Por motivos vários não me manifestei sobre o último jogo, a vitória sobre o Tondela. Ganhamos justamente, ainda que, até ao golo de Yazalde o nosso futebol não tenha diferido muito relativamente à era Capucho. Ainda assim, chegamos ao golo com total merecimento porque éramos também a melhor equipa em campo. A diferença resumiu-se ao capítulo da finalização/aproveitamento, a nossa maior pecha. Relembro que este golo de Yazalde foi o primeiro do atleta durante esta época. A partir do golo, sim, fomos melhores do que costumamos ser, o adversário subiu as linhas e deu-nos mais espaço para jogarmos o nosso futebol de qualidade. Decididamente Luís Castro veio para quebrar um ciclo de derrotas, algo que conseguiu de forma sublime e inquestionável, com dois jogos e duas vitórias.
Não queria deixar de salientar, já que estou a falar do último jogo, as exibições fantásticas de Filipe Augusto e Krovinovic, dois jogadores que emprestaram qualidade e dinâmica ao jogo rioavista e foram os jogadores mais do encontro.
Transportando estas considerações para o próximo jogo de segunda-feira em Arouca, dizer que em equipa que ganha não se mexe, não sendo expectável por isso, alterações ao onze inicial, ainda que, tenhamos os regressos após castigo de Guedes e Rúben Ribeiro. Se olharmos para a linha de raciocínio de Luís Castro nos casos de Wakaso e Lionn, tapados agora por Pedrinho e Filipe Augusto, que têm cumprido de forma exímia os seus papéis, quem está de fora terá que esperar pelas suas oportunidades.
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