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domingo, 29 de julho de 2018

Azedo este resultado(4-0)

Saí de Vila do Conde desconfiado com um amigável frente a um concorrente direto entre duas mãos de uma competição europeia. Chegado ao destino e depois de entrar no estádio percebi que não era o Rio Ave dos "grandes", mas sim uma mescla de jogadores de segunda linha com atletas sub-23. Curiosamente despertou-me interesse ver em ação aqueles que em caso de castigos ou lesão irão substituir os titulares e qual a resposta que dariam. Não passa de um jogo-treino, é certo, mas o Rio Ave não é um clube de levar aos 4 de cada vez e fazer de conta que nada se passa.
Na defesa, Silvério na 1ª parte ainda foi sendo o bombeiro de serviço, mas a forma como sofremos o primeiro golo é de bradar aos céus. Canto marcado e ao segundo poste aparecer o adversário a cabecear à vontade demonstra bem a incompetência da equipa na hora de defender. O meio-campo, o melhor setor da equipa, ia bloqueando o adversário e queria lançar a equipa para o ataque, mas era gritante a falta de soluções na frente. Nunca o ataque deu soluções ao meio-campo, principalmente a  Jambor e Schmidt, na hora de estes lançarem acções ofensivas. Era uma equipa manca aquela que se apresentava no relvado, se por um lado a defesa metia água(sofreu mais 3 golos em 20 minutos na segunda parte), o ataque era inexistente.
Nadjack, principalmente nas tarefas ofensivas, Silvério na primeira parte(depois afundou-se como os outros no início da segunda), Jambor e Schmidt foram os atletas que se destacaram positivamente e que demonstram poder vir a ser opções. O restante, sinceramente, não gostei do que vi.
Os habituais titulares jogaram apenas 20 minutos

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