(Para os detractores: onde está a mão do Jorge Mendes na contratação do Miguel Cardoso?)
- Quando chegaste ao Rio Ave, agradeceste por terem apostado no teu "projeto pessoal enquanto treinador". Nessa altura, qual era esse projeto?
Eu já tinha sido convidado para ser treinador do Rio Ave, noutro momento, não interessa qual. Isso deve-se claramente à posição do dr. Miguel Ribeiro - e do presidente do Rio Ave -, sei que ele foi impulsionador dessa vontade. Ainda a época não tinha acabado na Ucrânia e eu recebo um telefonema a perguntar: "Como é? É desta vez que podemos contar contigo?" Eu disse que não. Mas, passado algum tempo, falei com o Shakhtar e decidi mudar a minha vida novamente, tinha a ver sobretudo com as minhas aspirações, e voltei para Portugal, sem clube. É curioso que chego a casa e projeto umas férias de verão que já não tinha há quatro anos, porque sempre tive férias de inverno, e passado dois dias estava em casa sozinho e pensei que tinha de fazer qualquer coisa. Mandei uma mensagem ao Miguel: "Estou em Portugal e cancelei o meu contrato com o Shakhtar". E pronto, a partir daí as coisas aconteceram. Estou muito grato. Não é que se não fosse no Rio Ave não acontecesse noutro lado, porque ia ser noutro lado, porque não foi a primeira vez que me convidaram para treinador principal. Agora, naquele momento tiveram vontade, anteriormente tiveram vontade e quando mostrei disponibilidade tiveram muita vontade. E assim foi.
para ler na integra em http://tribunaexpresso.pt/no-banco-com-os-misters/2018-06-11-Miguel-Cardoso-Nunca-mais-me-vou-esquecer-do-Tarantini-Mister-eh-pa-que-desfrute.-Jogamos-tanto-a-bola-minha-nossa-senhora
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