Nota prévia: aqui fica uma breve explicação para quem não conhece o significado de “parolo” no léxico rioavista. Em Dezembro de 2015 fomos a Alvalade e viemos de lá com uma derrota por 3-0. Para justificar a exibição e a aparente apatia dos jogadores, o treinador António Sousa disse que “parecíamos uns parolos que tinham ido à cidade”.
1. Venha o Miguel Cardoso, o Luís Castro, o Pedro Martins ou o Nuno Espírito Santo, que há coisas que não mudam... Depois de um bom jogo contra equipas de mais-valia, se apanharmos a seguir um moribundo ou alguém que vem de uma má série de resultados, podemos ter a certeza que sairá daqui mais rijo que um pero. A mística teima em passar mas a parolice parece se transmite em banda larga. Se calhar, só uma razia no balneário poderá mudar esta triste mentalidade;
2. No jogo da Taça contra o Braga, erramos mais do que o habitual, mas aconteceu porque o Braga a isso nos obrigou. Mas hoje, os jogadores do Vitória de Guimarães nem precisavam de se mexer em campo para termos tantos passos errados pelos nossos jogadores. Houve muito mais demérito nosso do que mérito do adversário e segundo o sofascore, dos 520 passes que fizemos, erramos 91 passes (tivemos 83% de precisão) sem que houvesse muita pressão por parte do adversário. E um desses 91 passes errados acabou por dar golo ao adversário;
3. Segundo as estatísticas do sofascore tivemos 73% de posse de bola; 13 remates contra 7 do Vitória de Guimarães; 12 cantos; 520 passes (contra 195) e 83% de precisão (contra 63%); caímos duas vezes em fora-de-jogo (contra 3 do Vitória); fizemos 15 faltas (19 o Vitória) e ganhamos 50 duelos, tantos como o Vitória de Guimarães e 12 desses duelos foram ganhos no ar (14 para o Vitória). O sofascore só não contabilizou a parolice manifestada em campo…
Mais sobre os “parolos”:
http://reiaoave.blogs.sapo.pt/37608.html
http://reiaoave.blogs.sapo.pt/37271.html
http://reiaoave.blogs.sapo.pt/36879.html
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