domingo, 2 de setembro de 2018

1ª parte horrível...melhorzinhos na segunda

Desligados, desconcentrados e sem alma, foi como entramos para este jogo frente a um Portimonense que já havíamos vencido de forma feliz para a taça da Liga. O Rio Ave da primeira parte, principalmente, abusou do jogo individual e não me pareceu haver entrosamento entre a equipa, não estranhando por isso que não tenhamos chegado à baliza contrária, tendo o Portimonense, a melhor equipa em campo, chegado ao golo, podendo até ter aumentado a diferença até ao intervalo.
Na segunda parte, com a entrada de Jambor para a saída de Leandrinho, o jogo mudou de figura, foi mais fluído e seguro no meio-campo, estranhando-se por isso a teimosia de José Gomes em deixar Jambor e Schmidt de fora do onze inicial em todos os jogos até ao momento. Gabrielzinho marcou o golo do empate na fase do jogo em que estivemos melhor e logo de seguida quase "ganhamos" um penaltie que o VAR transformou em livre direto fora da área, sendo que, a partir dessa falta sobre Galeno, o Rio Ave ficou em superioridade numérica. A partir daí a equipa parece que entrou em letargia novamente e não conseguia furar a defensiva algarvia que havia baixado o bloco entretanto. Diego Lopes e Vinícius também entraram na fase de desespero numa tentativa do treinador dar maior poder ofensivo, saindo Bruno Moreira numa troca por troca e Tarantini numa opção mais arrojada, até porque, o adversário ficou entretanto a jogar com nove. E foi já em desespero de causa que numa recuperação de bola junto à linha lateral de Diego que a bola foi parar aos pés de Dala, tendo este gizado uma jogada individual que só parou no fundo das redes para a explosão de alegria do público da casa.

Bruno Moreira foi sempre mal servido na frente de ataque

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