Eram vários os assuntos sobre os quais gostaria de ter falado e levado à discussão na passada AG, mas porque não havia tempo, pelo menos para mim, apenas me foquei em duas propostas que a Direcção fez aprovar em anteriores assembleias e que por acaso eu não votei favoravelmente.
A primeira foi sobre a isenção de quota dos sócios menores de 13 anos (aprovada em 2011 com 2 votos contra e um deles foi meu).
Ora, falei sobre quatro casos de que tive conhecimento, de miúdos que são sócios e que mais tarde inscreveram-se nas escolas de formação.
Antes, esses sócios menores podiam assistir a todos os jogos da 1ª Liga apresentado para isso o cartão de sócio com a tal quota isenta e entravam sem problemas no Estádio.
Mas a partir do momento que se inscreveram nas escolas do Rio Ave FC, caso os encarregados de educação se atrasassem por algum motivo no pagamento da mensalidade da escola, ficavam automaticamente impedidos de entrar no Estádio para assistirem aos jogos… mas podiam treinar à vontade (até ordem em contrário, claro).
Este impedimento de assistirem aos jogos vai contra a proposta apresentada pela própria Direcção em 2011, o que não faz sentido.
A justificação que a Direcção, na pessoa da vice-presidente do departamento administrativo e financeiro Maria Alexandrina Cruz, que me deu, não me convenceu, e, como tem sido hábito no descartar de responsabilidades este mau funcionamento foi atribuído a terceiros, neste caso, nos funcionários do Clube, fazendo lembrar-me, por exemplo, o atirar de responsabilidades para os sócios aquando a venda de bilhetes contra o Benfica mancham a imagem do nosso Clube.
Por isso, se algum menor (que já era sócio antes de se inscrever nas escolas) for novamente impedido voltar a entrar no Estádio, deverão reclamar e exigir a entrada do mesmo no Estádio, por muitas prestações tenham em dívida na escola, dizendo que este assunto já foi falado em assembleia dos sócios.
(cont.)
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