Vindo dos escalões secundários Espanhóis e agenciado por Jorge Mendes, chegou ao Rio Ave e tinha um contrato de 5 anos à sua espera. Começou a época a titular evidenciando ser uma aposta do clube e do treinador da altura, relegando Pedrinho para a condição de suplente. Um arranque em falso por falta de experiência e aparente falta de qualidade, tendo inclusive comprometido as aspirações da equipa na Liga Europa ao ser expulso ainda na primeira parte da 2ª mão em casa, acabou por perder o lugar para Pedrinho. Logo aí, se percebeu que uma das lacunas no plantel estava na lateral direita e, em cima do fecho do mercado de Agosto, o Rio Ave resgata Lionn num pressing final. A partir daí, Nadjack de seu nome, ex Eliseu Cassamá, percebeu que o seu espaço no plantel estava a fechar-se. Três laterais direitos, com Pedrinho em boa forma, ainda que este pudesse fazer o lado oposto numa falha de Rafa e Lionn a recuperar o tempo perdido e a preparar-se para tomar conta do lugar. O certo é que Pedrinho quando estava numa excelente forma se lesionou, assim como Lionn nas três tentativas de regressar de lesão. O que era um excedente, passou a défice e de três laterais direitos passamos a ter apenas um disponível. A verdade é que o patinho feio, que provavelmente seria dispensado nesta abertura de mercado face ao excesso de opções, tornou-se no titular indiscutível, depois de ter entrado em Braga para substituir Pedrinho e em casa frente ao Chaves para substituir Lionn. Em Belém foi considerado pelos adeptos rioavistas quase por unanimidade como o melhor jogador rioavista. Sem mácula!

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