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"Hoje joga o rio ave uma das jornadas mais importantes da história do clube. E eu como ex-atleta e simpatizante espero que consigam ultrapassar mais este desafio rumo ao acesso da fase de grupos. Estarei a torcer por vós. Força Rio Ave"
total de 809 jogos na 1ª Divisão/Liga / 904 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 848 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014
Agenda para 2019/20 Apostas Assistências Castigos Convocados Cromos Efemérides Nomeações Relatórios dos Jogos Rankings
LIGA NOS 2018/19 11/AGO 20h30 1ª jornada Rio Ave FC - Vitória Guimarães 16/AGO 20h30 2ª jornada Famalicão - Rio Ave FC 23/AGO 21h30 3ª jornada Rio Ave FC - Aves
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 19/DEC h 5ª eliminatória Sporting - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 03/AGO 18h00 2ª fase Rio Ave FC - Oliveirense
EURO-ADVERSÁRIOS: Gotemburgo; Elfsborg; Dínamo de Kiev; Steaua de Bucareste; Aalborg; Slavia de Praga; Jagiellonia Bialystok;
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Imprensa do dia
O JOGO
Rio de formação
No encontro em que o Rio Ave conseguiu travar o líder Braga, graças a um empate com golos de João Tomás e Evaldo, quatro dos titulares da equipa de Carlos Brito eram produtos da sua formação. Aos experientes Zé Gomes e André Vilas Boas, juntaram-se os jovens Vítor Gomes e Fábio Faria, numa aposta forte do clube. Acrescente-se Tiago Terroso e André Serrão, duas promessas que fazem parte do plantel, ainda que não sejam apostas habituais. Com estes seis, num plantel de 26 elementos, e à excepção de Sporting, na Liga Sagres, e de Varzim, na Liga Vitalis, ambos com mais de dez jogadores nos respectivos quadros, o Rio Ave é um dos emblemas que, actualmente, melhor resultados obtém do sector juvenil.
André Vilas Boas, 26 anos, capitão de equipa, confessa que "a maioria dos adeptos gosta de ver" jogadores da formação. "Eu e o Zé Gomes, como mais velhos, tentamos ajudar quem chega", acrescenta, perante André Serrão, 23 anos, que realizou "um sonho de criança".
A "proximidade com os adeptos" é outro factor a ter em conta nesta aposta, lembra Fábio Faria, internacional sub-21, enquanto que Vítor Gomes, 21 anos, ressalva que "existe um sentimento" que os torna "um pouco diferentes dos outros", ideia também apoiada por Tiago Terroso, da mesma idade, para quem a mística "pode fazer diferença". "Sentimos a camisola e a equipa fica mais forte", completou.
Zé Gomes, 33 anos, prefere deixar uma mensagem às centenas de jovens da formação, lembrando a importância de "não pensarem em exclusivo no futebol". "Os pais pensam que todos podem vir a ser o novo Cristiano Ronaldo, o que é raro. A formação como homem é fundamental", concluiu o mais experiente deste grupo de caxineiros.
Coentrão e Miguelito no expositor
Num passado recente, foi o Benfica que melhor aproveitou o trabalho da cantera do Rio Ave, contratando Miguelito e Fábio Coentrão. Se, no primeiro caso, a passagem pelo clube da Luz não correu bem, uma vez que Miguelito, actualmente a jogar no Marítimo, foi pouco utilizado, já a situação de Fábio Coentrão parece destinada ao sucesso. Tendo custado, em 2007, cerca de um milhão de euros, e depois de empréstimos a Nacional, aos espanhóis do Saragoça e Rio Ave, já rende golos e assistências no renovado Benfica. Ainda anteontem, participou em nova goleada encarnada jogando como lateral-esquerdo.
De Paulinho a Alípio
Numa análise à história de jogadores famosos saídos da cantera vila-condense, é impossível não lembrar o caso de Alípio, avançado brasileiro vendido ao Real Madrid, na época passada, rendendo cerca de 600 mil euros. Numa transferência pouco comum, que teve o dedo empresário Jorge Mendes, o gigante espanhol contratou um jovem de 16 anos que nunca havia alinhado em jogos oficiais pelo Rio Ave. Ainda que se trate de um atleta estrangeiro, este é um bom exemplo de que o trabalho na formação do clube não serve apenas a questão social, existindo uma forte preocupação com a vertente negócio. Recuando no tempo, Paulinho Santos, que se notabilizou no FC Porto e na Selecção Nacional, foi um dos expoentes máximos do sector de formação do Rio Ave.
ANDRÉ VELOSO GOMES
RECORD
Ricardo Chaves pagou o lanche e marcou golão
MÉDIO COMPLETOU 32 ANOS
Carlos Brito submeteu ontem os jogadores do Rio Ave a duas sessões de treino, sendo a de manhã com mais intensidade para os que empataram com o Sp. Braga. Só André Serrão, a recuperar de uma entorse no joelho direito, treinou-se à parte, enquanto Wires, ao sentir uma dor nos gémeos direitos no decorrer dos exercícios também ficou de fora, com gelo na perna, por prevenção.
O médio Ricardo Chaves, ao completar 32 anos, teve de pagar o lanche no fim do treino matinal, e na parte de tarde apontou um golão, com forte remate de longe, contribuindo, juntamente com Gama e Fogaça, para a vitória por 3-2 dos "brancos" sobre os "laranjas", que tiveram como marcadores João Tomás e... o guarda-redes Mora.
Autor: L.L.
Rio de formação
No encontro em que o Rio Ave conseguiu travar o líder Braga, graças a um empate com golos de João Tomás e Evaldo, quatro dos titulares da equipa de Carlos Brito eram produtos da sua formação. Aos experientes Zé Gomes e André Vilas Boas, juntaram-se os jovens Vítor Gomes e Fábio Faria, numa aposta forte do clube. Acrescente-se Tiago Terroso e André Serrão, duas promessas que fazem parte do plantel, ainda que não sejam apostas habituais. Com estes seis, num plantel de 26 elementos, e à excepção de Sporting, na Liga Sagres, e de Varzim, na Liga Vitalis, ambos com mais de dez jogadores nos respectivos quadros, o Rio Ave é um dos emblemas que, actualmente, melhor resultados obtém do sector juvenil.
André Vilas Boas, 26 anos, capitão de equipa, confessa que "a maioria dos adeptos gosta de ver" jogadores da formação. "Eu e o Zé Gomes, como mais velhos, tentamos ajudar quem chega", acrescenta, perante André Serrão, 23 anos, que realizou "um sonho de criança".
A "proximidade com os adeptos" é outro factor a ter em conta nesta aposta, lembra Fábio Faria, internacional sub-21, enquanto que Vítor Gomes, 21 anos, ressalva que "existe um sentimento" que os torna "um pouco diferentes dos outros", ideia também apoiada por Tiago Terroso, da mesma idade, para quem a mística "pode fazer diferença". "Sentimos a camisola e a equipa fica mais forte", completou.
Zé Gomes, 33 anos, prefere deixar uma mensagem às centenas de jovens da formação, lembrando a importância de "não pensarem em exclusivo no futebol". "Os pais pensam que todos podem vir a ser o novo Cristiano Ronaldo, o que é raro. A formação como homem é fundamental", concluiu o mais experiente deste grupo de caxineiros.
Coentrão e Miguelito no expositor
Num passado recente, foi o Benfica que melhor aproveitou o trabalho da cantera do Rio Ave, contratando Miguelito e Fábio Coentrão. Se, no primeiro caso, a passagem pelo clube da Luz não correu bem, uma vez que Miguelito, actualmente a jogar no Marítimo, foi pouco utilizado, já a situação de Fábio Coentrão parece destinada ao sucesso. Tendo custado, em 2007, cerca de um milhão de euros, e depois de empréstimos a Nacional, aos espanhóis do Saragoça e Rio Ave, já rende golos e assistências no renovado Benfica. Ainda anteontem, participou em nova goleada encarnada jogando como lateral-esquerdo.
De Paulinho a Alípio
Numa análise à história de jogadores famosos saídos da cantera vila-condense, é impossível não lembrar o caso de Alípio, avançado brasileiro vendido ao Real Madrid, na época passada, rendendo cerca de 600 mil euros. Numa transferência pouco comum, que teve o dedo empresário Jorge Mendes, o gigante espanhol contratou um jovem de 16 anos que nunca havia alinhado em jogos oficiais pelo Rio Ave. Ainda que se trate de um atleta estrangeiro, este é um bom exemplo de que o trabalho na formação do clube não serve apenas a questão social, existindo uma forte preocupação com a vertente negócio. Recuando no tempo, Paulinho Santos, que se notabilizou no FC Porto e na Selecção Nacional, foi um dos expoentes máximos do sector de formação do Rio Ave.
ANDRÉ VELOSO GOMES
RECORD
Ricardo Chaves pagou o lanche e marcou golão
MÉDIO COMPLETOU 32 ANOS
Carlos Brito submeteu ontem os jogadores do Rio Ave a duas sessões de treino, sendo a de manhã com mais intensidade para os que empataram com o Sp. Braga. Só André Serrão, a recuperar de uma entorse no joelho direito, treinou-se à parte, enquanto Wires, ao sentir uma dor nos gémeos direitos no decorrer dos exercícios também ficou de fora, com gelo na perna, por prevenção.
O médio Ricardo Chaves, ao completar 32 anos, teve de pagar o lanche no fim do treino matinal, e na parte de tarde apontou um golão, com forte remate de longe, contribuindo, juntamente com Gama e Fogaça, para a vitória por 3-2 dos "brancos" sobre os "laranjas", que tiveram como marcadores João Tomás e... o guarda-redes Mora.
Autor: L.L.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Imprensa do dia
RECORD
Fábio Coentrão: «Ainda somos jovens mas responsáveis»
ASSUME PAPEL DE RELEVO ENTREGUE AOS INTERNACIONAIS DO CLUBEO Rio Ave aposta o tudo por tudo na Liga nos pés de Fábio Coentrão, Yazalde e Candeias, internacionais Sub-21 que se encontram em Vila do Conde a título de empréstimo. Por se tratar de jovens com elevado potencial e cujo futuro nada depende da classificação do Rio Ave, muito se pode especular sobre a disponibilidade e rendimento que o tridente apresentará nas dez finais que o clube tem pela frente na missão de alcançar a permanência.
Ciente desta nuance, Carlos Brito garante depositar confiança total nos seus atletas, e Fábio Coentrão assume a concentração exigida para os jogos que restam.
"Sinto-me preocupado com o cenário atual, mas ao mesmo tempo tranquilo, porque tenho noção da qualidade que esta equipa tem", comenta Coentrão, afastando qualquer ponta de irresponsabilidade pelo facto de, tal como Yazalde e Candeias, ser bastante novo:
"Ainda somos jovens, mas responsáveis e profissionais. Aliás, sinto que todo o grupo está determinado a superar as dificuldades e é nessa perspetiva de equipa que temos de encarar as coisas. Porque não basta eu, o Yazalde ou o Candeias mostrarmos vontade e darmos mais um pouco no campo. Temos de remar todos para o mesmo lado." Autor: PEDRO MALACÓ
O JOGOFábio Coentrão: «Ainda somos jovens mas responsáveis»
ASSUME PAPEL DE RELEVO ENTREGUE AOS INTERNACIONAIS DO CLUBEO Rio Ave aposta o tudo por tudo na Liga nos pés de Fábio Coentrão, Yazalde e Candeias, internacionais Sub-21 que se encontram em Vila do Conde a título de empréstimo. Por se tratar de jovens com elevado potencial e cujo futuro nada depende da classificação do Rio Ave, muito se pode especular sobre a disponibilidade e rendimento que o tridente apresentará nas dez finais que o clube tem pela frente na missão de alcançar a permanência.
Ciente desta nuance, Carlos Brito garante depositar confiança total nos seus atletas, e Fábio Coentrão assume a concentração exigida para os jogos que restam.
"Sinto-me preocupado com o cenário atual, mas ao mesmo tempo tranquilo, porque tenho noção da qualidade que esta equipa tem", comenta Coentrão, afastando qualquer ponta de irresponsabilidade pelo facto de, tal como Yazalde e Candeias, ser bastante novo:
"Ainda somos jovens, mas responsáveis e profissionais. Aliás, sinto que todo o grupo está determinado a superar as dificuldades e é nessa perspetiva de equipa que temos de encarar as coisas. Porque não basta eu, o Yazalde ou o Candeias mostrarmos vontade e darmos mais um pouco no campo. Temos de remar todos para o mesmo lado." Autor: PEDRO MALACÓ
Figura Rio Ave
LIVRAMENTO O génio criativoCom Carlos Brito, tem alternado entre o banco e a titularidade, mas, e em função da necessidade de se assumirem as despesas do jogo frente ao Marítimo, Livramento poderá liderar o meio-campo. Sendo um tecnicista, pode criar desequilíbrios e servir o ataque para fazer a diferença. O pequeno génio pode ser decisivo no ataque, mas também terá de ajudar a defesa na luta pela posse de bola. A.V.G.
Lançados por Brito
O Mundo dá muitas voltas, e o futebol também, tantas que as promessas lançadas no passado são os adversários de hoje. Carlos Brito que o diga, pois, frente ao Marítimo, defrontará Miguelito e Paulo Jorge, dois jogadores que lançou no escalão maior, o primeiro quando treinava o Rio Ave, o segundo no Boavista. O treinador conhece-os melhor do que ninguém e já terá alertado os seus actuais jogadores para as virtudes e defeitos de ambos.Sob a orientação de Carlos Brito, que o lançou na primeira divisão aos 18 anos, em 20 de Maio de 1999, frente ao Benfica (1-1), Miguelito fez 123 jogos e foi campeão da Liga de Honra em 2002/03. Recusado pelo Varzim, clube da sua terra - onde ouviu que era demasiado frágil para jogar futebol -, o polivalente esquerdino despertou o interesse dos vila-condenses num torneio de futsal e entrou para os escalões de formação do Rio Ave. Na época 1999/2000, aos 18 anos, o olho clínico de Carlos Brito não o deixou escapar, levando-o para a equipa sénior e fazendo-o abandonar a profissão de aprendiz de electricista. Fez 11 jogos, marcou um golo e garantiu um lugar na equipa na época seguinte. Miguelito não esquece o clube que o lançou e, num gesto de gratidão e respeito, recusou festejar o golo que apontou na vitória do Nacional sobre o Rio Ave em 2005/06.
Paulo Jorge é outra das descobertas de Brito, tendo sido contratado pelo Boavista em 2005/06 depois de uma época fabulosa ao serviço do Maia, na Liga de Honra, onde se distinguiu com grandes golos e assistências dignas de um estojo de magia. A estreia na divisão principal aconteceu frente à Naval (2-2), e Paulo Jorge acabou por fazer 25 jogos, trocando na época seguinte os axadrezados pelo Benfica, clube que Miguelito também representou. RUI FERREIRA
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