Mário Vaz considera, no entanto, “estranho” a duração dos contratos estabelecidos entre operadores e clubes, em alguns casos por 10 anos ou mais, dado que a última intervenção do regulador da concorrência sobre o tema determinava que os contratos com os clubes não podiam ter mais de três anos. “Dez anos pode ser a expectativa máxima da duração do contrato entre as partes”, diz, “mas acho estranho que os contratos sejam de 10 anos”.
Mário Vaz, CEO da Vodafone in dinheirovivo
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