sábado, 8 de julho de 2017

Jaime Graça agredido por mais de 20 energúmenos

Um jogo que seria amigável terminou ainda na primeira parte pela violência nas bancadas que começou quando 20 ou mais jovens afectos ao Leixões começaram a agredir bárbaramente a nossa ex-glória Jaime Graça. Os adeptos do Rio Ave maioritáriamente famílias tentaram parar com as agressões, tendo-se depois alastrado e generalizado as agressões mútuas.
Os responsáveis do Rio ave deveriam ter prevenido a situação e não ter colocado toda a gente junta, desde o início se previu que isto iria acontecer, como aliás, sempre aconteceu em toda a história dos dois clubes.

8 comentários:

  1. Boa tarde.

    O Leixões acusa e culpa o adepto do Rio Ave, dizendo que ameaçou os seus adeptos com uma arma branca de 20 cm.
    Na página do Facebook deles um adepto corrobora dizendo que a viu.

    Do que sabem ou podem ter visto, confirmam esta teoria?

    O Rio Ave já leva muito tempo de atraso, mas nem foi capaz de comunicar o fim da partida.

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  2. O comunicado deturpa em absoluto tudo o que se passou. A navalha só se viu depois de Jaime Graça estar a ser bárbaramente agredido. Publico parte de uma nota que escrevi num outro post:
    "Presumimos que a SAD do Leixões estava no meio daqueles energúmenos para poder fazer este comunicado. Se não estava como pode tecer tais considerações?
    Por outro lado, garantidamente que toda esta situação não foi despoletada por nenhuma arma branca, mas sim, por um indivíduo se ter dirigido à nossa ex-glória em tons ameaçadores, desconhecendo o motivo de tal facto. A partir daí, praticamente toda a claque de Matosinhos saltou em cima de apenas um homem.
    Os restantes desacatos foram provocados pela revolta de todos os que assistiam àquele triste espectáculo."-Borges

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  3. Mas alguem acredita que iam bater nesse senhor sem que ele tirasse a navalha para fora? Uma vergonha estarem a tentar deturpar o que se passou

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  4. tanto iam que assim foi. foi agredido não por uma mas por mais pessoas antes de sacar do canivete

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  5. segundo vocês estava a ser barbaramente agredido por várias pessoas e ainda assim conseguiu sacar do "canivete" (na minha terra lâminas com 20 centímetros não são canivetes, são facas), deve ser o super-homem!!

    Faço-vos a mesma questão que colocam: estavam lá no meio dos adeptos do Leixões para terem visto isso e terem essas certezas todas?? é claro que não estavam! estão simplesmente a mentir para tentar encobrir a verdade que vos incomoda. Felizmente há (poucas) pessoas sérias que apesar de serem do Rio Ave admitem que a versão do Leixões é a verdadeira.

    Uma vergonha e um falta de tomates a mentira que contam! se no futuro vos acontecer algo do género não se venham queixar a fazer de virgens ofendidas!

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  6. Caro anónimo, o senhor não estava lá de certeza. 20 centímetros tem um facão do mato, mais um pouco diziam que o homem tinha uma catana. Era um canivete, sim senhor, igual a muitos que os pescadores que trabalham nos armazéns de redes utilizam no dia a dia.

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  7. Agora já não recusam a teoria de haver uma arma branca, apenas diminuem o tom de "faca de 20 cms" para um canivete de forma a apaziguar a polémica.
    Mas a verdade é só uma: a vossa "glória" puxou de uma arma branca à frente de uma criança porque houve um sujeito que "insultou" durante a partida-treino um jogador do Rio Ave e filho da tal "glória".
    Ainda bem que a tal "glória" não é pai de um arbitro de futebol senão havia uma chacina num estádio de tanto insultarem a equipa de arbitragem em Portugal (menos em Vila de Conde, já sabemos que, para a Rio Ave SAD, é só anjinhos).

    http://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/noticias/interior/a-confusao-no-final-do-rio-ave-braga-4427931.html

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  8. olha lá oh anónimo, era uma canivete e eu sei disso porque fui eu quem desarmou o jaime graça. não só o desarmei como depois o tirei de lá e acompanhei-o até à porta do estádio e depois voltei para as bancadas. apesar de aquilo ter sido rápido, não me lembro de ter visto lá qualquer criança.

    e mais, e que havia uma nuvem de charro lá isso havia.

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