"quando o Rio Ave contratou... o António Sousa, estava tudo programado, estava tudo acertado com a equipa técnica anterior do Rio Ave... íamos assinar os contratos à tarde, o Eng. Paulo Carvalho, Paulo Fangueiro e alguns elementos da equipa técnica iam almoçar, o treinador recebeu uma chamada do Boavista, pôs o telemóvel em voz alta e... do Boavista fizeram-lhe uma oferta considerada irrecusável porque o Rio Ave não conseguia... acompanhar aquelas propostas, portanto... no último minuto, digamos, estava tudo acertado, era só ir almoçar e depois à tarde assinavam-se os contratos e reconhecer e no último minuto ficou tudo sem efeito e tínhamos uma equipa montada na altura para o quatro-três-três... e depois veio um treinador... para um quatro-quatro-dois..."
A minha opinião(Borges): já tinha conhecimento dessa história e foi a partir daí que deixei de ter estima por este treinador, não pelas suas competências técnicas, mas sim, por esta atitude e pelo seu discurso quando se refere ao Rio Ave. Ao contrário do que Brito apregoa por aí, o Rio Ave não é mais do que uma entidade patronal para ele, o que na minha opinião só demonstra a sua ingratidão para com o clube, que fez dele o que ele é.
Pelo que me contaram na altura ainda faltam uns pormenores a esta história e não é por acaso que com Paulo Carvalho na Presidência, Brito nunca foi mais nosso treinador.