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domingo, 9 de fevereiro de 2014

+ 1 ponto

O Rio Ave conseguiu hoje mais um ponto ao empatar 1-1 com o Arouca em casa somando agora 22, ficando a 4 de estatisticamente garantir a manutenção. Um onze inicial com algumas alterações relativamente ao habitual, devido ao jogo que tivemos a meio da semana passada e do importante jogo que teremos também na próxima 5ª feira. O forte vento condicionou bastante o jogo. Beneficiou o Rio Ave de ter iniciado a partida a favor do vento para dominar a primeira parte e adiantar-se no marcador após uma boa jogada de insistência de Edimar pela esquerda que cruza para o segundo poste para o remate certeiro de Ukra. Continuámos a dominar na primeira parte mas sem conseguir aumentar o marcador.
Para o segundo tempo, NES retira Braga e coloca Roderick, subindo Tarantini para o lugar de Braga na posição mais avançada do meio campo e subindo Vilas Boas de central para médio mais defensivo, devido ao previsível domínio do Arouca impulsionado pelo vento. A primeira meia hora foi da segunda parte foi realmente de domínio do Arouca tendo o Rio Ave dificuldade em chegar ao meio campo adversário. Se o forte vento indica que será melhor jogar junto ao solo, o relvado degradado aconselha a que se jogue mais pelo ar, pelo que a conjugação dos dois factores torna difícil a prática do futebol. Quando o vento abrandou o Rio Ave conseguiu ainda assim criar duas boas ocasiões de golo, primeiro numa acção individual de Nuno Lopes que remata à figura e depois noutra jogada de Sandro Lima que assiste Renato Santos para uma defesa de recurso de Cássio. Depois de Ederson ter evitado dois golos quase certos, parecia que o Rio Ave estava finalmente a conseguir aliviar a pressão do Arouca e estava nesta altura a mostrar garra, ganhando quase todas as bolas divididas. Foi já nos descontos no entanto que o Arouca conseguiu empatar, com um cabeceamento após cruzamento da esquerda, não deixando tempo de reacção ao Rio Ave. Aceita-se o empate, mas a vitória do Rio Ave teria premiado a boa entrega dos jogadores nestas condições adversas. Em termos individuais, destaque pela negativa para Nuno Lopes, que esteve uns furos abaixo do que nos habituou, e pela positiva Tarantini e Vilas Boas que foram a face mais visível da entrega ao jogo, bem como Ederson que conseguiu tirar dois golos certos ao Arouca.
Após o golo do Arouca, houve uns desacatos na nossa bancada devido aos festejos. Já por diversas vezes aqui mencionámos que qualquer dia haverá problemas sérios devido aos confrontos com os adeptos adversários. Se com os "grandes" até se percebe que em alguns jogos o resto do estádio não consiga albergar todos os adeptos, mas ainda assim, esses adeptos "infiltrados" limitam-se a festejar os golos, desta vez até claque adversária tivemos na nossa bancada coberta. Ainda esta semana mencionámos o tratamento a que somos sujeitos noutros estádios e o tratamento vip que nós damos aos adversários. Eu por princípio até sou a favor de as pessoas se sentarem onde se quiserem, desde que haja respeito mútuo, mas no mundo do futebol, com as emoções à flor da pele, muitas pessoas fervem em pouca água e é mais prudente separar as águas. Vai ser preciso haver feridos para se colocar uma separação na bancada coberta para que os adeptos do Rio Ave possam ver os jogos descansados?
Enquanto isso, há que carregar as baterias para o jogo de 5ª feira que em caso de vitória nos dará um acesso histórico a uma final, algo que já não acontece há 30 anos.

FORÇA RIO AVE!

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