Jeferson herda a camisola de Niquinha
Talvez ainda um pouco descontextualizado com a realidade do futebol em Portugal, apesar de ter treinado no Setúbal esta pré-época, antes de assinar pelo Rio Ave, o defesa-central Jeferson colocou a fasquia muito alta. "Som ambicioso. Quero ajudar a equipa a ficar entre os cinco primeiros", disse ontem o brasileiro na sua apresentação, garantindo que, por ser esquerdino, também joga como lateral. "Tenho velocidade e uma boa impulsão", acrescentou ainda o novo herdeiro da camisola 5, número anteriormente usado por Niquinha. Ontem, em Vila do Conde, Rio Ave e Gil Vicente não foram além de um empate sem golos.
Talvez ainda um pouco descontextualizado com a realidade do futebol em Portugal, apesar de ter treinado no Setúbal esta pré-época, antes de assinar pelo Rio Ave, o defesa-central Jeferson colocou a fasquia muito alta. "Som ambicioso. Quero ajudar a equipa a ficar entre os cinco primeiros", disse ontem o brasileiro na sua apresentação, garantindo que, por ser esquerdino, também joga como lateral. "Tenho velocidade e uma boa impulsão", acrescentou ainda o novo herdeiro da camisola 5, número anteriormente usado por Niquinha. Ontem, em Vila do Conde, Rio Ave e Gil Vicente não foram além de um empate sem golos.
NO INTERVALO DO JOGO-TREINO
Jeferson foi apresentado no intervalo do jogo-treino com o Gil Vicente e explicou a mudança de rota, dado que já se treinara no V. Setúbal. "Os dirigentes não foram rápidos nas negociações com o Rio Preto. Estou feliz no Rio Ave", disse o central brasileiro, de 22 anos. O encontro foi fraco e o empate resume a tarde de pouca inspiração.
Jeferson foi apresentado no intervalo do jogo-treino com o Gil Vicente e explicou a mudança de rota, dado que já se treinara no V. Setúbal. "Os dirigentes não foram rápidos nas negociações com o Rio Preto. Estou feliz no Rio Ave", disse o central brasileiro, de 22 anos. O encontro foi fraco e o empate resume a tarde de pouca inspiração.
Autor: L.L.






