(Equipa do Rio Ave FC na época de 1980/81)
Sucesso que voltou a experimentar, agora actuando pela equipa do SC Salgueiros, clube que na época de 1981/82 pretendia retornar ao primeiro escalão do futebol português. Para isso contratou alguns jogadores experientes, como Soares, para equilibrar alguma juventude do plantel.
Em 1981/82 o SC Salgueiros não venceu a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional, mas fruto do 2º lugar na classificação, teve direito a jogar a denominada “Liguilha”. Disputada já no início da época de 1982/83, o SC Salgueiros venceu aquela derradeira prova e integrou o lote de equipas que disputou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1982/83.
Em 1981/82 o SC Salgueiros não venceu a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional, mas fruto do 2º lugar na classificação, teve direito a jogar a denominada “Liguilha”. Disputada já no início da época de 1982/83, o SC Salgueiros venceu aquela derradeira prova e integrou o lote de equipas que disputou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1982/83.
(Equipa do SC Salgueiros na época de 1981/82)Foi assim o regresso de Soares aos principais palcos do futebol português, agora, representando o SC Salgueiros, o seu último clube como profissional. A equipa salgueirista, comandada por Henrique Calisto, foi uma boa sensação do principal campeonato português de 1982/83. Passado o primeiro terço da competição, a equipa começou a pontuar com regularidade e muito cedo se afastou dos angustiantes lugares da descida.
Soares, com 37 anos de idade, foi titularíssimo nesta equipa do SC Salgueiros que jogou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão, actuando em todos os encontros da competição e apontando 1 golo. Na dose certa, a junção da veterania e experiência de Soares com a juventude e capacidade de Mariano, o outro defesa central salgueirista, redundava numa dupla de centrais difícil de transpor.
O admirável defesa Soares continuou ao serviço do SC Salgueiros na temporada de 1983/84, para aquela que seria definitivamente a ultima época como profissional de futebol. Despediu-se da 1ª Divisão Nacional jogando, ainda assim, 20 jogos, sem ter marcado qualquer golo.
Apesar da idade, ao contrário do que a normalidade pressupunha, Soares ainda jogou varias vezes como titular na equipa do SC Salgueiros, inicialmente comandada pelo estreante treinador Octávio Machado (substituído por António Fidalgo no decurso da prova) e que terminou em 11º lugar na classificação geral do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1983/84, cumprindo, desta forma, o objectivo da manutenção no principal escalão português.
Soares, com 37 anos de idade, foi titularíssimo nesta equipa do SC Salgueiros que jogou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão, actuando em todos os encontros da competição e apontando 1 golo. Na dose certa, a junção da veterania e experiência de Soares com a juventude e capacidade de Mariano, o outro defesa central salgueirista, redundava numa dupla de centrais difícil de transpor.
O admirável defesa Soares continuou ao serviço do SC Salgueiros na temporada de 1983/84, para aquela que seria definitivamente a ultima época como profissional de futebol. Despediu-se da 1ª Divisão Nacional jogando, ainda assim, 20 jogos, sem ter marcado qualquer golo.
Apesar da idade, ao contrário do que a normalidade pressupunha, Soares ainda jogou varias vezes como titular na equipa do SC Salgueiros, inicialmente comandada pelo estreante treinador Octávio Machado (substituído por António Fidalgo no decurso da prova) e que terminou em 11º lugar na classificação geral do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1983/84, cumprindo, desta forma, o objectivo da manutenção no principal escalão português.
(Plantel do SC Salgueiros na época de 1983/84)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Imprensa do dia
RECORD
Hugo vai ficar até ao verão
AVANÇADO BRASILEIRO TRABALHA COM O PLANTEL
O avançado Hugo vai continuar a trabalhar com o plantel de Carlos Brito até ao final da temporada. Com 24 anos, e proveniente da Escola Três Toques, o brasileiro tem mostrado bastantes qualidades e poderá vir a ser um reforço para a nova época. Até lá, o treinador vai continuando a observar o ponta-de-lança.
Para esta manhã está marcado o regresso aos treinos. Tarantini, Pedro Moutinho e Fábio Coentrão já devem ter alta médica e ser reintegrados.
O JOGO
Rio Ave ensaia com Feirense e Freamunde
O plantel do Rio Ave regressa hoje ao trabalho, às 10h30, após gozar dois dias de folga, o que deverá repetir-se no próximo fim-de-semana, até porque o próximo jogo oficial, frente ao Nacional, em Vila do Conde, irá realizar-se apenas no dia 6 de Abril, uma segunda-feira. Entretanto, para esta semana estão agendados dois jogos-treino, no terreno do Feirense, quarta-feira, às 10h00, e em Vila do Conde, com o Freamunde, sexta-feira, às 10h30.
A.V.G.
A BOLA
Rio Ave: Pedro Moutinho e Tarantini às ordens
O plantel do Rio Ave regressou esta manhã ao trabalho, com muitas ausências. Ainda assim, Pedro Moutinho e Tarantini, que vinham a trabalhar condicionados, já cumpriram o treino normalmente.
Bruno Mendes também esteve em pleno, mas não será opção no próximo compromisso dos vila-condenses, diante do Nacional, por ter sido expulso no encontro da semana passada frente ao Sporting.
De resto, Henrique, Miguel Lopes e Ronaldo continuam entregues ao departamento, enquanto Candeias, Fábio Coentrão e Yazalde, que estão ao serviço da Selecção de sub-21.
Hugo vai ficar até ao verão
AVANÇADO BRASILEIRO TRABALHA COM O PLANTEL
O avançado Hugo vai continuar a trabalhar com o plantel de Carlos Brito até ao final da temporada. Com 24 anos, e proveniente da Escola Três Toques, o brasileiro tem mostrado bastantes qualidades e poderá vir a ser um reforço para a nova época. Até lá, o treinador vai continuando a observar o ponta-de-lança.
Para esta manhã está marcado o regresso aos treinos. Tarantini, Pedro Moutinho e Fábio Coentrão já devem ter alta médica e ser reintegrados.
O JOGO
Rio Ave ensaia com Feirense e Freamunde
O plantel do Rio Ave regressa hoje ao trabalho, às 10h30, após gozar dois dias de folga, o que deverá repetir-se no próximo fim-de-semana, até porque o próximo jogo oficial, frente ao Nacional, em Vila do Conde, irá realizar-se apenas no dia 6 de Abril, uma segunda-feira. Entretanto, para esta semana estão agendados dois jogos-treino, no terreno do Feirense, quarta-feira, às 10h00, e em Vila do Conde, com o Freamunde, sexta-feira, às 10h30.
A.V.G.
A BOLA
Rio Ave: Pedro Moutinho e Tarantini às ordens
O plantel do Rio Ave regressou esta manhã ao trabalho, com muitas ausências. Ainda assim, Pedro Moutinho e Tarantini, que vinham a trabalhar condicionados, já cumpriram o treino normalmente.
Bruno Mendes também esteve em pleno, mas não será opção no próximo compromisso dos vila-condenses, diante do Nacional, por ter sido expulso no encontro da semana passada frente ao Sporting.
De resto, Henrique, Miguel Lopes e Ronaldo continuam entregues ao departamento, enquanto Candeias, Fábio Coentrão e Yazalde, que estão ao serviço da Selecção de sub-21.
domingo, 22 de março de 2009
Resultados do fim-de-semana
JUNIORES
Merelinense 0 - Rio Ave F.C. 0
FUTSAL
Rio Ave F.C. 7 - Nogueirense 3
Merelinense 0 - Rio Ave F.C. 0
FUTSAL
Rio Ave F.C. 7 - Nogueirense 3
Rio Ave 7-3 Nogueirense
Após a paragem do campeonato no futebol de 11, vamos dar mais alguma atenção ao futsal, que tem tido uma prestação meritória no campeonato da 2ª divisão, apesar de estar longe do objectivo de subida.
Esta é uma equipa que alterna os jogos fantásticos com os jogos péssimos, alterna bons resultados com as principais equipas com resultados negativos com as equipas do fundo da tabela, sem que aparentemente haja razões objectivas para que isso suceda.
Hoje vi um Rio Ave de grande qualidade, se calhar por já não ter a pressão dos pontos(o campeonato para a nossa equipa terminou, é só cumprir calendário) e o facto de no outro lado estar igualmente uma equipa também tranquila deve ter ajudado a que tenha havido poucas faltas e o jogo tenha sido interessante para o pouco público que foi assistir.Fomos melhores do que um adversário que está melhor colocado na tabela e soubemos aproveitar o facto do adversário ter adoptado uma táctica desde o final da primeira parte, que consistia na troca do guarda-redes por um jogador de campo aquando das jogadas de ataque para fazermos golos em contra-golpe.
São jogos como este que me deixam um amargo de boca quando olho para a classificação e julgo que poderiamos ter lutado pala subida. Não sei os factores que levaram a esta situação, se foi instabilidade no grupo, se foram algumas arbitragens, se nos deveriamos ter reforçado um pouco melhor, se foi a saída do Bacalhau...alguma coisa deve ter sido...
Espero que se tenha aprendido a lição e que para o ano estejamos mais fortes e aptos para lutar pela subida.
VIVA O RIO AVE F.C.
Esta é uma equipa que alterna os jogos fantásticos com os jogos péssimos, alterna bons resultados com as principais equipas com resultados negativos com as equipas do fundo da tabela, sem que aparentemente haja razões objectivas para que isso suceda.
Hoje vi um Rio Ave de grande qualidade, se calhar por já não ter a pressão dos pontos(o campeonato para a nossa equipa terminou, é só cumprir calendário) e o facto de no outro lado estar igualmente uma equipa também tranquila deve ter ajudado a que tenha havido poucas faltas e o jogo tenha sido interessante para o pouco público que foi assistir.Fomos melhores do que um adversário que está melhor colocado na tabela e soubemos aproveitar o facto do adversário ter adoptado uma táctica desde o final da primeira parte, que consistia na troca do guarda-redes por um jogador de campo aquando das jogadas de ataque para fazermos golos em contra-golpe.
São jogos como este que me deixam um amargo de boca quando olho para a classificação e julgo que poderiamos ter lutado pala subida. Não sei os factores que levaram a esta situação, se foi instabilidade no grupo, se foram algumas arbitragens, se nos deveriamos ter reforçado um pouco melhor, se foi a saída do Bacalhau...alguma coisa deve ter sido...
Espero que se tenha aprendido a lição e que para o ano estejamos mais fortes e aptos para lutar pela subida.
VIVA O RIO AVE F.C.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Imprensa do dia
RECORD
Vitória (2-1) frente ao Infesta
YAZALDE E EVANDRO MARCARAM OS GOLOS
Yazalde e Evandro foram os autores dos golos do Rio Ave na vitória de ontem (2-1), frente ao Infesta, num amigável em que o técnico Carlos Brito permitiu minutos de rodagem a todos os atletas disponíveis.
Fábio Coentrão, Bruno Mendes, Pedro Moutinho e Tarantini ficaram em Vila do Conde em gestão de esforço, enquanto Miguel Lopes continua o tratamento a uma entorse. Hoje (10 horas) há novo jogo-treino, em Gondomar.
O JOGO
Joelho direito pára Miguel Lopes
Um estiramento do ligamento lateral externo do joelho direito, lesão contraída na Selecção B, vai obrigar o lateral direito Miguel Lopes a algum tempo de paragem. No jogo-treino de ontem, frente ao Infesta, que o Rio Ave venceu por 2-1, com golos apontados por Yazalde e Evandro, Bruno Mendes e Henrique saíram mais cedo, juntando-se a Fábio Coentrão, Tarantini, Pedro Moutinho e Ronaldo na lista de atletas em recuperação em Vila do Conde.
A.V.G.
Vitória (2-1) frente ao Infesta
YAZALDE E EVANDRO MARCARAM OS GOLOS
Yazalde e Evandro foram os autores dos golos do Rio Ave na vitória de ontem (2-1), frente ao Infesta, num amigável em que o técnico Carlos Brito permitiu minutos de rodagem a todos os atletas disponíveis.
Fábio Coentrão, Bruno Mendes, Pedro Moutinho e Tarantini ficaram em Vila do Conde em gestão de esforço, enquanto Miguel Lopes continua o tratamento a uma entorse. Hoje (10 horas) há novo jogo-treino, em Gondomar.
O JOGO
Joelho direito pára Miguel Lopes
Um estiramento do ligamento lateral externo do joelho direito, lesão contraída na Selecção B, vai obrigar o lateral direito Miguel Lopes a algum tempo de paragem. No jogo-treino de ontem, frente ao Infesta, que o Rio Ave venceu por 2-1, com golos apontados por Yazalde e Evandro, Bruno Mendes e Henrique saíram mais cedo, juntando-se a Fábio Coentrão, Tarantini, Pedro Moutinho e Ronaldo na lista de atletas em recuperação em Vila do Conde.
A.V.G.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Imprensa do dia
O JOGO
Miguel Lopes lesionou-se na Selecção
O lateral Miguel Lopes sofreu uma entorse no joelho direito ao serviço da Selecção B, conhecendo hoje o resultado de uma ressonância magnética para avaliar a gravidade da lesão. Fábio Coentrão, que também esteve na Selecção B, foi poupado e não participou no jogo-treino de ontem com o Ribeirão. O jogo terminou empatado a dois golos, apontados por Henrique e Evandro, para o Rio Ave, e Jerónimo e Forbes, para o Ribeirão. Hoje, às 10h00, há teste no terreno do Infesta.
ANDRÉ VELOSO GOMES
Miguel Lopes lesionou-se na Selecção
O lateral Miguel Lopes sofreu uma entorse no joelho direito ao serviço da Selecção B, conhecendo hoje o resultado de uma ressonância magnética para avaliar a gravidade da lesão. Fábio Coentrão, que também esteve na Selecção B, foi poupado e não participou no jogo-treino de ontem com o Ribeirão. O jogo terminou empatado a dois golos, apontados por Henrique e Evandro, para o Rio Ave, e Jerónimo e Forbes, para o Ribeirão. Hoje, às 10h00, há teste no terreno do Infesta.
ANDRÉ VELOSO GOMES
segunda-feira, 16 de março de 2009
Casaca
O texto de hoje é sobre o Casaca, jogador que nos representou entre as épocas de 1981/82 a 1983/84. Este texto foi publicado no blogue Glórias do Passado em 25 de Março de 2007.
Rui Manuel Magalhães Casaca, era um meio campista que jogou na 1ª Divisão portuguesa durante mais de 10 anos, principalmente ao serviço do Rio Ave FC e do Boavista FC. Nasceu em Marco de Canavezes no dia 18 de Outubro de 1959, e com 14 anos de idade registava a sua primeira inscrição oficial como jogador de futebol concretamente nas camadas mais jovens do SC Braga na época de 1973/74.
Antes de chegar à 1ª Divisão Nacional jogou ainda no Arcos de Valdevez, até que na época de 1981/82 faz a sua estreia no mais alto escalão do futebol nacional ao serviço do Rio Ave FC com 22 anos de idade.
Jogou durante 3 épocas consecutivas no clube vilacondense até que se transferiu no inicio da temporada de 1984/85 para o Boavista FC, juntamente com o seu colega de equipa o guarda redes Alfredo, que efectuou idêntico trajecto ao realizado por Casaca.
Rui Manuel Magalhães Casaca, era um meio campista que jogou na 1ª Divisão portuguesa durante mais de 10 anos, principalmente ao serviço do Rio Ave FC e do Boavista FC. Nasceu em Marco de Canavezes no dia 18 de Outubro de 1959, e com 14 anos de idade registava a sua primeira inscrição oficial como jogador de futebol concretamente nas camadas mais jovens do SC Braga na época de 1973/74.
Antes de chegar à 1ª Divisão Nacional jogou ainda no Arcos de Valdevez, até que na época de 1981/82 faz a sua estreia no mais alto escalão do futebol nacional ao serviço do Rio Ave FC com 22 anos de idade.
Jogou durante 3 épocas consecutivas no clube vilacondense até que se transferiu no inicio da temporada de 1984/85 para o Boavista FC, juntamente com o seu colega de equipa o guarda redes Alfredo, que efectuou idêntico trajecto ao realizado por Casaca.
(Casaca na época de 1982/83 no Rio Ave FC)
(Plantel do Rio Ave FC na época de 1982/83)
(Casaca com a camisola do Rio Ave FC)
(Plantel do Rio Ave FC em 1982/83 no velhinho Campo da Avenida)Acrescente-se todavia que, no Rio Ave FC, Casaca integrou talvez a mais famosa equipa dos vilacondenses de toda a sua história, precisamente aquela que atingiu a final da Taça de Portugal em 1983/84, que acabou perdendo o troféu para o FC Porto.
Aquela famosa geração do Rio Ave FC deu muitos jogadores de qualidade aos principais clubes portugueses, como o caso do aqui recordado Casaca, mas também de Alfredo, Quim ou Paquito.
Aquela famosa geração do Rio Ave FC deu muitos jogadores de qualidade aos principais clubes portugueses, como o caso do aqui recordado Casaca, mas também de Alfredo, Quim ou Paquito.
(Casaca em acção com o equipamento do Rio Ave FC)
(Casaca no Rio Ave FC em 1983/84)Como acima se disse Casaca chegou ao Bessa em 1984/85 onde permaneceu durante 10 temporadas, quase sempre como titular no meio campo boavisteiro, conseguindo algumas das mais brilhantes classificações colectivas do Boavista FC no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, e o seu único troféu nacional.
Casaca era o capitão do Boavista FC quando a turma do Bessa, então treinada por Manuel José, conquistou a Taça de Portugal na época de 1991/92 derrotando na final do dia 24 Maio de 1992 o FC Porto por 2-1.
(Equipa do Boavista FC que conquistou no Estadio do Jamor a Taça de Portugal de 1991/92 com Casaca como capitão de equipa)Enquanto jogador, o Casaca defrontou varias vezes o Vitoria Sport Clube, quer enquanto jogador do Rio Ave FC ou no Boavista FC. Dos inúmeros encontros de Casaca com a equipa de Guimarães, destacamos o jogo da 8ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1991/92 disputado no Estádio Municipal de Guimarães perante quase 20.000 espectadores.
Em jogo polémico apitado pelo controverso Vítor Correia de Lisboa, numa tarde de sol e com temperatura amena, o Vitoria alinhou com: Jesus; Basílio (capitão), Matias, Frederico e Caetano; Paulo Bento, Basaula e Pedro; Paulo Jorge, Caio Júnior e Ziad. Na 2ª parte ainda jogaram Soeiro e N´Dinga que entraram respectivamente para os lugares de Basaula e Caio Júnior, ficando no banco de suplentes sem ser utilizados o guarda redes Madureira, e os jogadores de campo João Baptista e Moreira de Sá. O Vitória era treinado por João Alves.
Por seu turno a equipa do Boavista FC, treinada pelo Manuel José apresentou o seguinte onze: Pudar; Paulo Sousa, Barny, Samuel e Fernando Mendes; Casaca (capitão), Tavares e Nelo; Marlon, Ricky e João Pinto. Jogaram ainda Bobo e o avançado Coelho, que entraram para o lugar de Samuel e João Pinto. No banco de suplentes e não utilizados neste encontro, ficaram pelo Boavista FC, o guarda redes Alfredo e os jogadores Jaime e Eduard.
O Vitoria venceu este encontro por 2-0 com golos de Caio Júnior aos 28 minutos e de Ziad aos 45.
O destaque deste jogo é que numa e noutra equipa encontravam-se quer jogadores, quer treinadores, que haviam representado os 2 emblemas em confronto e por isso companheiros de Casaca. No Vitoria, alem do técnico João Alves, que comandou Casaca no Boavista FC, estava Frederico e Caetano que foram largos anos seus companheiros de equipa. No Boavista FC, alem de Manuel José que também foi treinador do Vitoria, estavam também Samuel e Bobo que também representaram a equipa de Guimarães.
Rui Casaca, nome pelo qual nos dias de hoje é mais conhecido, prosseguiu a sua carreira ligado ao futebol. De adjunto de Manuel José no Boavista FC, foi para o SC Braga onde foi integrado na estrutura profissional da SAD bracarense como Director Desportivo.
Mais tarde regressou as funções de treinador adjunto no CF Belenenses treinado por Manuel José. No clube de Belém desempenhou também as funções de Director Desportivo da SAD até ao final da temporada passada.
domingo, 15 de março de 2009
Inofensivos
Por todos os motivos e mais alguns pensava que era desta que venceriamos o Sporting em sua casa, mas fomos inofensivos ofensivamente e para ajudar à derrota cometemos erros infantis na defesa. Não soubemos explorar a fraqueza psicológica do adversário, apesar de Brito ter colocado peças ofensivas para os tentar assustar, algo que não conseguimos, acho até que não tivemos durante todo o jogo uma verdadeira oportunidade de golo.
Mas o que verdadeiramente deitou tudo a perder, e não me venham com avaliações de jornais, foi Bruno Mendes que apesar de ser experiente e ter muitos anos de primeira divisão, cometeu mais uma infantilidade, prejudicando a equipa. Depois de ter amarelo, mete mão à bola e é expulso e como se não bastasse, na execução do livre nasce o segundo golo, em que Paiva fica muito mal na fotografia. Acabou aí o jogo, apenas registar na segunda parte a entrega e coragem dos jogadores, mas sem nunca assustar verdadeiramente o Sporting, pois o resultado estava feito.
Quero dar os parabens a vitor Gomes e Wires pelo bom jogo que fizeram após longa espera e a Brito por ter castigado Candeias.
Outra nota que me satisfaz foi ter jogado contra um grande e não ter sido "gamado" pela arbitragem.
Infelizmente o calendário arrasta-se para o fim e nós estamos mais próximos de cair ao abismo.
Peço coragem à equipa para lutar pela permanência e para que não desistam, pois ainda é possivel(cada vez menos)
Mas o que verdadeiramente deitou tudo a perder, e não me venham com avaliações de jornais, foi Bruno Mendes que apesar de ser experiente e ter muitos anos de primeira divisão, cometeu mais uma infantilidade, prejudicando a equipa. Depois de ter amarelo, mete mão à bola e é expulso e como se não bastasse, na execução do livre nasce o segundo golo, em que Paiva fica muito mal na fotografia. Acabou aí o jogo, apenas registar na segunda parte a entrega e coragem dos jogadores, mas sem nunca assustar verdadeiramente o Sporting, pois o resultado estava feito.
Quero dar os parabens a vitor Gomes e Wires pelo bom jogo que fizeram após longa espera e a Brito por ter castigado Candeias.
Outra nota que me satisfaz foi ter jogado contra um grande e não ter sido "gamado" pela arbitragem.
Infelizmente o calendário arrasta-se para o fim e nós estamos mais próximos de cair ao abismo.
Peço coragem à equipa para lutar pela permanência e para que não desistam, pois ainda é possivel(cada vez menos)
sábado, 14 de março de 2009
É mau demais, até para nós
Para mim há muitos anos que é ponto assente que o Carlos Brito transpira incompetência por tudo que é poros. Já nos mandou uma vez para a segunda e arrisca a enviar-nos uma segunda vez.
Os seus feitos neste clube devem-se principalmente a acasos da vida e à qualidade dos jogadores que teve/tem ao seu dispor. Mas quando esses acasos falham nem a qualidade dos jogadores nos vale de alguma coisa.
Estamos a precisar dos orixás... mais uma vez.
Os seus feitos neste clube devem-se principalmente a acasos da vida e à qualidade dos jogadores que teve/tem ao seu dispor. Mas quando esses acasos falham nem a qualidade dos jogadores nos vale de alguma coisa.
Estamos a precisar dos orixás... mais uma vez.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Resultados do fim-de-semana
SAGRES
Sporting 2 - Rio Ave F.C. 0
equipas:
Sporting Rui Patrício; Pedro Silva, Carriço, Polga e Caneira; Izmailov, Rochemback, Moutinho e Vukcevic; Liedson e Derlei.
Porto 2 - Rio Ave F.C. 0
FUTSAL
Amanhã da Criança 2 - Rio Ave F.C. 5
FUTSAL JUNIORES
(16 horas Pavilhão dos Desportos - última jornada)
Rio Ave F.C. 3 - Juv. Desp. Gaia 5
Sporting 2 - Rio Ave F.C. 0
equipas:
Sporting Rui Patrício; Pedro Silva, Carriço, Polga e Caneira; Izmailov, Rochemback, Moutinho e Vukcevic; Liedson e Derlei.
RIO AVE - Paiva; Bruno Mendes, Gaspar, Edson e Sílvio; Livramento, Niquinha e Delson; Fábio Coentrão, Chidi e Yazalde.
JUNIORESPorto 2 - Rio Ave F.C. 0
FUTSAL
Amanhã da Criança 2 - Rio Ave F.C. 5
FUTSAL JUNIORES
(16 horas Pavilhão dos Desportos - última jornada)
Rio Ave F.C. 3 - Juv. Desp. Gaia 5
Lista de convocados:
NAVAL x RIO AVE F.C.
Guarda-redes: Paiva e César.
Defesas: Vítor Gomes, Gaspar, Bruno Mendes, Edson, Rogério Matias, Sílvio e Bruno Novo.
Médios: Wires, André Vilas Boas, Niquinha, Delson, Livramento e Evandro.
Avançados: Candeias, Chidi, Fábio Coentrão e Yazalde.
FONTE RECORD
Guarda-redes: Paiva e César.
Defesas: Vítor Gomes, Gaspar, Bruno Mendes, Edson, Rogério Matias, Sílvio e Bruno Novo.
Médios: Wires, André Vilas Boas, Niquinha, Delson, Livramento e Evandro.
Avançados: Candeias, Chidi, Fábio Coentrão e Yazalde.
FONTE RECORD
quinta-feira, 12 de março de 2009
Imprensa do dia
RECORD
Um "novo" Alípio
HUGO CHEGOU PARA SE TREINAR À EXPERIÊNCIAAlípio, jovem promessa brasileira que esteve nos juniores do Rio Ave, não chegou a vestir a camisola dos seniores e mudou-se para o Real Madrid, mas os adeptos estão esperançados que podem ver um novo craque oriundo da escola Dois* Toques marcar golos:Hugo chegou ontem para se treinar à experiência e pela amostra do primeiro treino mostrou qualidades de goleador. Com 24 anos, o brasileiro vai ficar uns dias sob observação de Carlos Brito e poderá ser o primeiro reforço para a nova temporada.
No que toca às nove jornadas que faltam, Carlos Brito tem três problemas devido às lesões de Tarantini e Pedro Moutinho e ao castigo de Miguel Lopes. O médio ofensivo queixa-se de uma mialgia na perna direita e está em dúvida para a deslocação a Alvalade;o avançado fez ontem uma ecografia ao adutor esquerdo e hoje conhecerá a extensão da mazela; por fim, o lateral-direito está suspenso e o treinador pode apostar em Wires ou Sílvio (sendo que, neste último caso, Rogério Matias voltaria ao lado esquerdo).
* o Record refere-se erradamente ao nome da escola "...oriundo da escola Três Toques marcar golos..."
Autor: L.L.
Yazalde é o melhor jovem de fevereiro
ELEIÇÃO LEVADA A CABO PELO SINDICATO
O avançado Yazalde (Rio Ave) foi eleito pelo Sindicato o melhor Jogador Jovem do mês de fevereiro, numa lista onde o clube de Vila do Conde coloca três atletas nos cinco primeiros. Os melhores jovens de fevereiro são: 1.º Yazalde (Rio Ave); 2.º Miguel Lopes (Rio Ave); 3.º Ruben (Leixões); 4.º Tiago Pinto (Trofense); 5.º Fábio Coentrão (Rio Ave).
Um "novo" Alípio
HUGO CHEGOU PARA SE TREINAR À EXPERIÊNCIAAlípio, jovem promessa brasileira que esteve nos juniores do Rio Ave, não chegou a vestir a camisola dos seniores e mudou-se para o Real Madrid, mas os adeptos estão esperançados que podem ver um novo craque oriundo da escola Dois* Toques marcar golos:Hugo chegou ontem para se treinar à experiência e pela amostra do primeiro treino mostrou qualidades de goleador. Com 24 anos, o brasileiro vai ficar uns dias sob observação de Carlos Brito e poderá ser o primeiro reforço para a nova temporada.
No que toca às nove jornadas que faltam, Carlos Brito tem três problemas devido às lesões de Tarantini e Pedro Moutinho e ao castigo de Miguel Lopes. O médio ofensivo queixa-se de uma mialgia na perna direita e está em dúvida para a deslocação a Alvalade;o avançado fez ontem uma ecografia ao adutor esquerdo e hoje conhecerá a extensão da mazela; por fim, o lateral-direito está suspenso e o treinador pode apostar em Wires ou Sílvio (sendo que, neste último caso, Rogério Matias voltaria ao lado esquerdo).
* o Record refere-se erradamente ao nome da escola "...oriundo da escola Três Toques marcar golos..."
Autor: L.L.
Yazalde é o melhor jovem de fevereiro
ELEIÇÃO LEVADA A CABO PELO SINDICATO
O avançado Yazalde (Rio Ave) foi eleito pelo Sindicato o melhor Jogador Jovem do mês de fevereiro, numa lista onde o clube de Vila do Conde coloca três atletas nos cinco primeiros. Os melhores jovens de fevereiro são: 1.º Yazalde (Rio Ave); 2.º Miguel Lopes (Rio Ave); 3.º Ruben (Leixões); 4.º Tiago Pinto (Trofense); 5.º Fábio Coentrão (Rio Ave).
Histórico Sporting x Rio Ave F.C.
J-15 V-0 E-3 D-12 GM-11 GS-46
1979/80 5-0; 1981/82 7-1; 1982/83 4-2; 1983/84 4-1;
1984/85 3-2; 1986/87 0-0; 1987/88 4-1; 1996/97 2-0;
1997/98 2-2; 1998/99 2-0; 1999/00 2-1; 2003/04 1-1;
2004/05 5-0; 2005/06 3-0; 2008/09 2-0.
1979/80 5-0; 1981/82 7-1; 1982/83 4-2; 1983/84 4-1;
1984/85 3-2; 1986/87 0-0; 1987/88 4-1; 1996/97 2-0;
1997/98 2-2; 1998/99 2-0; 1999/00 2-1; 2003/04 1-1;
2004/05 5-0; 2005/06 3-0; 2008/09 2-0.
terça-feira, 10 de março de 2009
Acabaram-se os sorteios puros
Duvido que o Bayern nos espetasse 5 ou mais em nossa casa ou que nos espetassem 7 ou mais na casa deles. Até duvido que marcássemos algum golo, mas levar 12 no conjunto de dois jogos só em pesadelos.
O nosso adversário de sábado é mais uma grande equipa feita pelos jornais, o choque destas goleadas só atingirá quem vê futebol única e exclusivamente pelos mídia.
Vamos aproveitar o embalo dado pelo Bayern e vencer em Alvalade e quiçá obrigá-los a mais um pedido de desculpas público, tão em moda para os lados da terceira circular. Sábado vai ser o nosso dia, só pode ser. Vamos ganhar.
Esta gente, como o Sporting, só vai a algum lado quando manipulam sorteios de forma a protege-los a não sofrerem mais golos contra os grandes da Europa. E quando eles levam forte e feio eu fico contente. Manipularam o sorteio da Taça da Liga e já manipularam o sorteio para o próximo Campeonato. Acabaram-se os sorteios puros. Só gostaria de saber qual a posição dos nossos responsáveis nestes arranjinhos.
O nosso adversário de sábado é mais uma grande equipa feita pelos jornais, o choque destas goleadas só atingirá quem vê futebol única e exclusivamente pelos mídia.
Vamos aproveitar o embalo dado pelo Bayern e vencer em Alvalade e quiçá obrigá-los a mais um pedido de desculpas público, tão em moda para os lados da terceira circular. Sábado vai ser o nosso dia, só pode ser. Vamos ganhar.
Esta gente, como o Sporting, só vai a algum lado quando manipulam sorteios de forma a protege-los a não sofrerem mais golos contra os grandes da Europa. E quando eles levam forte e feio eu fico contente. Manipularam o sorteio da Taça da Liga e já manipularam o sorteio para o próximo Campeonato. Acabaram-se os sorteios puros. Só gostaria de saber qual a posição dos nossos responsáveis nestes arranjinhos.
Assistências & Sondagens
Rio Ave F.C. 1 - Marítimo 1
O jogo de sexta-feira foi assistido por 1.369 espectadores o que representa 12,48 % da lotação do estádio. Foi a pior assistência no nosso estádio para a Liga esta época. Por se tratar de um jogo com más condições climáticas, realizado a uma sexta-feira à noite com transmissão na televisão e contra uma equipa das ihas ajuda a compreender o porquê de tão fraca assistência. Só não foi pior graças ao facto das mulheres não pagarem bilhete nesse dia.
Sobre a sondagem deixada aqui, foram contabilizados 18 votos e 88% acreditou na vitória do nosso clube. Recorde-se que por IP apenas se pode votar uma única vez sendo no entanto possível alterar a intenção de voto.
Os resultados foram:
Vitória 16 votos (88%)
Empate 1 voto (6%)
Derrota 1 votos (6%)
O jogo de sexta-feira foi assistido por 1.369 espectadores o que representa 12,48 % da lotação do estádio. Foi a pior assistência no nosso estádio para a Liga esta época. Por se tratar de um jogo com más condições climáticas, realizado a uma sexta-feira à noite com transmissão na televisão e contra uma equipa das ihas ajuda a compreender o porquê de tão fraca assistência. Só não foi pior graças ao facto das mulheres não pagarem bilhete nesse dia.
Sobre a sondagem deixada aqui, foram contabilizados 18 votos e 88% acreditou na vitória do nosso clube. Recorde-se que por IP apenas se pode votar uma única vez sendo no entanto possível alterar a intenção de voto.
Os resultados foram:
Vitória 16 votos (88%)
Empate 1 voto (6%)
Derrota 1 votos (6%)
segunda-feira, 9 de março de 2009
Paquito
Depois dos textos sobre carreira dos treinadores, Quinito e Lúcio Pereira iniciamos a retrospectiva sobre antigos jogadores que passaram pelo nosso Clube. Este texto foi postado em 9-4-2007 no agora site Glórias do Passado. Esta primeira colagem sobre antigos jogadores é sobre o Paquito, para a próxima semana deixaremos um texto sobre outro antigo jogador deste Clube.
Francisco José (da) Costa Saura, nasceu na cidade nortenha de Vila do Conde no dia 11 de Setembro de 1960, e tornou-se conhecido no mundo do futebol nacional pela a alcunha de Paquito. No campo ocupava preferencialmente a banda direita do ataque, precisamente na posição tacticamente apelidada de extremo direito, na qual usava todos os seus dotes futebolísticos. Destacava-se, desde logo, pela sua capacidade de desmarcação suficientemente desconcertante para os defesas incumbidos de o marcar, a qual, aliada à sua velocidade de movimentação e execução tornavam-no num jogador diferente e que de certa forma se destacava naquela posição no panorama futebolístico nacional.
Paquito era detentor também de uma assinalável habilidade técnica, característica que fazia dele um rei do passe, já que, na verdade, nunca foi um avançado goleador, mas muito mais um jogador de assistências. A tudo isto a acrescentava a sua abnegação, característica própria do jogador formado na escola... do... Rio Ave. Contudo, com o passar do tempo e a idade a aumentar, Paquito foi perdendo o fulgor, a velocidade, a capacidade de explosão que tinha, tudo predicados exigíveis a um extremo que se diferencia dos demais, e assim, paulatinamente foi obrigado a ocupar zonas mais interiores do terreno de jogo.
(Na foto, relativa ao Rio Ave da época de 1979/80, podemos reconhecer em baixo, Mário Reis, como capitão, actual treinador de futebol, Paquito, no meio da filha de baixo, e o médio Quim, que foi campeão europeu em 1987 pelo F.C. Porto, colocado na foto em baixo entre Mário Reis e Paquito)
(Nesta foto Paquito é o 1º em baixo, da direita para a esquerda, e José Mourinho é o 5º em baixo no mesmo sentido. Podemos ainda reconhecer, Baltemar Brito, Félix Mourinho, Quim e Adérito)
(Paquito é o 1º, em baixo a contar da direita para a esquerda. Costeado, também esta em baixo na outra extrema. Em cima, podemos reconhecer, Abdel Ghani, João Gouveia, Dinis e o Guarda redes Miguel, mais famoso actualmente, por ser o guardião da selecção de futebol de Praia)
Francisco José (da) Costa Saura, nasceu na cidade nortenha de Vila do Conde no dia 11 de Setembro de 1960, e tornou-se conhecido no mundo do futebol nacional pela a alcunha de Paquito. No campo ocupava preferencialmente a banda direita do ataque, precisamente na posição tacticamente apelidada de extremo direito, na qual usava todos os seus dotes futebolísticos. Destacava-se, desde logo, pela sua capacidade de desmarcação suficientemente desconcertante para os defesas incumbidos de o marcar, a qual, aliada à sua velocidade de movimentação e execução tornavam-no num jogador diferente e que de certa forma se destacava naquela posição no panorama futebolístico nacional.
Paquito era detentor também de uma assinalável habilidade técnica, característica que fazia dele um rei do passe, já que, na verdade, nunca foi um avançado goleador, mas muito mais um jogador de assistências. A tudo isto a acrescentava a sua abnegação, característica própria do jogador formado na escola... do... Rio Ave. Contudo, com o passar do tempo e a idade a aumentar, Paquito foi perdendo o fulgor, a velocidade, a capacidade de explosão que tinha, tudo predicados exigíveis a um extremo que se diferencia dos demais, e assim, paulatinamente foi obrigado a ocupar zonas mais interiores do terreno de jogo.
Como supra se referiu, Paquito fez toda a sua formação nas camadas jovens do clube da sua terra natal. Desde os 15 anos de idade que Paquito vestiu a camisola listada a branco e verde do Rio Ave, percorrendo todos os escalões de formação, tornando-se até internacional português nas camadas mais jovens, até surgir na equipa sénior na temporada 1979/80 com o clube ainda a militar na 1ª Divisão Nacional. No final dessa temporada, contudo, o clube vilacondense foi relegado ao escalão secundário pois terminou posicionado no último lugar da classificação, apenas conseguindo amealhar 13 pontos ao longo de toda a prova.
(Na foto, relativa ao Rio Ave da época de 1979/80, podemos reconhecer em baixo, Mário Reis, como capitão, actual treinador de futebol, Paquito, no meio da filha de baixo, e o médio Quim, que foi campeão europeu em 1987 pelo F.C. Porto, colocado na foto em baixo entre Mário Reis e Paquito)Na temporada seguinte, o Rio Ave disputou a 2ª Divisão Nacional, com o jovem Paquito a revelar-se uma pedra fundamental na equipa que conseguiu ascender novamente à principal divisão nacional do futebol português fruto do 1º lugar obtido na Zona Norte daquele escalão. O técnico de Paquito naquela época começou inicialmente por ser Fernando Cabrita, que mais tarde veio a ser substituído por Félix Mourinho, pai de José Mourinho, o mais famoso treinador português da actualidade. Curiosamente, os nomes de Paquito e José Mourinho irão acabar por se cruzar como adiante se verá.
Regressando ao convívio dos grandes do futebol português, o Rio Ave da temporada 1981/82, humilde clube da região norte, tinha como principal pretensão fixar-se na 1ª Divisão Nacional, e com esse intuito fez varias aquisições, acabando por conseguir reunir um lote de jogadores capazes de alcançar um feito inédito, terminando a prova classificados no 5º lugar, logo atrás curiosamente do Vitoria Sport Clube que foi o 4º classificado. Nesta equipa que jogava no velhinho, mas saudoso, pelado do Estádio da Avenida em Vila do Conde, que brilhantemente conseguiu o 5º lugar no campeonato, destacavam-se vários jogadores de qualidade, como o guarda redes Trindade, o defesa Brito (hoje mais conhecido como Baltemar Brito, adjunto de José Mourinho), os médios Cabumba, Adérito, Casaca e Quim, e aquele que se revelava um verdadeiro craque – Paquito.
Curiosamente, no plantel do Rio Ave da época 1981/82, encontrava-se um jogador de nome José Mário dos Santos Mourinho Félix, filho do treinador principal da equipa vilacondense, Félix Mourinho, que com apenas 18 anos teria sido recrutado ao juniores do Belenenses. José Mourinho era estudante no ISEF, e jogava na equipa de reservas do Rio Ave que à quarta-feira disputava o Campeonato Distrital da A.F. do Porto. Na equipa principal, José Mourinho nunca chegou a jogar qualquer jogo oficial na 1ª Divisão Nacional pelo Rio Ave, nem por 1 minuto sequer, apenas tendo sido suplente não utilizado num jogo disputado em Belém, frente ao Belenenses, a 16 de Janeiro de 1982. O hoje famosíssimo José Mourinho foi colega de equipa do aqui recordado Paquito.
Regressando ao convívio dos grandes do futebol português, o Rio Ave da temporada 1981/82, humilde clube da região norte, tinha como principal pretensão fixar-se na 1ª Divisão Nacional, e com esse intuito fez varias aquisições, acabando por conseguir reunir um lote de jogadores capazes de alcançar um feito inédito, terminando a prova classificados no 5º lugar, logo atrás curiosamente do Vitoria Sport Clube que foi o 4º classificado. Nesta equipa que jogava no velhinho, mas saudoso, pelado do Estádio da Avenida em Vila do Conde, que brilhantemente conseguiu o 5º lugar no campeonato, destacavam-se vários jogadores de qualidade, como o guarda redes Trindade, o defesa Brito (hoje mais conhecido como Baltemar Brito, adjunto de José Mourinho), os médios Cabumba, Adérito, Casaca e Quim, e aquele que se revelava um verdadeiro craque – Paquito.
Curiosamente, no plantel do Rio Ave da época 1981/82, encontrava-se um jogador de nome José Mário dos Santos Mourinho Félix, filho do treinador principal da equipa vilacondense, Félix Mourinho, que com apenas 18 anos teria sido recrutado ao juniores do Belenenses. José Mourinho era estudante no ISEF, e jogava na equipa de reservas do Rio Ave que à quarta-feira disputava o Campeonato Distrital da A.F. do Porto. Na equipa principal, José Mourinho nunca chegou a jogar qualquer jogo oficial na 1ª Divisão Nacional pelo Rio Ave, nem por 1 minuto sequer, apenas tendo sido suplente não utilizado num jogo disputado em Belém, frente ao Belenenses, a 16 de Janeiro de 1982. O hoje famosíssimo José Mourinho foi colega de equipa do aqui recordado Paquito.
(Nesta foto Paquito é o 1º em baixo, da direita para a esquerda, e José Mourinho é o 5º em baixo no mesmo sentido. Podemos ainda reconhecer, Baltemar Brito, Félix Mourinho, Quim e Adérito)Quanto a Paquito, fez uma temporada notável, contribuindo de forma acentuada para o excelente desempenho revelado pelo Rio Ave ao longo da época. Por exemplo, foi o autor de um dos golos na vitória alcançada pelo Rio Ave por 2-1, frente ao Vitoria, numa jornada do Campeonato Nacional disputada no pelado do Estádio da Avenida, feito que, com certeza, deverá ter contribuído para o despertar das atenções vimaranenses.
Naturalmente, após tão brilhante época o jogador Paquito foi alvo da cobiça de clubes de maior nomeada nacional, entre eles obviamente que estava o Vitoria, que acabou por ganhar a corrida pela sua contratação. Chega assim a Guimarães na temporada 1982/83, para integrar o plantel comandado pelo jovem Manuel José, juntamente com guarda redes Silvino, o defesa Amândio, o médio cabo verdiano Kiki, principais aquisições do Vitoria para a época onde o objectivo era o regresso às competições europeias, propósito que vinha sendo consecutivamente adiado na temporadas anteriores. A meio da temporada chegaria ainda a Guimarães o avançado brasileiro Paulo Ricardo, que se viria a revelar fundamental na manobra atacante da equipa do Vitoria de Guimarães.
Por certo, devido a ser aquela a primeira época num clube diferente do seu Rio Ave, Paquito demorou algum tempo a adaptar-se e a ganhar a titularidade no onze do Vitoria. Todavia, dada a sua imensa qualidade, Paquito acabou por fixar-se na equipa principal, revelando-se como um dos elementos fundamentais na conquista pelo Vitoria do 4º lugar no Campeonato Nacional, classificação que permitiu finalmente o tão almejado regresso às competições europeias. Como se imagina, foram dias de festa e alegria em toda a cidade de Guimarães, no final daquela temporada de 1982/83, sendo Paquito reconhecido por todos os adeptos como uma das figuras de cartaz daquele Vitoria.
A época seguinte, marca o regresso do Vitoria às competições europeias de clubes, disputando a Taça Uefa na sua edição de 1983/84. No Campeonato Nacional o objectivo passa pela luta pelos lugares cimeiros da tabela classificativa. Para treinador é contratado o austríaco Herman Stessl. E Paquito, continua a ser titular indiscutível no Vitoria.Está no onze titular do Vitoria que disputa as duas mãos da 1ª eliminatória da Taça Uefa frente aos ingleses do Aston Villa. No panorama interno o desempenho da equipa é irregular terminando o Vitoria classificado na 7ª posição. É uma época marcada por vários incidentes que marcam a história do Vitoria, desde a saída litigiosa do capitão Abreu, às eleições disputadas em Março de 1984 para a presidência do clube entre as listas encabeçadas por Pimenta Machado e seu primo Armindo Pimenta Machado, após um conturbado processo eleitoral. Dá-se também a substituição do técnico principal, Herman Stessl, pelo Alfredo Murça que assume a posição de jogador treinador, e ainda aquela celebre vitoria sobre o Benfica por 4-1, onde o Vitoria apresentou vários jogadores juniores na equipa principal, após a suspensão de vários jogadores do plantel principal com fundamento na falta de ambição demonstrada pelos mesmos.
Na Taça de Portugal, o Vitoria disputa a meia-final da competição contra o ex-clube de Paquito, o Rio Ave, acabando os vimaranenses eliminados em Vila do Conde no 2º jogo, através do desempate na conversão de grandes penalidades. Seguiu o Rio Ave para a final da Taça de Portugal, disputada no Jamor, que viria a perder para o F.C. Porto.
Na Taça de Portugal, o Vitoria disputa a meia-final da competição contra o ex-clube de Paquito, o Rio Ave, acabando os vimaranenses eliminados em Vila do Conde no 2º jogo, através do desempate na conversão de grandes penalidades. Seguiu o Rio Ave para a final da Taça de Portugal, disputada no Jamor, que viria a perder para o F.C. Porto.
A terceira e última época de Paquito no Vitoria tem como treinador o famoso técnico belga Raymond Goethals, mas ao nível colectivo o desempenho da equipa mantém-se idêntico à temporada anterior. Nesta temporada de 1984/85 o presidente Pimenta Machado enceta uma verdadeira revolução na composição do plantel do Vitoria, com a saída de mais de 10 jogadores e a entrada de outros tantos. Paquito resiste à razia provocada e continua vestido de branco e preto. É naturalmente titular indiscutível neste Vitoria que se classifica na 9ª posição na tabela final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão.
Se colectivamente a época foi frustrante a todos os níveis, individualmente para Paquito a época foi óptima de tal forma que acabou transferido para o F.C. Porto na altura treinado por Artur Jorge. Entre Vitoria e F.C. Porto, deu-se no início da temporada de 1985/86, um verdadeiro intercâmbio de jogadores, pois, para alem de Paquito, seguiram viagem para as Antas, o defesa Laureta, o avançado brasileiro Paulo Ricardo e o guarda-redes júnior Best. Das Antas para a cidade berço vieram, alem do defesa Cerqueira, o médio cabo-verdiano Bobo e o experiente avançado português Costa, e ainda, aquele que se tornaria a maior vedeta do Vitoria Sport Clube, o ponta de lança brasileiro Paulinho Cascavel. Acrescente-se ainda a vinda do treinador António Morais que também já havia trabalhado em ambos os clubes como adjunto de José Maria Pedroto.
Se colectivamente a época foi frustrante a todos os níveis, individualmente para Paquito a época foi óptima de tal forma que acabou transferido para o F.C. Porto na altura treinado por Artur Jorge. Entre Vitoria e F.C. Porto, deu-se no início da temporada de 1985/86, um verdadeiro intercâmbio de jogadores, pois, para alem de Paquito, seguiram viagem para as Antas, o defesa Laureta, o avançado brasileiro Paulo Ricardo e o guarda-redes júnior Best. Das Antas para a cidade berço vieram, alem do defesa Cerqueira, o médio cabo-verdiano Bobo e o experiente avançado português Costa, e ainda, aquele que se tornaria a maior vedeta do Vitoria Sport Clube, o ponta de lança brasileiro Paulinho Cascavel. Acrescente-se ainda a vinda do treinador António Morais que também já havia trabalhado em ambos os clubes como adjunto de José Maria Pedroto.
Apesar de todas as ambições e esperanças de sucesso, no F.C. Porto, Paquito não foi tão feliz como em Guimarães, nunca passando de uma segunda opção para o técnico Artur Jorge, pelo que apenas foi utilizado por 7 ocasiões ao longo de todo o Campeonato Nacional da temporada de 1985/86. De todo o modo, sagrou-se campeão nacional ao serviço do F.C. Porto, e venceu ainda uma Supertaça Cândido de Oliveira. O F.C. Porto naquela época tinha uma equipa composta pela maioria dos jogadores que um ano mais tarde se sagraria campeão europeu, como o caso dos laterais João Pinto e Inácio, Madjer, Futre, Jaime Pacheco e o Fernando Gomes.
No final da temporada, o treinador Artur Jorge incluiu o nome de Paquito no lote de jogadores a dispensar, e por via disso acabou por deixar o F.C. Porto e rumar à cidade do Funchal no arquipélago da Madeira para aí representar a formação do Marítimo S.C.
A equipa madeirense apostara na temporada de 1986/87 num jovem técnico de nacionalidade sueca, país onde o mercado de treinadores estava bastante em voga na altura em Portugal pelo o efeito causado pelo desempenho de Sven Goran Erikson ao serviço do Benfica. Stefan Lundin foi o escolhido para treinar o Marítimo, mas os seus métodos não foram muito bem recebidos pelos jogadores e a meio da temporada acabou substituído pelo treinador português Manuel Oliveira. O Marítimo fez uma prova no campeonato nacional muito inconstante acabando por alcançar a 13ª posição na classificação final. Paquito foi ainda um jogador bastante utilizado (23 jogos) apontando 2 golos ao longo de toda a prova, mas já não com as qualidades evidenciadas sobretudo ao serviço do Vitoria.
No Marítimo, Paquito conviveu com vários jogadores que foram seus contemporâneos no tempo em que jogou no Vitoria de Guimarães, tais como Teixeirinha, Gregório Freixo, Bobo e o avançando brasileiro Eldon.
A equipa madeirense apostara na temporada de 1986/87 num jovem técnico de nacionalidade sueca, país onde o mercado de treinadores estava bastante em voga na altura em Portugal pelo o efeito causado pelo desempenho de Sven Goran Erikson ao serviço do Benfica. Stefan Lundin foi o escolhido para treinar o Marítimo, mas os seus métodos não foram muito bem recebidos pelos jogadores e a meio da temporada acabou substituído pelo treinador português Manuel Oliveira. O Marítimo fez uma prova no campeonato nacional muito inconstante acabando por alcançar a 13ª posição na classificação final. Paquito foi ainda um jogador bastante utilizado (23 jogos) apontando 2 golos ao longo de toda a prova, mas já não com as qualidades evidenciadas sobretudo ao serviço do Vitoria.
No Marítimo, Paquito conviveu com vários jogadores que foram seus contemporâneos no tempo em que jogou no Vitoria de Guimarães, tais como Teixeirinha, Gregório Freixo, Bobo e o avançando brasileiro Eldon.
Acabou por deixar a Madeira e regressar ao continente para representar o grande rival da sua juventude, concretamente o Varzim S.C. No Campeonato Nacional da 1ª Divisão da temporada de 1987/88, o Varzim S.C. não conseguiu alcançar o objectivo da manutenção no escalão maior do futebol português, acabando por descer à 2ª Divisão Nacional em face da 17ª posição alcançada, numa prova disputada por 20 equipas. Paquito alinhou em 26 jogos oficiais naquela temporada ao serviço do Varzim SC, com jogadores históricos como Lúcio, Miranda, Lufemba e Vata.
Paquito era um jogador de estatuto de 1ª Divisão e geralmente reconhecido pelos homens do futebol como um jogador de categoria. Nessa medida, continuou a seguir a sua carreira na principal liga portuguesa, desta feita ao serviço do Beira Mar, acabando por abandonar a Povoa do Varzim.
O Beira-mar marcava na época de 1988/89 o seu regresso à 1ª Divisão Nacional depois de 18 anos consecutivos a militar em escalões inferiores. Decidiu a direcção do clube aveirense apostar em jogadores experientes para encarar o desafio da manutenção e nessa medida contrata Paquito. Nessa temporada chegam também a Aveiro jogadores como Costeado e João Gouveia, com quem Paquito jogou nos tempos do Vitoria de Guimarães, bem como Abdel Ghani que se tornou um verdadeiro ídolo. Sob o comando do técnico do belga Jean Thissen, o Beira Mar, a muito custo, consegue alcançar a manutenção na 1ª Divisão Nacional, com Paquito a disputar 24 jogos na prova e apontando 3 golos. A sua produção ao longo da temporada foi reconhecida e por isso, continuou na temporada seguinte ao serviço do clube aveirense.
Paquito era um jogador de estatuto de 1ª Divisão e geralmente reconhecido pelos homens do futebol como um jogador de categoria. Nessa medida, continuou a seguir a sua carreira na principal liga portuguesa, desta feita ao serviço do Beira Mar, acabando por abandonar a Povoa do Varzim.
O Beira-mar marcava na época de 1988/89 o seu regresso à 1ª Divisão Nacional depois de 18 anos consecutivos a militar em escalões inferiores. Decidiu a direcção do clube aveirense apostar em jogadores experientes para encarar o desafio da manutenção e nessa medida contrata Paquito. Nessa temporada chegam também a Aveiro jogadores como Costeado e João Gouveia, com quem Paquito jogou nos tempos do Vitoria de Guimarães, bem como Abdel Ghani que se tornou um verdadeiro ídolo. Sob o comando do técnico do belga Jean Thissen, o Beira Mar, a muito custo, consegue alcançar a manutenção na 1ª Divisão Nacional, com Paquito a disputar 24 jogos na prova e apontando 3 golos. A sua produção ao longo da temporada foi reconhecida e por isso, continuou na temporada seguinte ao serviço do clube aveirense.
(Paquito é o 1º, em baixo a contar da direita para a esquerda. Costeado, também esta em baixo na outra extrema. Em cima, podemos reconhecer, Abdel Ghani, João Gouveia, Dinis e o Guarda redes Miguel, mais famoso actualmente, por ser o guardião da selecção de futebol de Praia)Jean Thissen era, porem, um técnico com uma filosofia virada mais para o resultado, do que para o espectáculo. Preparava e constituía as suas equipas assentes em princípios defensivos e de contenção, com grande espírito de luta e sacrifício dos seus jogadores. Esta forma de encarar o futebol não potenciava muito as características de Paquito. Contudo, se esta filosofia de jogo deu os seus frutos na primeira temporada do Beira Mar na 1ª Divisão, já na 2ª época, os resultados eram escassos e o treinador belga acabou por ceder o seu lugar ao adjunto Vítor Urbano, que comandou os destinos da formação até ao final da temporada, alcançando a manutenção de forma mais tranquila, por via da 11ª posição na classificação.
Paquito foi utilizado ao serviço do Beira Mar em 24 jogos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão na sua Edição de 1989/90, apontando apenas 1 golo. Nessa equipa a experiência continua a marcar presença, com nomes alem dos acima referidos, como o avançado Freire, os médios Sousa e Mário Jorge, e o guarda-redes Quim.
Já com 30 anos de idade Paquito deixa o Beira Mar e segue mais para Sul, desta feita para se incorporar no Torreense, naquela altura treinado pelo nosso actual treinador principal Manuel Cajuda. Estava, contudo, em fim de carreira o jogador Paquito e apenas por 6 vezes foi utilizado por Manuel Cajuda na equipa que se classificaria na 3ª posição da 2ª Divisão de Honra e assim alcançando o ultimo lugar que permitia o acesso à 1ª Divisão.
Joga ainda na época de 1991/92 pelo FC Vizela, num regresso ao Minho para representar a equipa vizelense na disputa do Campeonato Nacional da 2ª Divisão B Zona Norte.
Joga ainda na época de 1991/92 pelo FC Vizela, num regresso ao Minho para representar a equipa vizelense na disputa do Campeonato Nacional da 2ª Divisão B Zona Norte.
Ao nível das selecções nacionais, Paquito foi por 6 vezes internacional pela Selecção portuguesa de Juniores, 4 pela Selecção de Esperanças e 4 vezes pela Selecção olímpica de Portugal, totalizando assim 14 internacionalizações. Enquanto esteve ao serviço do Vitoria esteve muitas vezes na calha para uma chamada à principal Selecção de Portugal, que contudo nunca se veio a concretizar. Esteve presente, e foi titular na equipa de Portugal que disputou o Torneio de Toulon em 1981, apontando um golo contra a Itália, numa vitória da Selecção das quinas por 6-1.
Actualmente o Sr. Francisco José Costa Saura, o nosso Paquito, com 46 anos de idade, integra o departamento de futebol juvenil do Rio Ave, ocupando principalmente as funções de treinador adjunto da equipa de Juvenis. Alem disso, creio que juntamente com os seus irmãos, os conhecidos Saura, exploram um Restaurante na cidade de Vila do conde. Os 3 irmãos Saura, o Luís, o André e o Francisco, mais conhecido por Paquito, deixaram a sua marca no futebol português, sendo certo que nenhum dos outros 2 atingiu o estatuto que Paquito alcançou. O Luís Saura chegou a jogar com Paquito no Rio Ave, e penso que mais tarde acabaria por jogar no Portimonense, sendo até internacional pela Selecção de Esperanças de Portugal. O André Saura, o mais novo de todos, jogou pelo menos no Varzim S.C. na 1ª Divisão Nacional.
Paquito integra ainda a Selecção Nacional de veteranos, chamado de clube de Portugal e participa em diversos torneios de na vertente de futebol de praia em representação do FC Porto.
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