Bastou ver os minutos finais do jogo dos infantis para perceber o que aí vinha no jogo grande da tarde. No jogo dos infantis contra a equipa do Porto vi os nossos jovens roubarem bolas chutando apenas nas bolas por 2 ou 3 vezes e vi o árbitro marcar falta contra nós.
E se no jogo dos juniores o varzim acabou com 10 jogadores não é exagero algum se eu disser que o jogo nem deveria ter chegado ao fim pois além do árbitro ter perdoado o segundo amarelo aos dois polaquitos que jogaram como laterais esquerdo (no caso do jogador n. 14 além de lhe ter perdoado o 2º amarelo mostrou cartão amarelo ao Nuno por pretensa simulação nas barbas do merdoso do bandeirinha) e não ter mostrado cartão amarelo a um jogador suplente, que se preparava para substituir um colega, quando este entrou em jogo e o colega ainda estava perto do círculo do meio campo deu-se por duas vezes o caso de ter interrompido por vezes duas jogadas nossas quando os nossos jogadores preparavam-se para ficar isolados apenas para mostrar a porra do cartão amarelo aos infractores polacos.
Sempre pensei que as jogadas interrompem-se quando:
ou o jogador da equipa que sofre a falta não consegue dar seguimento à jogada;
ou quando o jogador faltoso é merecedor de cartão vermelho.
Não só os nossos jogadores conseguiram dar seguimento às jogadas como apenas mostrou cartão amarelo aos infractores beneficiando descaradamente estes.
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