▼

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Há ou não há Gripe A

No plantel profissional do Rio Ave F.C.?
Afinal o Fábio Faria foi dispensado do estágio da Selecção por apresentar síndrome febril!
O que escrevi antes sobre a selecção sub-21 (aqui e aqui) não retiro uma vírgula mas já são cinco os casos de jogadores nossos que encontram-se neste estado.
Há uns tempos atrás chamei a atenção para a pobreza franciscana que ainda grassa no nosso clube com a distribuição de água, além de não respeitar os padrões higiénicos é meio caminho andado para a propagação da Gripe A.
Acabem lá com essa merda e comprem garrafas individuais. Se não houver dinheiro para isso reduzam no ordenado do pessoal médico... por exemplo.

7 comentários:

  1. Realmente é verdade, até comentamos isso num dos jogos da pré-época, é inadmissivel que uma equipa profissional como a nossa e com o surto de gripe que existe, não existirem bidons de água individuais. Recordo-me perfeitamente de teres aqui neste espaço chamado à atenção para esse facto. Não sei se é gripe A, mas que é estranho é...

    ResponderEliminar
  2. Nas camadas jovens acontece a mesma situação.

    ResponderEliminar
  3. Seguramente não é gripe A, porque os atletas já voltaram hoje aos treinos.
    No entanto, não deixam de ser pertinentes as suas observações.

    http://rioave-fc.blogs.sapo.pt/

    abraços

    ResponderEliminar
  4. AMIGO BORGES,
    AGRADEÇO A VOSSA PREOCUPAÇÃO, EM RELAÇÃO ÁS GARRAFAS E ÁS CONDIÇÕES DE HIGIENE, MAS OLHA AS GARRAFAS SÃO NUMERADAS PARA CADA JOGADOR.TODAS AS GARRAFAS SÃO INDIVIDUALIZADAS QUERO NO RELVADO, QUER OS BIDONS NO BALNEÁRIO PARA AS VITAMINAS.PORTANTO O PROBLEMA NÃO SE POEM POR AÍ.
    QUANTO Á GRIPE A, GARANTO-TE QUE NÃO É,POIS FIZEMOS O DESPISTE.É APENAS 1 VIROSE NORMAL QUE ESTÁ CONTROLADA.TANTO QUE HOJE JÁ TREINARAM QUASE TODOS.
    1 ABRAÇO
    PIMENTA

    ResponderEliminar
  5. Lembro-me muito bem que esse treino que o Borges fala as garrafas de água para os atletas eram de litro e meio e não eram mais de uma dúzia. Os atletas eram bem mais de uma dúzia e vimos jogadores a partilharem água da mesma garrafa.
    Se já não é assim então muito bem. O ideal é servirem a água em copos de cartão (recicláveis) assim cada jogador pega um copo, refresca-se e vai à sua vida.
    Há que minimizar os riscos e maximizar a higiene.

    ResponderEliminar
  6. Ok Pimas, o meu comentário reporta-se aquele jogo de pré-época, se já não é assim, óptimo. Fica aqui a correcção por alguém que melhor do que ninguém sabe do que fala. Já agora, um grande abraço ao nosso fisioterapeuta.

    ResponderEliminar
  7. E claro que o facto de eu embirrar com este caso apenas deve-se ao apenas de ser nestes singelos pormenores que tem-se uma ideia muito abrangente como funciona um clube. Um clube pequeno, simpático e pobrezinho e que todos partilham da mesma tigela.
    Se no meu tempo, e eu não sou tão velho quanto isso, isto era normal, nos dias de hoje com a produção massiva da canalha em viveiros cujos anticorpos não são naturais mas sim fabricados em laboratório, com a vantagem de reduzir por exemplo a mortalidade infantil, os mínimos descuidos podem revelar-se fatais. Cinco deles apanharam febre felizmente a uma distância que permita a recuperação para o jogo de domingo.
    E se os sintomas aparecessem na sexta ou sábado? Como era a história?
    Mas olhe que há mais coisas que dão para embirrar mas um tipo tem que se controlar, não é?

    ResponderEliminar