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domingo, 17 de dezembro de 2017

Duas partes distintas

Uma primeira parte em que o Rio Ave esteve por cima e podia ir com um resultado mais dilatado para o intervalo. Na segunda caímos e o resultado aceita-se. Não foi mau dadas as circunstâncias.
Como havia dito na antevisão, a equipa sentiria algumas dificuldades físicas pelo esforço despendido na quarta-feira, principalmente na segunda parte. Enquanto a equipa esteve fresca foi dona e senhora do jogo, criou oportunidades, concretizou uma e desperdiçou uma mão cheia. Uma grande penalidade terá inclusivamente ficado por assinalar. 1-0 ao intervalo era muito curto para aquilo que havíamos produzido.
Na segunda parte, a primeira substituição foi na equipa de arbitragem e o nosso Rio Ave não teve sorte com isso. Fomos literalmente empurrados pelo senhor Baixinho para trás, o Chaves cresceu e foi-nos encostando à nossa baliza. Deixamos de produzir o nosso futebol de qualidade, não conseguíamos sair com critério e quanto mais o tempo passava menores eram as forças. O Chaves acabou por empatar, o que face às circunstâncias atrás descritas parecia inevitável. Pior ficaram as coisas com a expulsão de Marcelo. Foi aguentar o empate até ao fim, sendo que o Rio Ave teve que disputar mais um prolongamento num curto espaço de de 5 dias, pois o senhor árbitro entendeu prolongar o jogo por mais nove minutos depois dos 90. Sui-generis...

4º golo no campeonato
Guedes voltou a desperdiçar duas soberanas oportunidades e não é por acaso que Novais é a par do ponta de lança o melhor marcador da equipa com 4 golos.

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