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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Falta gente para ferir o adversário na hora de atacar

Não deixo de sentir orgulho quando chego ao estádio do adversário e vejo os anfitriões estrategicamente atrás da linha da bola a ver-nos jogar. Nós hoje somos encarados como uma equipa grande pelos adversários, mesmo por aqueles que gastaram mais dinheiro, como é o caso do Desportivo das Aves.
Ontem, voltamos a ter a bola em nosso poder na maior parte do tempo, mas um meio-campo desinspirado(mas muito esforçado), não permitiu romper nos espaços interiores, zona de terreno preferencial na hora de atacar. Geraldes esteve mal, raramente conseguiu fazer entrar um passe, Barreto idem e Rúben a complicar, às vezes, o que era fácil. Para além disto, dizer que o nosso problema é o mesmo de sempre. O adversário que já nos conhece, fecha-se atrás e nós de clube grande só temos mesmo a organização e a disposição no terreno, porque de resto faltam-nos individualidades que façam a diferença no último terço, tanto no remate de média distância, como avançados que causem mossa e em que a sua presença, só por si, cause desequilíbrios.
A verdade é que nas poucas vezes que o Aves foi à nossa baliza foi mais efectivo e mais perigoso  do que a nossa equipa, podendo nós dar-nos por satisfeitos com o resultado.
Positivo: fair-play entre apoiantes de clubes rivais(Bus 23)


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