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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Fim do ciclo de vitórias

O Rio Ave apresentou-se no estádio da Luz com uma forma diferente de jogar para o que é habitual, deixando o 4-3-3 para ter uma linha defensiva de quatro jogadores, Wakaso e Filipe Augusto logo à frente, Heldon, Ruben Ribeiro e Krovinovic nas costas de Guedes que sempre me pareceu muito desamparado lá na frente. Uma espécie de 4-2-3-1 que nunca havíamos visto esta época, nem tão pouco no tempo de Capucho que começou por usar um 4-4-2 até abandonar essa ideia. Talvez para surpreender o adversário, a verdade é que não correu tão bem quanto isso, apesar de bons momentos de posse de bola, fomos inconsequentes no ataque, aonde conseguimos um remate em toda a primeira parte e muito permeáveis na defesa, com dois golos fáceis, em ambos os casos com os Benfiquistas a aparecerem sozinhos a faturar frente a Cássio.
Na segunda parte regressamos à nossa forma de jogar, saindo Krovi e Felipe Augusto(este por lesão), para entrar Tarantini e Gil Dias. O Habitual 4-3-3 foi mais perigoso, conseguimos 4 ou 5 remates perigosos, principalmente o remate de Ruben para grande defesa de Ederson ou o de Heldon. Faltou esse golo para pôr em sentido o adversário, algo que nunca aconteceu. O Benfica foi inconsequente, ficando a dúvida se foi porque o Rio Ave não deixou ou se foram os encarnados a retirarem o pé do acelerador.
Foi o fim do ciclo de vitórias que algum dia tinha de acabar. Ainda estamos dentro do prazo definido por Luís castro que pediu 7 semanas para interiorizar nos jogadores as suas ideias e mesmo assim já conseguiu 12 pontos. Vem aí a taça da Liga em Braga e certamente que ainda estaremos mais fortes do que até ao momento.

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