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domingo, 26 de agosto de 2018

Mais posse de bola, cantos e remates só deram um empate

O Rio Ave entrou a todo o gás, desperdiçou oportunidades por Gabrielzinho e Dala e marcou dois, um por Galeno que valeu e um segundo por Dala (mal) anulado por pretenso fora de jogo. Dala e Galeno estavam endiabrados, sendo que se assistiram mutuamente e o Tondela parecia desorientado. Mas após o tal golo invalidado, a equipa da casa galvanizou-se e a nossa equipa tremeu, até porque Manuel Mota foi prejudicando a equipa aqui e ali. Ainda assim, a equipa do Rio Ave fez por merecer ir para o intervalo a vencer, ainda que fosse com uma vantagem magra para o que tinha feito.
Na segunda metade inverteu-se o ascendente, com um Tondela em busca do prejuízo. Ainda assim, Bruno Moreira teve nos pés o segundo golo que poderia ter decidido o jogo e falhou na cara do guarda-redes. Os nossos pecados voltaram entretanto e o Tondela chega ao golo de uma forma que já nos é familiar, tendo a bola passeado à frente da nossa área de um lado para o outro sem que ninguém tivesse matado a jogada, proporcionando um golo de belo efeito ao adversário. Sofremos a partir daí até porque os nossos centrais continuam a entregar aberrantemente o ouro ao bandido. Buatu de cabeça ofereceu uma oportunidade ao adversário e Borevkovic atrapalhou-se com a bola nos pés e quase deitou tudo a perder. Um trinco e dois centrais de qualidade são coisas que o Rio Ave não tem metido dentro das quatro linhas.
Junio Rocha foi a surpresa no onze

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