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sexta-feira, 8 de junho de 2012

O próximo capitão (I)


Como sócio e adepto habituei-me desde sempre a avaliar da bancada o desempenho de jogadores, treinadores e outros elementos que ao longo dos anos fizeram e fazem parte deste grandioso Clube.

Recordo-me na minha juventude quando coloquei a hipótese entre tentar a sorte nas camadas jovens ou continuar a vibrar da bancada optei por esta última.

É portanto da bancada que gosto de ver e avaliar aqueles que vestem a nossa camisola e não ligar muito aodiz que disse dos bastidores.

Entre coisas boas e menos boas que já vivi neste clube destaco alguns episódios menos bons que de certa forma marcaram-me negativamente como sócio e adepto. São episódios relacionados com alguns jogadores que chegaram a carregar a braçadeira de capitão, que de forma positiva marcaram para sempre este Clube mas a forma como terminaram a sua relação como jogadores não é o melhor dos exemplos.

O primeiro foi o Duarte, após 13 épocas ao nosso serviço, conhecendo apenas o nosso Clube como jogador, terminou a carreira, ou foi dispensado, na época 1985/86. Acho que foi a primeira vez que senti-me órfão de um jogador e lembro-me que na altura tive um sentimento de revolta pois acreditava que o Duarte, como jogador, tinha ainda muito para dar ao nosso Clube ou não tivesse ele feito 29 jogos na sua última época.
Regressou na época 1987/88 como adjunto do “famigerado” Mário Juliatto.
(cont.)

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