A formação do Rio Ave sofreu profundas transformações nos últimos anos, tanto ao nível mais visível dos resultados, infra-estrutural, renovaram-se os quadros técnicos, aumentou-se exponencialmente o número de equipas e de atletas na formação. A escolinha de futebol teve um "boom" de novos inscritos. Tudo isto não se deve a uma pessoa só, mas não deixa de ser verdade que o principal responsável foi o coordenador, na pessoa do François.
Muito haverá a melhorar certamente, desde logo porque me pareceu que esteve muito só para acompanhar tantas equipas. Tem necessariamente que haver ao nível intermédio alguém que faça a ponte, principalmente dos sub-13 para baixo.
Ao que se pode apurar a saída deve-se a desinteligências com alguns quadros diretivos, algo que já vem de alguns anos e que se veio degradando com o tempo, até chegar ao ponto de rutura, nomeadamente pelo facto de não ter tido carta branca na escolha dos adjuntos da equipa B. Mas se foi aguentando ao longo dos tempos e se mostrou irredutível na hora de apresentar a carta de admissão é porque entretanto surgiu um projeto irrecusável.
Na minha óptica, entre a chegada de François à coordenação juvenil e a sua saída, o clube cresceu exponencialmente com o seu trabalho.
Resta-me desejar-lhe as maiores felicidades.
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