quarta-feira, 16 de março de 2016

Embaixadores

A propósito desta entrevista, lembrei-me do papel do embaixador do Rio Ave e daquilo que os anteriores nomeados fizeram ou poderiam ter feito. Antes disso dizer, que no seio rioavista há muitos apologistas da extinção dessa nomeação nas galas de fim de época. Na minha modesta opinião de adepto, para se continuar com essa distinção, os requisitos da escolha são simples: Ser adepto, sócio(não sócio de ocasião) e levar o nome do Rio Ave a todo o lado pela positiva. Para além disso, estar por dentro dos assuntos do clube e ter conhecimento de causa, senão corremos riscos do embaixador dizer uns quantos disparates que só nos podem envergonhar.
Posto isto, existe no universo rioavista alguém que sempre que pode faz considerações assertivas e ao mesmo tempo realistas sobre o nosso clube, nos diversos orgãos de comunicação, sempre sem se desviar do seu papel de jornalista/analista. Rui Malheiro, como podem mais uma vez verificar na entrevista acima mencionada, é para mim o exemplo de embaixador que o Rio Ave precisa para se projectar nos grandes meios de comunicação e não precisou de ser nomeado para o fazer.

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