total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

ORGANIZAÇÕES FIFA UEFA FPF LPFP AFPORTO
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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

As estreias dos nossos treinadores na 1ª Divisão

RUBEN GARCIA 1979/89 1ª jornada
Portimonense 2-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS/DUARTE/SOARES 1979/80 13ª jornada
Rio Ave FC 1-2 Boavista

FERNANDO CABRITA 1979/80 20ª jornada
Porto 1-1 Rio Ave FC

FÉLIX MOURINHO 1981/82 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 A. Viseu

QUINITO 1982/83 1ª jornada
Alcobaça 1-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS 1984/85 15ª jornada
Rio Ave FC 3-2 Braga

ANTÓNIO MORAIS 1986/87 9ª jornada
Benfica 3-1 Rio Ave FC

MÁRIO JULIATO 1987/88 1ª jornada
Sporting 4-1 Rio Ave FC

HENRIQUE CALISTO 1996/97 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 Salgueiros

CARLOS BRITO 1996/97 14ª jornada
Rio Ave FC 0-2 Gil Vicente

ANTÓNIO SOUSA 2005/06 1ª jornada
Penafiel 0-2 Rio Ave FC

JOÃO EUSÉBIO 2005/06 25ª jornada
Rio Ave FC 2-1 Belenenses

NUNO ESPÍRITO SANTO 2012/13 1ª jornada
Rio Ave FC 0-1 Marítimo

PEDRO MARTINS 2014/15 1ª jornada
Rio Ave FC 2-0 Vitória Setúbal

NUNO CAPUCHO 2016/17 1ª jornada
Rio Ave FC 1-3 Porto

LUÍS CASTRO 2016/17 11ª jornada
Vitória Setúbal 0-1 Rio Ave FC

MIGUEL CARDOSO 2017/18 1ª jornada
Rio Ave FC 1-0 Belenenses

JOSÉ GOMES 2018/19 1ª jornada
Feirense 2-0 Rio Ave FC

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Fora de portas terminamos com a 6ª época mais vitoriosa, a 7ª com mais golos marcados e a 5ª época com mais golos sofridos

Os números fora de porta já não são assim tão bons como os obtidos em casa ou no geral:

- Igualamos as 4 vitórias (23,53%) alcançadas nas épocas 1998/99 (23,53%), 2010/11 (26,67%) e 2015/16 (23,53%). As épocas com mais vitórias alcançadas fora de casa continuam a ser as épocas de 2012/13 (7 vitórias em 15 jogos, 46,67%) e 2013/14 (6 vitórias em 15 jogos, 40,00%), ambas com  Nuno Espírito Santo, a época 2016/17 (6 vitórias em 17 jogos, 35,29%, com o Nuno Capucho e Luís Castro, e as épocas 1997/98 (5 vitórias em 17 jogos, 29,41%) e 2015/16 (5 vitórias em 17 jogos, 29, 41%) quando formos treinados pelo Carlos Brito e pelo Pedro Martins respectivamente;


- Marcamos 14 golos (0,82 golos/jogo), o segundo pior registo destas seis últimas épocas. No entanto, nas 18 anteriores épocas só encontramos mais golos marcados na época 1996/97 (15 golos, 0,88 golos/jogo); na época 1997/98 (21 golos, 1,24 golos/jogo) e na época 2010/11 (18 golos, 1,20 golos/época);

- Quanto a golos sofridos, foram 30 golos (1,76, golos/jogo) e pior só nas épocas 1979/80 (36 golos, 2,40 golos/jogo); 1982/83 (31 golos, 2,07 golos/jogo); 1987/88 (47 golos, 2,47 golos/jogo) e 1999/00 (35 golos, 2,06 golos/jogo). Apenas na época 1982/83 não descemos de divisão (terminamos no 8º lugar a 1 ponto de repetirmos o 5º lugar da época anterior).

Em nossa casa terminamos com a 3ª época mais vitoriosa, a 3ª com mais golos marcados e a 3ª época com menos golos sofridos

- Voltamos a ultrapassar a dezena de vitórias em casa, conseguimos mesmo 11 vitórias em 17 jogos (64,71% de vitórias). Na época 1982/83, quando treinados pelo Quinito, conseguimos 12 vitórias (80,00 de vitórias) e na época 1981/82, com o Mourinho, conquistamos 11 vitórias (73,33% de vitórias) nos 15 jogos que na altura fizemos em casa;

- Marcamos 26 golos (1,53 golos/jogo) e mais golos marcados só nas épocas 1982/83 (33 golos em 15 jogos, média de 2,20 golos/jogo) e 2003/04 (29 golos em 17 jogos, média de 1,71 golos/jogo). Na época 1983/84 marcamos 25 golos em 15 jogos (média de 1,67 golos/jogo);

- Esta época apenas sofremos 12 golos (0,71 golos/jogo). Embora na época 1983/84 tivéssemos sofrido 11 golos, a média de golos sofridos por jogo nessa época foi ligeiramente superior (0,73 golos/jogo). Os 6 golos sofridos em casa na época 1981/82 (média de 0,40 golos/jogos) continuam a ser o nosso melhor registo.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Evitar a 8ª seguida

Depois de no passado domingo o mister ter conseguido obter a 10ª vitória em casa na mesma época, o que não acontecia desde os primórdios dos anos 80, agora o mister terá que evitar acumular a 8ª derrota seguida fora de casa, e tornar-se assim recordista pela negativa, do treinador com mais derrotas consecutivas fora dos Arcos.

Com a derrota em Moreira de Cónegos, o mister Miguel Cardoso acumulou a 7ª derrota consecutiva fora de portas (marcamos 3 golos e sofremos 22 golos), igualando as más prestações obtidas pelos misters Quinito (1982/83, nesta época ficamos a 1 ponto de repetir o 5º lugar da época anterior e marcamos 3 golos e sofremos 17 golos) e Carlos Brito (quando este perdeu os sete últimos jogos na época 1999/00, em que descemos e marcamos 2 golos e sofremos 18 golos).

Mas estas não são as nossas piores séries. Na época de estreia em 1979/80, entre as 1ª e a 19ª jornadas, somamos 9 derrotas seguidas fora de portas mas o feito terá que ser repartido pelo mister Rúben Garcia (6 derrotas) e pela comissão técnica de jogadores (2 derrotas).

Muitas épocas depois (época de 2008/09, que dá início a esta série de 10/11 presenças seguidas na 1ª divisão), tivemos 8 derrotas seguidas entre as 10ª e 24ª jornadas. 2 derrotas obtidas pelo mister João Eusébio e 6 pelo mister Carlos Brito.

Mas o pior que conseguimos sem pontuar passou-se nas 7 últimas jornadas da época 1999/2000 (época de descida) e as 3 primeiras jornadas da época 2003/04 (época de regresso à 1ª divisão) e sobre orientação do mister Carlos Brito. No total dessas 10 jornadas, obtivemos outras tantas derrotas.

época
da jornada
à jornada
derrotas consecutivas
treinadores
1979/80
19ª
9
Rúben Garcia (6) e Duarte-Reis-Soares (3)
1982/83
11ª
23ª
7
Quinito
1996/97
13ª
6
Henrique Calisto
1999/00
22ª
33ª
7
Carlos Brito
2003/04
3
Carlos Brito
2008/09
10ª
24ª
8
Eusébio (2) e Carlos Brito (6)
2017/18
20ª
31ª
7
Miguel Cardoso

terça-feira, 1 de maio de 2018

Miguel Cardoso somou a 10ª

O mister Miguel Cardoso é o terceiro treinador do Rio Ave FC a conseguir 10 ou mais vitórias em casa na mesma época.

Antes dele apenas Félix Mourinho (13 vitórias na época 1981/82) e Quinito (12 vitórias na época 1982/83) haviam conseguido tal feito.

linkhttp://rioavistas.blogspot.pt/2018/04/a-procura-da-terceira-dezena.html

segunda-feira, 16 de abril de 2018

À procura da terceira DEZENA

Apenas por duas vezes tivemos 10 vitórias ou mais vitórias caseiras na mesma época e esses tempos vão já longínquos.

Foi no antigo Campo da Avenida que por duas vezes conseguimos tal “feito”. A primeira foi na época 1981/82, com o mister Mourinho, e em 15 jogos em casa conseguimos 11 VITÓRIAS (73,33%), 3 empates e 1 derrota.

Na época seguinte, como o mister Quinito, superamos esse número e nos 15 jogos em casa obtivemos 12 VITÓRIAS (80,00%), 0 empates e 1 derrota.

Além desta época em curso, a conquista de 9 vitórias em casa ocorreu por três vezes. Uma na época 1983/84, época em que fomos à final da Taça de Portugal com o mister Mourinho, a outra foi na época 2003/04, com o mister Carlos Brito, e mais recentemente na época 2015/16 com o mister Pedro Martins. Estas duas últimas foram conseguidas com 17 jogos em casa.

Desde que jogamos nos Arcos, podemos pela primeira vez ultrapassar a dezena de vitórias em casa. Temos três jogos em casa (Tondela, Chaves e Braga) e as probabilidades de somarmos mais vitórias são altas. Neste momento temos 9 VITÓRIAS (64,29%), 2 empates e 3 derrotas.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

E vão 24 jogos para Miguel Cardoso

Com a recepção ao Aves na última sexta-feira, Miguel Cardoso entrou no grupo dos sétimos treinadores com mais jogos na primeira divisão pelo Rio Ave FC.

Até ao final da época, o nosso mister ultrapassará o mister Quinito, e acumulará 34 jogos.

Neste momento, o mister ter o mesmo número de jogos que os misters Luís Castro, António Sousa e Mário Juliato.

treinador
jogos
média pontos/jogo
quinito
30
1,40
luís castro
24
1,58
miguel cardoso
24
1,54
antónio sousa
24
1,08
mário juliato
24
0,92
joão eusébio
23
0,78
antónio morais
22
1,27
  

Os 24 jogos que fez até ao momento valem ao mister o 5º lugar na Liga, fruto das 11 vitórias, 4 empates e 9 derrotas, o que lhe vale um média de 1,54 pontos conquistados por jogo, 0,04 pontos abaixo do mister Luís Castro.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Os nossos cromos (10)

O nosso primeiro período dourado (ou deveremos dizer, esmeralda) foi entre as épocas 1981/82 e 1983/84.

Além do 5º lugar alcançado na época 1981/82, do 8º lugar a apenas 1 ponto de repetirmos o 5º lugar na época 1982/83 e de na época obtermos um 9º lugar e uma final da Taça de Portugal, jogar no Avenida, por exemplo, era sinónimo de vitórias e de golos.

Nessas três épocas fizemos 45 jogos em casa, vencemos 32 jogos (71,11%), empatamos 7 jogos (15,56%) e apenas perdermos por 6 ocasiões (13,33%). Marcamos 77 golos (1,71 golos/jogo) e sofremos 31 golos (0,69 golos/jogo). Agora, perder ou empatar nos Arcos tornou-se natural e muitas das vezes até aceitável.

Félix Mourinho, recentemente falecido, chegou na época 1980/81 para substituir o Fernando Cabrita que apesar de seguir isolado no 1º lugar da Zona Norte da 2ª Divisão, incompatibilizou-se com a Direcção da altura. Depois de Mourinho ter confirmado o regresso à 1ª Divisão, construiu uma equipa à sua imagem, tendo recorrido também a seus conterrâneos. Caíca (1 época e 9 jogos) e Cabumba, talvez o nosso mais famoso número 11 (3 época; 72 jogos e 7 golos), também naturais de Setúbal, chegaram na época 1981/82 e fizeram companhia ao clã Mourinho.

 Na época seguinte, Mourinho daria lugar a outro homem de Setúbal, Quinito, que se fez acompanhar pelo Santos (1 época e 20 jogos), também de Setúbal, mas regresseria na época 1983/84 para nos levar pela primeira vez ao Jamor.


Os cromos de hoje dizem respeito à época 1981/82 e são das colecções Super Stars (Mourinho), Campeões Futebol (Cabumba) e Futebol Acção e Movimento da Mabilgráfica (Caíca).

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

As estreias dos nossos treinadores na 1ª Divisão

RUBEN GARCIA 1979/89 1ª jornada
Portimonense 2-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS/DUARTE/SOARES 1979/80 13ª jornada
Rio Ave FC 1-2 Boavista

FERNANDO CABRITA 1979/80 20ª jornada
Porto 1-1 Rio Ave FC

FÉLIX MOURINHO 1981/82 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 A. Viseu

QUINITO 1982/83 1ª jornada
Alcobaça 1-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS 1984785 15ª jornada
Rio Ave FC 3-2 Braga

ANTÓNIO MORAIS 1986/87 9ª jornada
Benfica 3-1 Rio Ave FC

MÁRIO JULIATO 1987/88 1ª jornada
Sporting 4-1 Rio Ave FC

HENRIQUE CALISTO
 1996/97 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 Salgueiros

CARLOS BRITO 1996/97 14ª jornada
Rio Ave FC 0-2 Gil Vicente

ANTÓNIO SOUSA 2005/06 1ª jornada
Penafiel 0-2 Rio Ave FC

JOÃO EUSÉBIO 2005/06 25ª jornada
Rio Ave FC 2-1 Belenenses

NUNO ESPÍRITO SANTO 2012/13 1ª jornada
Rio Ave FC 0-1 Marítimo

PEDRO MARTINS 2014/15 1ª jornada
Rio Ave FC 2-0 Vitória Setúbal

NUNO CAPUCHO 2016/17 1ª jornada
Rio Ave FC 1-3 Porto

LUÍS CASTRO 2016/17 11ª jornada
Vitória Setúbal 0-1 Rio Ave FC

MIGUEL CARDOSO 2017/18 1ª jornada
Rio Ave FC - Belenenses

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Imprensa do dia 2 (Miguel Cardoso, Duarte Sá, nova época e André Vilas Boas)

BANCADA.PT
DUARTE SÁ e a NOVA ÉPOCA - Sobre a nova época que hoje se inicia, o bancada.pt, faz um comparativo, da época que agora termina com a que vai começar, com a época 1982/83, quando fomos treinados pelo Quinito (que havia substituído o Félix Mourinho), tendo por isso recorrido à ajuda do nosso outro Capitão, Duarte Sá.

A perda de jogadores influentes como Roderick Miranda (Wolverhampton), Rafa Soares (FC Porto), Petrovic (Sporting), Gil Dias (AS Mónaco) a que juntam também Héldon (Sporting), Gonçalo Paciência (FC Porto) e Adama Traoré (AS Mónaco) e claro o André Vilas Boas, levou que o jornalista Eduardo Botelho falasse com o Duarte Sá e a sua experiência na “reconstrução de Quinito em 1982”.

O Capitão lembra que também nesse época, 1982/83, perdemos jogadores influentes como o Trindade, Baltemar Brito, Filipe Figueiredo, Paquito e o Álvaro Soares.

"A equipa de 1981/82 era uma grande equipa… mesmo analisando com a distância devida e com os diferentes contextos temporais posso afirmar que a essa equipa foi a melhor equipa de sempre do Rio Ave. Era muito difícil vencer a equipa do Rio Ave", lembrou o Capitão.

"O que é que foi feito? O que se faz naturalmente nestas ocasiões é preciso recrutar nos escalões inferiores. E foram buscar outros com mais experiência, o Casaca, o N’Habola. Acontece é que o Rio Ave é um clube que facilita a integração de novos jogadores. E o processo repete-se. É claro que os resultados foram diferentes. Mas o futebol é assim mesmo" e isto permitiu-nos na época 1982/83 terminar no oitavo lugar em 192/83, a um ponto do quinto classificado

Pelo que analisando o "desafio que Miguel Cardoso agora enfrenta" considera que "é evidente que o Miguel Cardoso não pode fugir à herança que herda", acreditando "que o Rio Ave ainda tem muito tempo para construir uma equipa capaz de honrar a tradição e de manter o clube num patamar que habituou toda a gente nas últimas épocas".

Duarte Sá falou também da retirada do André Vilas Boas e do facto de ter “pena que o André Vilas Boas tenha deixado de jogar porque era um jogador muito importante no balneário”;

falou também do Miguel Cardoso ter “muito boas referências” e tem a “esperança fundada de que o Rio Ave conseguiu um bom treinador”;

e por fim, falou também do Jorge Mendes. "Jorge Mendes? É aquilo que eu considero um amigo do Rio Ave e, portanto, em igualdade de circunstâncias ele dará preferência ao Rio Ave na hora de colocar jogadores. E o Rio Ave tem beneficiado desse bom relacionamento que tem tido com o Jorge Mendes e espero que isso se mantenha”.


ANDRÉ VILAS BOAS - sobre o arrumar de botas e das novas funções do André Vilas Boas, pode-se ler no bancada.pt  que iremos ter a “criação de base de dados atualizada de todos os jogadores do campeonato e observação de outras divisões, análise e observação dos jogadores enviados por agentes FIFA, acompanhamento de outros campeonatos para recolha de informação de scouting, acompanhamento de seleções jovens, representação do clube em eventos e torneios de jogadores jovens, bem como o contacto e acompanhamento dos ativos actuais do clube”.

MAISFUTEBOL
Também o MaisFutebol não ficou e noticiou o pendurar das chuteiras do André Vilas Boas e o novo cargo que vai assumir na nossa estrutura.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

As estreias dos nossos treinadores na 1ª Divisão

RUBEN GARCIA 1979/89 1ª jornada
Portimonense 2-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS/DUARTE/SOARES 1979/80 13ª jornada
Rio Ave FC 1-2 Boavista

FERNANDO CABRITA 1979/80 20ª jornada
Porto 1-1 Rio Ave FC

FÉLIX MOURINHO 1981/82 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 A. Viseu

QUINITO 1982/83 1ª jornada
Alcobaça 1-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS 1984785 15ª jornada
Rio Ave FC 3-2 Braga

ANTÓNIO MORAIS 1986/87 9ª jornada
Benfica 3-1 Rio Ave FC

MÁRIO JULIATO 1987/88 1ª jornada
Sporting 4-1 Rio Ave FC

HENRIQUE CALISTO
 1996/97 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 Salgueiros

CARLOS BRITO 1996/97 14ª jornada
Rio Ave FC 0-2 Gil Vicente

ANTÓNIO SOUSA 2005/06 1ª jornada
Penafiel 0-2 Rio Ave FC

JOÃO EUSÉBIO 2005/06 25ª jornada
Rio Ave FC 2-1 Belenenses

NUNO ESPÍRITO SANTO 2012/13 1ª jornada
Rio Ave FC 0-1 Marítimo

PEDRO MARTINS 2014/15 1ª jornada
Rio Ave FC 2-0 Vitória Setúbal

NUNO CAPUCHO 2016/17 1ª jornada
Rio Ave FC 1-3 Porto


LUÍS CASTRO 2016/17 11ª jornada
Vitória Setúbal 0-1 Rio Ave FC

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Os sucessos de NES e Pep e a falta de sócios

Não é inédito mas certamente é raro defrontarmos na mesma época dois ex treinadores nossos. Ainda por cima dois dos artífices do Rio Ave Europeu e que tão bem nos conhecem, ou não se fizessem também acompanhar pelas suas equipas técnicas.

Os objectivos não serão os mesmos já que Nuno E. Santo, dizem, vai lutar pelo título, mas o Pedro Martins será nosso concorrente directo pelo objectivo da Liga Europa.

Este ciclo de quatro épocas iniciado pelo Nuno Espírito Santo e continuado com sucesso pelo Pedro Martins só terá paralelo com a ciclo dourado das três épocas de 1981/82 a 1983/84 em que atingimos um 5º lugar, um 8º lugar a 1 ponto do 5º classificado e um 9º lugar e uma final da Taça de Portugal. Apesar da melhor classificação de sempre e de termos sido finalistas pela primeira vez faltou-nos alcançar pelo menos uma das provas europeias.

É natural que os resultados alcançados nestas quatro últimas épocas, dois 6º lugares, duas finais disputadas e cinco meias-finais nas duas taças mais uma Supertaça assim como o acesso conseguido à fase de grupos da Liga Europa, despertasse também nos nossos treinadores a cobiça alheia. Se desperta cobiça nos jogadores porque não despertar também nos treinadores?

Agora, o que tarda despertar é a cobiça no nosso cartão dos ditos adeptos do futebol. Porque elogios ao nosso Clube são muitos, o que são poucos são os interessados no nosso cartão de sócio. O que está a falhar? A clubite aguda pelos três grandes? Os espectáculos que os clubes não dão? O excesso de futebol nacional e internacional nas TV’s? As discrepâncias nos orçamentos dos diferentes clubes? Ou o excesso de borlas e portões abertos?

quarta-feira, 23 de março de 2016

A homenagem da ANTF ao mister Quinito

O nosso ex-treinador Quinito foi homenageado esta semana pela Associação Nacional de Treinadores de Futebol. O seu discurso, no qual falou da perda do filho e do seu “divórcio” com o futebol, está a comover o país futebolístico.

Quinito foi nosso treinador por duas ocasiões. Na época 1982/83 fez 30 jogos para a 1ª Divisão e bastaria um empate na última jornada para termos repetido o 5º lugar da época anterior. Fez também dois jogos para a Taça de Portugal. Quinito deixou nessa época alguns recordes que ainda não foram batidos e que são:

Treinador com mais vitórias conquistadas em casa numa só época:
- 12 vitórias (80%), 0 empates e 3 derrotas (20,00%)
Treinador com mais golos marcados em casa numa só época:
- 33 golos (média de 2,20 golos p/jogo);
Treinador com a média mais alta de pontos conquistados por jogo:
- 1,40 pontos p/jogo (vitória a 3 pontos)

Na época 1993/94, militávamos na 2ª Divisão de Honra e o treinador Quinito substitui o José Rachão. Terminamos a época no 4º lugar a 1 ponto dos 2º e 3º classificados mas a 2 pontos da almejada subida. Nessa época fez 16 jogos para a 2ª Divisão e 1 jogo para a Taça de Portugal.

Em junho de 2008 publicamos aqui no blogue um texto que o Alberto de Castro Abreu publicou no seu blogue Glórias do Passado sobre o Quinito que aconselhamos a lerem ou relerem.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Pep iguala Nuno em número de jogos

Com o jogo de domingo, Pedro Martins igualou o Nuno Espírito Santo em número de jogos na 1ª Liga e está agora a 1 jogo de se tornar o nosso 3º treinador com mais jogos nesta competição. Até ao momento tanto Nuno Espírito Santo como Pedro Martins fizeram 60 jogos na 1ª Divisão ao nosso serviço.

Carlos Brito com 298 jogos e Félix Mourinho com 74 jogos são os nosso treinadores com mais jogos na 1^Liga.

Olhando para a média de pontos conquistados por jogo, o Pedro Martins é neste momento o 2º melhor com 1,32 pontos p/jogo. Quinito continua a ser melhor com a média de 1,40 pontos p/ jogo e Félix Mourinho vem em 3º com a média de 1,31 pontos p/jogo. António Morais com 1,27 pontos p/jogo e Nuno Espírito Santo com 1,23 pontos p/jogo fecham o top 5.

Para as mais variadas competições o mister Pep orientou-nos em 93 jogos assim divididos:

1ª Liga - 60 jogos (20 vitória, 19 empates e 21 derrotas - 74 golos marcados e 80 golos sofridos);
Taça de Portugal - 12 jogos (7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas - 20 golos marcados e 9 golos sofridos);
Taça da Liga - 10 jogos (3 vitórias, 3 empates e 4 derrotas) - 8 golos marcados e 11 golos sofridos;
Supertaça - 1 jogo (1 empate - 0 golos marcados ou sofridos);
Liga Europa - 10 jogos (3 vitórias, 2 empates e 5 derrotas - 8 golos marcados e 12 golos sofridos)

Na coluna da direita do blogue têm uma tabela onde é possível consultar os números de jogos e as médias de pontos conquistados pelos treinadores do Rio Ave FC.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Pep ultrapassa Quinito

Com vitória de domingo, Pedro Martins ultrapassou Quinito como treinador com melhor média de pontos conquistados pelo Rio Ave FC na 1ª Divisão. Pedro Martins tem uma média de 1,42 pontos em 43 jogos.
Quinito, que treinou-nos durante uma época na 1ª Divisão, tem uma média de 1,40 pontos conquistados em 30 jogos.

Depois segue-se Félix Mourinho. Em três épocas totalizou 72 jogos e uma média de 1,31 pontos por jogo.

Na coluna da direita do blogue têm uma tabela onde é possível consultar os números de jogos e as médias de pontos conquistados pelos treinadores do Rio Ave FC.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Pedro Martins a 1 jogo de igualar Mário Reis

No próximo domingo o mister Pedro Martins completará 38 jogos ao nosso comando na 1ª Liga, tantos quanto o treinador Mário Reis dirigiu o Rio Ave FC no primeiro escalão.

A lista dos treinadores com mais jogos continua a ser encabeçada pelo Carlos Brito com 298 jogos na 1ª Divisão, seguido de Félix Mourinho com 74 jogos e pelo Nuno Espírito Santo com 60 jogos. Antes da época terminar o Pedro Martins ultrapassará este último e fechará a época com 68 jogos, fruto do alargamento ocorrido na época passada.

Até ao momento o Pedro Martins é o 5º treinador com mais jogos na 1ª Divisão, o 5º com melhor percentagem de vitórias (venceu 29,73% dos jogos), o 2º treinador com mais jogos empatados (empatou 40,54% dos jogos), o treinador com a mais baixa percentagem de derrotas (perdeu apenas 29,73% dos jogos). Portando, pontuou em 70,27% dos jogos.

No que respeita a golos, é o 2º treinador com mais golos marcados por jogo (média de 1,19 golos marcados) e o 3º treinador com a mais baixa média de golos sofridos por jogo (1,27 golos sofridos).

(clicar na imagem para aumentar)
treinador com mais jogos: Carlos Brito (298 jogos); treinador com maior percentagem de vitórias: Quinito (43,33% de vitórias); treinador com maior percentagem de empates: Mário Juliato (41,67% de empates); treinador com a mais baixa percentagem de derrotas: Pedro Martins (29,73% de derrotas); treinador com a mais alta média de golos marcados por jogo: Quinito (1,43 golos marcados por jogo); treinador com a mais baixa média de golos sofridos por jogo: Félix Mourinho (1,16 golos sofridos por jogo).

terça-feira, 21 de maio de 2013

2012/13 - a 2ª melhor época de sempre



época com o maior número de vitórias fora de portas (7 vitórias);
época, ex quo com a de 1997/98, com maior número de golos marcados fora de portas (21 golos);
2ª melhor classificação de sempre (6º lugar);
2ª época com a maior percentagem de vitórias (40,00%);
3ª época com o maior número de pontos por jogo (1,40);
4ª época com a maior percentagem de pontos conquistados (46,67%);
4ª época com maior número de golos marcado por jogo (1,17).


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Nuno, a uma vitória da segunda melhor época de sempre


Em caso de vitória e independentemente do resultado de Barcelos, Nuno Espírito Santo conseguirá no seu ano de estreia a nossa segunda melhor época de sempre na 1ª Divisão/Liga.

Melhor só mesmo a época fantástica de 1981/82 sobre o comando do Félix Mourinho. Nessa época, além do 5º lugar alcançado, obtivemos 13 vitórias (43,33%) e conquistamos uma media de 1,57 pontos por jogo e perdemos por 9 vezes (30,00% de derrotas) e melhor mesmo só nas épocas 2003/04 (29,41%) e 2004/05 (20,59%) sob comando do Carlos Brito.

Assim, caso derrotemos a equipa do Vitória, além de significar terminar a época pelo menos no 6º posto, obteremos 1,40 pontos por jogo (40,00% de vitórias), iguala a pontuação obtida pelo Quinito mas que terminou a época 1982/83 no 7º lugar a um ponto de repetir o 5º lugar da época anterior, e muito provavelmente faremos a 4ª época mais goleadora.

Nada mau para um caloiro que apenas peca por alguns resultados e exibições menos conseguidas em casa.

nota: para achar estes valores atribuímos 3 pontos vitórias embora até à época 1987/88 a vitória apenas valesse 2 pontos.

sábado, 18 de agosto de 2012

Curiosidades - as estreias dos treinadores

RUBEN GARCIA 1979/89 1ª jornada
Portimonense 2-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS/DUARTE/SOARES 1979/80 13ª jornada
Rio Ave FC 1-2 Boavista

FERNANDO CABRITA 1979/80 20ª jornada
Porto 1-1 Rio Ave FC

FÉLIX MOURINHO 1981/82 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 A. Viseu

QUINITO 1982/83 1ª jornada
Alcobaça 1-1 Rio Ave FC

MÁRIO REIS 1984785 15ª jornada
Rio Ave FC 3-2 Braga

ANTÓNIO MORAIS 1986/87 9ª jornada
Benfica 3-1 Rio Ave FC

MÁRIO JULIATO 1987/88 1ª jornada
Sporting 4-1 Rio Ave FC

HENRIQUE CALISTO 1996/97 1ª jornada
Rio Ave FC 1-1 Salgueiros

CARLOS BRITO 1996/97 14ª jornada
Rio Ave FC 0-2 Gil Vicente

ANTÓNIO SOUSA 2005/06 1ª jornada
Penafiel 0-2 Rio Ave FC

JOÃO EUSÉBIO 2005/06 25ª jornada
Rio Ave FC 2-1 Belenenses

NUNO ESPÍRITO SANTO 2012/13 1ª jornada
Rio Ave FC - Marítimo

segunda-feira, 30 de abril de 2012

6 empates 6

E assim de um momento para o outro duplicamos o número dos nossos empates. Quando parecia que iríamos igualar o número de empates alcançados sobre comando do Quinito na época de 82/83, nos três últimos jogos somamos outros tantos. E vão 6 empates mas pelo menos estacionamos nas 15 derrotas.