total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

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domingo, 3 de julho de 2022

Vendas de jogadores(2ª maior receita)

 O Rio Ave prevê faturar mais de 4 milhões de euros em vendas de jogadores, sendo que até ao momento apenas Gelson Dala foi vendido. Partindo do princípio que não rendeu esse valor adivinha-se mais uma transferência.

Para conseguir os mais de 10 milhões de orçamento, não chegam as vendas dos passes, sendo apenas possível com a receita dos direitos televisivos no valor de 5 milhões e 200 mil euros.

Realço que o Rio Ave irá também despender algum dinheiro na compra de passes, gastando para isso pouco mais de meio milhão de euros.



domingo, 5 de setembro de 2021

Fumo Branco na centralização dos Direitos Televisivos? (2)

"...Os clubes sabem que existe um decreto-lei com duas datas fundamentais: 2025/26, quando o modelo for apresentado à Autoridade da Concorrência, e 2027/28, quando estiver absolutamente implementado. Será o mercado que vai ditar o momento desta antecipação ou não, mas ficou absolutamente definido que isso irá acontecer..."

"...Foram discutidos alguns dos modelos e novas metodologias de trabalho que vamos ter relativamente aos próximos meses. Foi uma discussão muitíssimo positiva e envolvente. Ninguém vai receber menos do que recebe. Serão salvaguardados os interesses dos operadores e de quem a certa altura tanto apostou no futebol profissional..."

Pedro Proença, Presidente da LPFP à saída da VII Cimeira dos Presidentes da LPFP

LINK:

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Fumo Branco na centralização dos Direitos Televisivos?

"... O Governo despachou que, até 2025, a Liga e a FPF têm de comunicar qual será a distribuição feita pelos clubes. Caso contrário, será o próprio Governo a fazê-lo e ficará com parte das receitas, algo que os clubes não querem. O que foi pedido à direção da Liga é que criasse um comité de urgência, a partir de amanhã, juntamente com a FPF, para que, até à próxima reunião de presidentes, em fevereiro, esse comité apresente aos clubes a fórmula de distribuição da centralização. Não para 27/28, que é quando acabam os contratos, mas sim o mais rapidamente possível..."

António Salvador, Presidente do Braga à saída da VII Cimeira dos Presidentes da LPFP


LINK:

https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/primeira-liga-centralizacao-dos-direitos-de-tv-pode-avancar-ja-na-proxima-epoca

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Notícia SapoDesporto

Governo aprova centralização de direitos televisivos do futebol a partir de 2028/29

As SAD´s ficam impedidas de comercializem de forma individualizada os direitos dos respetivos jogos na épocas 2028/29 e seguintes.

O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que determina a comercialização centralizada dos direitos televisivos dos jogos da I e II Ligas de futebol, a implementar até à época desportiva 2028/2029.

O decreto-lei hoje aprovado, que salvaguarda os efeitos dos atuais contratos em vigor, tem como objetivo “valorizar os direitos televisivos e multimédia das competições profissionais de futebol”, de modo a que a distribuição das receitas seja “mais equitativa entre sociedades desportivas”.

O diploma impossibilita que as sociedades desportivas participantes nas duas competições profissionais de futebol, I e II Ligas, comercializem de forma individualizada os direitos dos respetivos jogos relativos às épocas 2028/29 e seguintes, cabendo à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) a apresentação de uma proposta de modelo centralizado até ao final da época desportiva de 2025/26.

O documento estabelece ainda que Autoridade da Concorrência deve aprovar o modelo centralizado de comercialização definido.

“A avaliação feita ao sistema de comercialização individualizada destes direitos - que vigora em Portugal - demonstra que, no que concerne às receitas provenientes da comercialização dos mesmos, a diferença entre a sociedade desportiva que mais recebe e a que menos recebe é de aproximadamente 15 vezes, traduzindo-se, assim, em assinaláveis desigualdades quando se compara com países que já adotaram o modelo de comercialização centralizada”, refere uma nota do gabinete do secretário de Estado da Juventude e do Desporto.

O documento acrescenta, a título de exemplo, que em Espanha e em Itália a diferença é de três vezes mais, na Alemanha 2,5 vezes mais e em Inglaterra 1,3 vezes mais.

Em relação ao modelo em vigor atualmente, é ainda salientado que origina uma “menor competitividade dos campeonatos e limita a concorrência nos mercados de comercialização destes direitos”.

“Já a centralização dos direitos de transmissão televisiva responde positivamente à recomendação da Autoridade da Concorrência sobre esta matéria, sendo expectável, igualmente, um aumento de receitas, tendo em conta as diversas experiências internacionais conhecidas”, conclui.

Em janeiro, a FPF e a Liga de clubes assinaram um memorando de entendimento para concretizarem a centralização dos direitos televisivos até 2027/28.

Este acordo, aprovado pelas direções dos dois organismos, visa criar uma sociedade, nos próximos meses, tendo “como único propósito” a “gestão do processo de negociação centralizada dos direitos de transmissão televisiva das competições profissionais”.

Sportinforma / Lusa 25 fev 2021 21:38

LINKS:

https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/governo-aprova-centralizacao-de-direitos-televisivos-do-futebol-a-partir-de-202829

https://desporto.sapo.pt/parceiro/sportinforma-lusa

sexta-feira, 23 de junho de 2017

O futebol e as TVs, as assistências e as audiências, os tostões e os milhões.

Um interessante artigo para lermos com atenção, do jornalista Luís Pedro Ferreira do MaisFutebol.

Muitas questões nos assaltam ao lermos o artigo mas momento ficam estas duas perguntas:

- Se na Inglaterra as assistências e as audiências baixaram, o mesmo se passará na Alemanha?

- Será a Alemanha o próximo barómetro do futebol europeu?


LINK:
http://www.maisfutebol.iol.pt/opiniao/falar-de-bola/o-barometro-da-premier-league-pode-inluenciar-o-futebol-portugues?utm_campaign=ed-mf&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_content=-post

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Direitos televisivos

A liga inglesa já anunciou quanto vai distribuir a cada clube da premier de direitos televisivos. Os valores distribuídos referem-se ao contrato que agora termina. Para as próximas três épocas entra em vigor o contrato multimilionário no valor de 6 mil e 900 milhões de euros.

Pelos vistos, nós por cá vamos continuar a peanuts e a comprar transmissões de desses campeonatos.

premier league dinheiros
imagem http://financefootball.com/direitos-televisivos-da-premier-league-2015-2016/

terça-feira, 3 de maio de 2016

Leicester? Olhem antes para os nossos juniores

1. Depois do 5º lugar na época 2012/13 e do 7º lugar na época 2014/15, temos que esta época a nossa equipa de juniores segue isolada na Fase de Apuramento de Campeão com olhos num inédito título nacional.

Nas últimas épocas há um claro crescimento desta secção. Com uma feliz aposta na formação e na prospecção mais uma vez a dar os seus frutos, aliada também à continuidade nesta equipa técnica e restante membros do departamento que ao longo dos anos têm adquirido cada vez mais experiência o sonho de jogarmos com as quinas ao peito na próxima época pode tornar-se possível .

Não fosse a vergonhosa arbitragem de um tal senhor João Santos da AF Porto, que descaradamente encostou-nos na nossa área depois do nosso golo e empurrou ma banal equipa do Porto para o golo que acabaria por dar o empate e estaríamos agora com 6 pontos de vantagem sobre um trio de 2ºs classificados.

2. Infelizmente o jogo da Liga NOS em nossa casa foi marcado para as 16h15 de sábado, o que refreou o desejo de alguns sócios de irem ao Olival apoiar os nossos juniores, num jogo que se adivinha difícil. Espero, à semelhança do que tem acontecido em anteriores jogos contra este adversário, as influências da arbitragem sejam nulas e que no fim vença o melhor... de preferência o Rio Ave FC.

3. Voltando ao Leicester, a conquista de títulos em campeonatos milionários como o inglês ou o italiano, na década de 80 pelo Hellas Verona, parece só ser possível se houver fair-play na distribuição dos direitos televisivos ou nas nomeações por sorteio puro de árbitros. Só assim clubes ditos pequenos podem lutar de igual para igual com os ditos colossos nacionais.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Contas de outros campeonatos - Espanha

Ano passado, o Governo de Espanha aprovou uma lei que permitirá uma mais equitativa distribuição da receita dos direitos televisivos.

Aliada essa lei, a ameaça de boicote dos clubes mais pequenos, quando comparados com o Real de Madrid e Barcelona, levaram a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) procurar um novo modelo de distribuição das receitas.

Para as próximas três épocas foi assinada entre a RFEF e a Telefónica e a Mediapro um contrato no valor de 2,4 mil milhões de euros. Recordo que a Liga Inglesa pelo mesmo período vendeu dos seus direitos por cerca 6,9 mil milhões de euros.

A distribuição do valor destinado à La Liga (cerca de 77%) será feita em três "bolos", a saber:

- metade será a distribuir por igual entre todos os clubes, "totalizando uma receita mínima garantida de 50 milhões de euros";
- um quarto será a distribuir com base no mérito tendo por base a "classificação das três últimas épocas";
- um quarto a distribuir pela capacidade de cada "clube para gerar receitas (de bilheteira e quotizações, maioritariamente)".

O restante valor será destinado da seguinte forma:

16% será atribuído às equipas da 2ª Liga;
3,5% será atribuídos às equipas despromovidas da La Liga;
3% será destinado aos gastos administrativos
0,5% será destinado ao desenvolvimento do futebol feminino em Espanha.
fonte Futebol Finance

sábado, 13 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

O acordo com a MEO

Até aqui, os valores recebidos pelo nosso Rio Ave sempre foram anunciados a todos os sócios e interessados. Ainda há pouco tempo(3 temporadas) era de 1,8 milhões. Numa posterior renegociação, a Olivedesportos passou a pagar 2 milhões e qualquer coisa/época que se estende até ao ano 2018. Aliás, este nunca foi tema tabu. Ao invés, a nova negociação com a Meo, que certamente será extremamente vantajosa no que diz respeito à comparação aos valores actuais, tem clausulas de confidencialidade. Certo, é que desde já estamos a ganhar com este novo contrato, pois conseguimos uma verba extra, também confidencial, por parte do contrato de patrocínio das camisolas e publicidade estática, valor que entra nos cofres desde já.
Numa opinião muito pessoal e quase a querer ser adivinho, acredito que as clausulas de confidencialidade foram impostas pelo segundo outorgante, pois é o único que terá algo a perder, na compra de direitos com terceiros(pela comparação que possa ser feita por outros relativamente ao nosso). A nossa direcção, se não fazia segredo nos anteriores contratos, certamente que neste caso também não teria interesse em fazer sigilo.
Por outro lado, entende-se perfeitamente algumas criticas de alguns sócios, no sentido de quererem ser esclarecidos, pois é algo que tem a ver directamente com o clube, pois é o sócio único desta sociedade.
Pela minha parte, tenho curiosidade em saber os valores envolvidos, mas tenho confiança em quem gere os destinos do clube e que certamente fechou um negócio vantajoso para nós.

O negócio MEO - duração dos mandatos e épocas desportivas

3. Os clubes que estão a fazer estes contratos de 10 anos estão a fazer um péssimo negócio. Um milhão em 2016 não é o mesmo milhão em 2018 e muito menos será o mesmo milhão em 2027.

Se olharmos para o caso inglês, veremos que os direitos de todos os clubes da Liga Inglesa foram vendidos por mais de 6 mil milhões de euros e só para o período de 3 épocas e não se admirem se daqui a uns 5 anos assistirmos a novas direcções dos mais variados clubes portugueses rasgarem os contratos agora assinados por estes lesarem e muito os clubes.

Os mandatos dos vários órgãos do Rio Ave FC são de 3 anos que as eleições têm lugar em Novembro. Os direitos televisivos vendidos vão da época 2018/19 à época 2027/28.

Para melhor percebemos a relação dos "mandatos das futuras direcções" com a "duração dos contratos assinados" deixo este "desenho":

Mandato de 2014-2017 (épocas 2014/15; 2015/16, 2016/17 e parte da época 2017/18)
Mandato de 2017-2020 (épocas 2017/18; 2018/19; 2019/20 e parte da época 2020/21)
Mandato de 2020-2023 (épocas 2020/21; 2021/22; 2022/23 e parte da época 2023/24)
Mandato de 2023-2026 (épocas 2023/24; 2024/25; 2025/26 e parte da época 2026/27)
Mandato de 2026-2029 (épocas 2026/27; 2027/28; 2028/29 e parte da época 2029/30)

O negócio MEO - publicidade estática e camisolas

2. Ficamos também a saber que vendeu-se a publicidade estática no Estádio e das camisolas por um período de 12 anos e meio, “com início imediato”.

Um aparte, espero que não tivessem a infeliz ideia de vender o nome do Estádio sem consulta aos sócios e chamarem-lhe “Estádio MEO” pois, felizmente, não somos uma SAD. E por falar em SAD, se se congemina transformar a SDUQ em SAD quem avançará para dono de uma SAD se os direitos de publicidade e da transmissão televisiva já estão hipotecados? Ou será que os putativos donos da SAD estão a par deste negócio?

O mandato desta direcção termina Novembro de 2017. Se a actual Direcção já resolveu a questão da falta de publicidade pelo menos até ao final do seu mandato, o que aplaudo, mais uma vez não posso deixar de salientar que “para bem ou para mal acaba de hipotecar os poderes negociais das direcções a serem eleitas para os mandatos de 2017-2020, 2020-2023, 2023-2026 e 2026-2029”.

Repito, se António da Silva Campos “ainda não assumiu que vai ser candidato em 2017, deve assumir quanto antes” pois não deverá perto das eleições de Novembro de 2017 vir com o discurso que ainda está a analisar, os prós e contras da sua vida pessoal, empresarial e desportiva, se concorre ou não a mais uma mandato.

Tem que se comprometer com o negócio feito com a MEO e ficar à frente dos destinos do Clube, se assim os sócios desejarem, pelo menos por parte da duração do contrato assinado com a MEO.

O negócio MEO - direitos televisivos

1. Doze dias depois de termos sido apanhados de surpresa com a publicidade da MEO nas nossas camisolas, finalmente saiu alguma coisita no nosso Site Oficial a informar os sócios sobre o patrocínio da MEO e a venda dos direitos de transmissão.

Assim ficamos a saber:

Vendeu-se e não se sabe por que valores (“por razões da existência de cláusulas de confidencialidade contratual entre as partes, não é possível revelar outros pormenores sobre o acordo”, segundo o comunicado) os direitos de transmissão por um período de 10 anos, com início na época desportiva de 2018/19 e término na época de 2027/28.

(É estranho este segredo pois somos uma SDUQ e não uma SAD. E o Sócio Único da SDUQ é o Clube. Não tem o Sócio Único o direito de saber os negócios perpetrados pelos membros da SDUQ? Vamos ter que esperar pela AG de Junho para que o representante dos sócios na SDUQ, na pessoa do Presidente da Mesa da Assembleia, esclareça os sócios do Rio Ave FC sobre este negócio?)

Ora este negócio está muito para lá do mandato da actual Direcção, que termina em Novembro de 2017. António da Silva Campos e companhia assinaram um contrato que vai do mandato de 2017-2020 ao mandato de 2026-2029.

Convém ter em conta que direitos televisivos começam sete meses depois do início do mandato de 2017-2020.

E uma coisa é certa, ASC se ainda não assumiu que vai ser candidato em 2017, deve assumir quanto antes pois para bem ou para mal acaba de hipotecar os poderes negociais das direcções a serem eleitas para os mandatos de 2017-2020, 2020-2023, 2023-2026 e 2026-2029.

Comunicado Site Oficial


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

MEO e o acordo de confidencialidade

Ficava bem à direcção, à imagem dos outros clubes, divulgar os valores envolvidos, até porque é um assunto que também diz respeito aos sócios. E diz respeito, porque são acordos que vão para além do mandato desta direcção.,

Enquanto não souber oficialmente os valores, é só especulação.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Artigo de opinião publicado no jornal Público sobre os direitos de TV

"A este respeito, talvez valha a pena lembrar que o espírito de partilha de sucesso de uma Liga é bem visível no rácio de receita televisiva entre o primeiro e o último classificado de vários campeonatos europeus: 1,5 na Premier League (Inglaterra), 2 na Bundesliga (Alemanha), 3,8 na Ligue 1 (França), e 5,2 na Serie A (Itália), o que contrasta com o rácio superior a 8 registado na Liga Nos de 2014/15, e agora com perspectivas de agravamento"

"Daí que, se não for possível o entendimento entre todos os clubes, a melhor solução é fazer o que se fez em Espanha. Barcelona e Real Madrid sempre resistiram à negociação centralizada (tinham uma quota superior a 41%), posição que foi combatida pelo Governo em Abril de 2015 ao impor a negociação centralizada e a fixação de 50% da receita total para distribuir igualitariamente pelos clubes da La Liga"

"Ora, o Benfica, o FC Porto e o Sporting acabam de celebrar contratos com duração de 10 anos, contrariando o exemplo da Premier League ou da La Liga, que venderam recentemente os direitos televisivos de apenas três épocas. O que hoje se afigura um bom negócio pode provavelmente não o ser daqui a seis ou mais anos, sobretudo numa área em que o potencial de crescimento é grande"
António Samagaio in Público

para ler na íntegra em http://www.publico.pt/desporto/noticia/os-direitos-de-tv-no-futebol-portugues-depois-da-reparticao-do-bolo-quem-ficara-com-as-migalhas-1718797?page=-1

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Notícia Record

SERÁ O RIO AVE FC UM DESSES 4 CLUBES?

A Meo/Altice já está a contra-atacar e, segundo Record conseguiu apurar, chegou já a acordo de compra de direitos televisivos com 4 emblemas com bastante história no futebol português, para além dos 3 grandes.

Esses contratos, válidos por 9 épocas, renováveis de 3 em 3, podem valer a esses clubes de 3 a 5 milhões de euros por ano. Contas feitas por baixo, os clubes em questão, cujos nomes permanecem no segredo dos deuses, podem arrecadar com estes pré-contratos cerca de 30 milhões em 9 anos, superando, assim, alguns dos passivos desses clubes.
Estes contratos dizem apenas respeito a direitos televisivos e deixam margem para os clubes envolvidos venderem também os seus direitos de exploração da publicidade estática, estando nestes momento alguns players em ação no mercado.
Autor: Eugénio Queirós
in Record

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Informação FPF

Já estão definidos os jogos dos oitavos de final da Taça de Portugal Placard que terão transmissão televisiva. A eliminatória arranca a 15 de dezembro e fica concluída a 17. No dia 16 realizam-se seis partidas...

15 de dezembro de 2015 | terça-feira
19h00: Vitória FC de Setúbal - Rio Ave FC (SPORT TV)
fonte FPF

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Contas de outros campeonatos (2)

Informou ontem o JN que a Liga Inglesa distribuiu pelos 20 clubes da Premier League cerca de 2.200 milhões de euros relativos aos direitos de transmissão.

Dá como exemplos o Chelsea que embolsou cerca de 270 milhões de euros, 135 milhões pela conquista do titulo e 135 pela qualificação directa para a Liga dos Campeões, e o Queens Park Rangers que apesar de ter ficado em último lugar recebeu cerca de 90 milhões de euros.

Recordo que a Liga Inglesa vendeu os direitos das épocas 2016/17 a 2018/19 por cerca de 7 mil milhões de euros.

"O mecanismo de distribuição das receitas é o mais equitativo entre as grandes ligas europeias e tem como base o acordo dos membros fundadores da 'Premier League', em 1992", informa o comunicado da Liga Inglesa citado pelo JN.

Terá a nossa Liga um acordo dos membros fundadores tão equitativo e tão generoso para os clubes ditos pequenos?

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Contas de outros campeonatos

1. Há coisa de três meses veio a público os novos valores que os canais Sky e BT vão pagar à Premier League pelos direitos de transmissão no Reino Unido nas épocas 2016/17; 2017/18 e 2018/19.

São 6.925 milhões de euros, sim, isso mesmo, quase 7 mil milhões de euros, por todos os 504 jogos das próximas três  épocas (168 jogos por época) a dividir pelas equipas inglesas pela seguinte fórmula: 50% a dividir equitativamente pelos 20 clubes; 25% a distribuir pelos clubes conforme a classificação final obtida no final da época e 25% verbas para investimento em infra-estruturas (fonte Jornal Público).

2. No passado fim-de-semana disputou-se o Play-off de acesso à Premier League. O Norwich venceu por 1-0 o Middlesbrough e arrecadou perto de 100 milhões de euros. Este valor bate os 30 milhões de euros que a Alemanha recebeu por ter vencido a final ou os perto de 40 milhões que o Real de Madrid recebeu pela conquista da 10ª taça da sua história.

Outro exemplo é o que as equipas inglesas que foram despromovidas para a Championship vão receber a título compensatório. Cerca de 70 milhões de euros distribuídos por 4 épocas de forma a ajudar os clubes suportar os custos da despromoção (fonte Suplemento Ataque do JN).

Alguns números das vendas dos direitos televisivos da liga inglesa (às operadoras Sky e BT)
6.925 milhões de euros pelas épocas 2016-17; 2017-18 e 2018-19
168 jogos por época
504 jogos no total das 3 épocas
13,7 milhões de euros pagos em média por jogo
133 milhões espera receber o último classificado da premier

3. Décadas de má gestão da LPFP, ou de jogadas de bastidores dos chamados três grandes para receberem a maior fatia do bolo, a que se junta o oportunismo da SportTV conseguiram afastar os adeptos dos nossos estádios. Quem já se esqueceu de jogos disputados em dias e horas que não lembram o diabo só para esse canal passar sem concorrência na TV jogos da liga inglesa (felizmente ou não já perdeu os direitos) ou da liga espanhola?
Na Inglaterra todos os jogos da liga são transmitidos e jogados a horas decentes e não é por isso que os adeptos deixam de ir aos estádios. Por cá são transmitidos cerca de cinco jogos por jornada e mesmo assim as taxas de ocupação dos estádios estão muito longe do mínimo satisfatório.

4. Se houvesse um interesse sério das direcções dos clubes mais pequenos por uma melhor distribuição dos dinheiros da TV, qualquer clube da nossa liga poderia contratar craques e com isso trazer mais adeptos aos estádios.
Infelizmente em Portugal clubes como o nosso dependem deste ou daquele agente FIFA mais caridoso, ou deste ou aquele clube mais prepotente para construir planteis competitivos mas isso tem um preço: só não temos cada vez menos gente nas bancadas devido à política das portas abertas e nos negócios de milhões apenas nos calham alguns tostões.

sobre este assunto aconselho:
http://www.publico.pt/desporto/noticia/o-futebol-ingles-nunca-valeu-tanto-dinheiro-1685695
http://www.publico.pt/desporto/noticia/distribuicao-equilibrada-em-inglaterra-1685726
http://visaodemercado.blogspot.pt/2015/02/premier-league-vende-direitos-de-tv-por.html