Neste espaço já critiquei negativamente o treinador pelo facto de não saber ler o desenrolar do jogo e fazer as alterações fora de tempo. Fiz-lo após o jogo nos Barreiros e de igual forma após o jogo com o Porto. Nesta jornada Miguel Cardoso fugiu àquilo que tem sido seu timbre e quis mudar logo ao intervalo o rumo dos acontecimentos. Não porque a equipa estivesse em sofrimento, mas sim, para alterar mais um jogo em que raras vezes perfuramos a defesa adversária. Sempre fiel ao seu modelo de jogo, procura nas diferentes características dos seus jogadores a fórmula de maneira a criar nuances que causem desequilíbrios no adversário. Barreto que tem estado em queda deu lugar a Nuno Santos, um jogador mais incisivo, mais rápido e com outro poder de remate. Já há muitos defensores da entrada de Nuno Santos no onze inicial e, ou Barreto começa a dar da perna ou terá o seu lugar em perigo.
PS: penso que esta alteração ao intervalo deu os seus frutos e o Rio Ave passou a acercar-se com mais perigo da baliza adversária. Nota positiva para o míster.
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