Veio o intervalo e com os alas desinspirados, Luís Castro optou por tirar Gil Dias(quando se esperava que saísse Rúben Ribeiro) e fez entrar o homem que mudou todo o nosso jogo, Héldon. Rúben Ribeiro passou a ocupar a ala direita(quase nem se deu por ele na segunda parte) e Héldon destroçou o lado direito da defensiva flaviense. Assistiu Guedes para o nosso primeiro golo e teve nos pés a reviravolta após assistência de Rafa, não tendo contudo acertado na bola com a baliza escancarada. Entretanto mais uma falha anedótica, que começou numa assistência de Rúben ribeiro para o avançado do Chaves, Marcelo a controlar para Cássio bater, tendo este feito um carrinho que ceifou o nosso central e deixou a bola à mercê de Pedro Tiba que sem ninguém na baliza se limitou a empurrar o esférico para o fundo das redes.
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| O homem do jogo |
Mérito à nossa equipa que nunca se rendeu, sendo que Héldon, sempre muito solicitado, ia combinando na esquerda, ora com rafa, ora com Krovi e levando muito perigo com cruzamentos para o coração da área. Até que, Paciência que havia entrado entretanto para o tudo por tudo, é travado em falta dentro de área tendo Bruno paixão feito vista grossa, ficando mais um penaltie por assinalar a nosso favor neste campeonato. Os minutos iam-se esfumando e num último assalto, cruzamento para a área, Guedes ganha de cabeça e sobra para Tarantini fuzilar e deixar em êxtase as mais de duas centenas de rioavistas que se deslocaram a Chaves, ficando as contas europeias em aberto para a última jornada.

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