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segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

A SDUQ e os tribunais

Na passada terça-feira assisti à segunda parte do jogo dos sub23 jogado na Vila das Aves, casa emprestada ao Vizela (que por coincidência também é a nossa), que vencemos por 0-2 com bis do Ventura que dias antes havia estreado pela equipa A num jogo da Taça da Liga com direito a destaque nas nossas contas oficiais das redes sociais e estava novamente na nossa equipa sub23 quando lembrei-me do antigo treinador Miguel Cardoso que após o desaire em Arouca num play-off de má memória foi afastado das funções para as quais havia sido contratado e “abusivamente” despachado para os sub23 e que por via disso recorreu aos tribunais para que lhe fosse feita justiça, conforme nos foi informado há coisa de um ano em AG.

Ora, como que por artes mágicas, poucas horas depois fazem-me chegar um printscreen do portal citius de uma acção que deu entrada em tribunal pela Proeleven tendo como Ré a nossa SDUQ por causa de quase 52 mil euros.

Uma pesquisa rápida feita no mesmo dia permitiu-me identificar mais uma acção em que a nossa SDUQ aparece como ré (juntamente com a Solverde, AF Porto, FPF, LPFP e a Ageas), mas esta num Tribunal do Porto.
(clicar na imagem para aumentar)

Também identifiquei mais uma acção, que deu entrada no tribunal de Oliveira de Azeméis, mas desta vez a nossa SDUQ não aparece como ré, mas sim como entidade patronal do jogador... Bruno Ventura, o mesmo que marcou um bis diante do Vizela.

Não gosto de ver o nosso Clube ou a nossa SDUQ metida nestes processos como Réu/Ré e um esclarecimento dos nossos responsáveis só ajudaria que não se fizessem filmes de maus argumentos, desfasados da realidade.

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