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sábado, 8 de novembro de 2014

Ainda o fora de jogo na Luz

"Não são as definições da regra 11 de fora de jogo, claras e objectivas, a causarem transtorno, este advém, sobretudo, das concretas condições em que ocorre a análise mas, também, de adequadas, ou não, apetências dos árbitros assistentes pela sua interpretação, a que acrescem transmissões televisivas manifestamente parciais. O último lance do género, gerador de discussão, afectou o Rio Ave Futebol Clube. Se, ao invés, beliscasse o Benfica ainda correriam rios de tinta e seria abertura de noticiários"..."Sobre o lance de fora de jogo que "inviabilizou" empate do Rio Ave no estádio da Luz quem, equidistante, com base na pejorativa linha virtual(duas linhas paralelas tendem tocar-se no infinito, não no espaço de 40,32m) projetada pela tendenciosa transmissão do canal televisivo(de clube) e posição paupérrima do assistente, pode afirmar irregularidade?
Espúria foi a transmissão, espúrio é apoiar decisão de arbitragem!

Jorge Coroado in jornal ojogo de 7 de novembro.

Ps: as palavras a negrito são de minha autoria, e por isso, o que considero mais importante e que revelam o meu pensar.

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