Quando o Jaime Graça tentou entrar de novo no estádio, foi levado para dentro do Espaço Verde pelo director Manuel Pacheco e por duas funcionárias tendo sido fechada logo de seguida a loja.
Juntaram-se vários membros do Leixões que queriam fazer justiça com as suas mãos e pouco depois chegou o Yazalde, preocupado com o pai, acompanhado pelo Ruben Ribeiro.
Os jogadores estavam calmos e apenas pretendiam que os adeptos do Leixões também se acalmassem, tendo para isso falado, ou tentado falar, com eles.
Mas havia sempre alguém que queria mais. Como o Yazalde tem mais corpo, preferiram meter-se com o Rúben, só que não tiveram essa sorte.
Meteu-se o Rúben dentro da loja e logo começaram aos murros à montra, ficando apenas cá fora o Yazalde.
Entretanto começa-se a ouvir as sirenes da polícia mas sem sinal de os ver.
Veio-se a saber depois que a moina preferiu estacionar escondido o carro-patrulha à espera que as coisas acalmassem ou que chegassem mais reforços, o que aconteceu poucos minutos depois com a chegada de mais um carro patrulha e de dois polícias de calções montados em bicicletas.
Mas aí já não era precisa a polícia. Se algo de grave tivesse que acontecer, teria acontecido sem a intervenção da polícia local.
As coisas ficaram mais calmas, o Yaza foi ter com o pai pela lavandaria. Pouco depois teriam a companhia do Jaiminho.
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