total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Sobre a AG Extraordinária, alguns apontamentos (3):

Mais cinco notas.

1 - O presidente da Mesa começou por informar que a AG Extraordinária foi a pedido da Direcção, só que mais tarde a presidente da Direcção disse que foi ela quem pediu a realização da AG ao presidente da Mesa.

Ora, se consultarmos a convocatória de 17 de Maio de 2013 abaixo podemos ler que a mesma foi convocada ao abrigo do n.º 2 do Art.º 78º dos estatutos do Clube em vigor naquela data, que nos informa que a AG Extraordinária foi convocada a pedido da Direcção, coisa que a última convocatória não o faz (o Art. 77º invocado na convocatória omite se a mesma foi convocada ao abrigo dos n.º1, n.º 2, n.º 3 ou n.º do mesmo artigo).

2 - Foram abordados pelos sócios alguns temas pertinentes, como por exemplo a não aprovação em Assembleia dos estatutos da futura SAD. Respondeu a presidente que não seriam aprovados na AG porque os que os estatutos da SDUQ também não o foram;

Se olharmos novamente para a a convocatória de 17 de Maio de 2013 podemos ler que no ponto 4 foi discutido e votado o modelo e estatutos da SDUQ.

3 - Informou também a presidente que seria a direcção a votar os dois nomes para fazerem parte da administração da futura SAD (os outros 3 nomes seriam nomeados pelo futuro investidor como é de lei).

Continuando a olharmos com mais atenção para a convocatória de Maio de 2013, sabemos que pelo ponto 5 da mesma convocatória foram nomeados pela AG os nomes dos directores que fizeram parte da primeira administração da SDUQ. Aliás, até hoje os administradores da SDUQ foram sempre eleitos nas Assembleias que elegeram os ógãos sociais (com excepção do Conselho Geral), pelo que os dois nomes para a SAD em representação do Clube também deveriam continuar a ser votados pelos sócios.

4 - também foi colocada a questão do porquê não ficar estipulado que o representante do Clube nas Assembleias da SAD. Porque o presidente da Mesa não era o indicado para representar o Clube.

Olhemos para o ponto 6 da convocatória de Maio de 2013. Sim, foi designado que seriam os presidentes da Mesa a representar o Clube nas AG da sociedade a aprovar em Maio de 2013.

5 - Por fim fica esta questão: para transformar a SDUQ em SAD não é preciso apresentarem a acta da AG de domingo? A conservatória ou o notário não vai exigir esse documento? Documento esse que deveria ter sido ser votado em Assembleia, coisa que não aconteceu no domingo.

Ora olhemos novamente para a Convocatória de Maio de 2013, mais precisamente para o ponto 8 "aprovação da minuta da ata da reunião, da qual constarão os pontos aprovados, para que os mesmo produzem efeitos imediatos".

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Há 0-4 e há 0-4 e há aplausos e há aplausos.

1 - No final do jogo de domingo pus-me a pensar quando teria sido a última vez que fomos goleados em casa.

Para a primeira liga temos dois 0-3 no ano da descida, mas há uma goleada mais recente e veio-me há memória um outro 0-4, mas para a segunda liga (dá-me para isto, lembrar-me com mais facilidade de resultados da primeira divisão do que das divisões inferiores).

Ora, a última goleada sofrida em casa foi também sob comando do mister Luís Freire, diante do Feirense, mas incomparável essa goleada com a de ontem.

Primeiro, porque uma foi para a 2ª Liga e a de ontem para a 1ª liga, depois porque a derrota diante do Feirense foi a nossa primeira derrota da época e trouxe-nos à terra e esta parece-nos levar ao inferno.

Por fim, recordo-me que nessa derrota diante do Feirense, no fim a equipa foi mais aplaudida pela entrega em campo do que terá acontecido no domingo.

nota: parece que o treinador também trouxe essa derrota com o Feirense à memória recordando que no final fomos campeões.

outra nota: a última goleada em casa pela diferença de quatro ou mais golos foi na época 2009/2010, diante do Olhanense (1-5).

derrotas caseiras por quatro ou mais golos de diferença

2 - No final do jogo, enquanto me dirigia para a saída e depois do fim da roda da equipa, esta dirigiu-se unida para a bancada e para os adeptos. Enquanto parte considerável mostrava o desagravo, reparei que na tribuna alguns directores e convidados aplaudiam a equipa. Um pouco mais abaixo na tribuna estavam a Presidente da Direcção e o Presidente da Mesa da Assembleia Geral e no seu meio um convidado institucional.

Se o Presidente da AG acabou por timidamente aplaudir duas ou três vezes, já a Presidente da Direcção manteve-se impávida e muito provavelmente nada serena.

No seu lugar eu teria feito mesmo. Aplaudir publicamente quando se deve aplaudir, mostrar o desagrado publicamente sem perder a compostura quando se mostrar necessário, como ontem fez. Ela é a líder e tem que o mostrar, tanto publicamente como internamente.

Mal esteve o convidado institucional, leia-se Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde. Devia ter saudado a equipa aplaudindo, mesmo que não tivesse gostado da exibição ou empenho da equipa, coisa que não o vi fazer. Como convidado institucional (pois estava na tribuna) só tinha que aplaudir a equipa.

Já como sócio, tem o direito de não aplaudir se assim o entender, mas para isso teria que estar noutro local do Estádio que não a tribuna presidencial.

sábado, 8 de julho de 2023

Tomada de posse e o assalto do partido socialista local

O R.A.F.C. prossegue livremente os fins enunciados sem qualquer dependência dos poderes públicos, salvo a que resulte directamente da lei, e sem qualquer vinculação político-partidária.
n.º 2 do Art. 3º dos Estatutos do Rio Ave FC

1. Hoje foi a tomada de posse dos novos órgãos sociais do Rio Ave FC e também dos gerentes da SDUQ. O acto de posse foi aberto aos associados, aos trabalhadores do RAFC e SDUQ e a também aberto a convidados institucionais.

Primeiro foi lida a acta da Assembleia-Geral Extraordinária Electiva (a sua aprovação é feita em local próprio que não nesta cerimónia) e de seguida os sócios eleitos presentes foram tomando posse um a um, primeiro os elementos da Mesa, depois da Direcção e por fim os do Conselho Fiscal.

2. Finda as assinaturas, foram proferidos três discursos, primeiro do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral Amândio Couteiro (creio que o único a ter uma palavra para o anterior presidente António da Silva Campos e para promessas eleitorais referentes ao futebol feminino e também ao futsal feminino) e terminou os discursos a nova presidente Alexandrina Cruz (ovacionada de pé pelos presentes e creio que não teve uma palavra para o anterior presidente António da Silva Campos e para o futebol feminino e também para o futsal feminino) que sobre a sua condição de mulher lembrou mais uma vez que a competência não tem género (só ontem ao ouvir a entrevista à Rádio Renascença é que me apercebi que só depois de ter anunciado a sua candidatura é que a sua condição de mulher foi colocada em causa, o que é lamentável).

Pelo meio assistiu-se a um discurso desnecessário (porque não tinha nada que discursar pois era uma tomada de posse - ainda para mais tendo-se optado pela leitura de uma acta que aos sócios apenas diz respeito - e não um aniversário do Clube por exemplo) e inqualificável do ainda presidente da Câmara Municipal Vítor Costa.


Se primeiro teve um momento emotivo a lembrar a sua infância e juventude, recordando familiares, depois provou aquilo que se vai lendo pelos órgãos e redes sociais, um faroleiro imparável (atenção que isto do faroleiro nada tem a ver com a recente inauguração do mastro de sinalização do estado da barra do ISN) que não se coíbe de usar as redes sociais da autarquia para aparecer em inaugurações ou celebrações de inaugurações, a fazer-me lembrar o bem amado personagem fictício Odorico Paraguaçu e a sua fome desmedida para inaugurar um cemitério.

Disse algo como que o programa eleitoral já está sufragado por causa da grande afluência de sócios (quantos desses não serão militantes ou apoiantes socialistas que entraram propositadamente para este acto?) e que a presidente Alexandrina Cruz não deve ser refém de uma minoria.

Ora, saberá o ainda senhor da câmara municipal de Vila do Conde que nos Estatutos do Rio Ave FC as minorias têm voz, principalmente nos casos em que dois terços ou os três quartos dos votos são necessários para determinadas aprovações? Caso esses resultados não sejam obtidos, a minoria vence. Sabia disso? E pergunto também: quantos sócios que votaram na candidata e não concordam inteiramente com o seu programa eleitoral não terão ainda uma palavra a dizer?

E já agora, quanto à sua promessa que o Rio Ave FC terá tudo o que precisar da Câmara Municipal enquanto for presidente, será que a Câmara a que preside vai pagar as despesas que a equipa de futsal fez na época que terminou quando uma vez por semana durante um determinado período de tempo teve que ir treinar para o concelho do Porto, porque a CMVC não nos arranjava instalações camarárias? Isto é mais uma prova que um pavilhão só nosso que está no programa eleitoral é mesmo necessário.

Se foi mau aquilo que vimos no acto eleitoral (e recordo que às Assembleia do RAFC só podem tomar parte os sócios maiores de 18 anos, pelo que a fotografia de um menor a depositar o voto do seu pai numa urna com a complacência do presidente da Mesa publicada numa rede social do RAFC não só é anti-estatutário como propagandista e nestas eleições assistimos uma colagem numa vista antes (nem no tempo de Mário Almeida, presidente da CMVC e da Mesa da Assembleia do RAFC) por parte de um partido no poder.

3. Para terminar, espero que a presidente Alexandrina Cruz largue o seu cargo de Secretária da Assembleia Municipal, pois o cargo de Presidente do Rio Ave FC não se coaduna com um cargo político secundário como a de secretária de uma mesa ou mesmo de deputada municipal.

Se fosse por exemplo presidente da Assembleia Municipal ou de Presidente de uma Assembleia de Freguesia eu não teria esta posição. Vereadora ou deputada municipal que deve mais obediência política do que de isenção é que não pode ser.

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

1 milhão e 600 mil euros de prejuízo

 O futebol profissional deu na época finda 1,619 milhões de euros de prejuízo tendo o clube dado um resultado positivo de pouco mais de 24 mil euros, muito curto para prejuízo tão significativo da sduq.

A ajudar a estes maus resultados financeiros está a pandemia que obrigou a despesas excepcionais e a diminuição de receita, nomeadamente bilhética.

Ao ler o relatório e contas é explicado que as vendas de Mané, Borevkovic e o empréstimo de Dala não estão refletidos nas contas porque os negócios foram posteriores ao fecho das contas. Segundo o mesmo relatório se se refletissem nas contas empurrariam as mesmas para terreno positivo.

Presidente da AG Amândio Couteiro

Os sócios serão ainda durante o mês de Novembro novamente chamados a uma AG extraordinária para debater a alteração de estatutos.    Correção:" Não ficou decidido que haverá AG sobre estatutos já este mês; ... o que foi referido é que o Conselho geral dará início (este mês?) ao processo."

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Uma questão de Hombridade

Ainda a Liga 2020/21 não tinha terminada e já estava convocada uma AG extraordinária pedida pelo presidente do Vitória de Guimarães para explicar aos sócios uma série de assuntos de interesse do clube a que preside.

No passado dia 29 de Maio, durante mais de quatro horas o presidente vitoriano respondeu às questões colocadas por cerca de vinte e cinco sócios, alguns deles ex-candidatos à presidência, como referiu o jornal Record.

Tal como nós, os estatutos do Vitória de Guimarães prevêem que a aprovação do orçamento da nova época se realize durante o mês de Junho e mesmo assim, o presidente do Vitória pediu para os últimos dias de Maio uma AG Extraordinária para explicar aos seus sócios a má época da sua equipa sénior de futebol.

Por cá, fugiu-se com o rabo à seringa e só para o último domingo de Julho, por coincidência dia do primeiro jogo oficial da nova época, é que se agendou a AG que muitos sócios pediam por exemplo nas redes sociais, como na página oficial do facebook. Pergunto-me se o sorteio da Taça da Liga ditasse jogarmos no Algarve ou num dos arquipélagos se não se arranjariam mais subterfúgios para adiar ainda mais uma AG Ordinária que deveria ter ocorrido durante o mês de Junho.

imagem: Record

Só mais uma achega, a AG Extraordinária do Vitória de Guimarães realizou-se no Estádio Dom Afonso Henriques (ao que parece, normalmente realizam-se num Pavilhão) o que permitiu que um número elevado de sócios pudesse participar. Por cá marcou-se para o auditório municipal, com todas as limitações que lhe são reconhecidas nestes tempos de pandemia. Não se poderia ter convocado a nossa AG para o Pavilhão Municipal como em Agosto do ano passado? Ou porque não para a única bancada que resta ainda do nosso Estádio?

Segundo a DGS, o nosso concelho está em alerta e a nossa situação será reavaliada no dia 27 de Julho (ao menos isso) e se assim não fosse que mais entraves seriam colocados?

links: https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-bwin/v--guimaraes/detalhe/miguel-pinto-lisboa-esteve-mais-de-quatro-horas-a-responder-aos-socios-em-ag-extraordinaria

domingo, 18 de julho de 2021

AG: Ao cuidado do presidente da MAG Amândio couteiro

 No próximo dia 25, Domingo, realizar-se-á uma assembleia geral ordinária e uma das coisas que eu espero que se verifique, é se os presentes são sócios e com as quotas em dia. Acho inaceitável levar-se a votação documentos a serem aprovados por pessoas que não reúnem condições para tal, inclusivé, diretores do clube. Estaremos atentos a essa ilegalidade.

Amândio couteiro, pres. AG


sábado, 3 de julho de 2021

Reclamação junto do provedor do adepto(mais uma)

 No seguimento da entrevista de ASC ao blogue reisdoave e que foi transmitido a partir da AMS rádio, ficamos a saber que a direção está a ponderar terminar com a secção de futsal.

Pedi por isso, que o provedor fizesse chegar uma reclamação minha, ao presidente da MAG e ao presidente da direção, sobre o assunto em epígrafe baseado em 2 pontos:

1- o futsal é a única modalidade do clube. O futebol apenas está inscrito no orçamento do clube até aos 14 anos, e é mais uma fonte de receita, porque é cobrada uma mensalidade de 25 euros/mês por atleta.

 2- 



 Esperamos que não seja cometido mais um atropelo aos estatutos. Acima de tudo, tomar uma decisão dessas sem consulta é uma falta de respeito pelos sócios.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Há data para a Tomada de Posse?

 Ou vai ficar no segredos dos deuses como a lista com todos os candidatos, por exemplo?

Não receiem visitas indesejadas (ainda para mais em tempos de pandemia), mas há sócios sérios e desinteressados que gostam de saber tudo o que se passa no seu Clube e que vão respeitar o confinamento.

domingo, 30 de junho de 2019

Objectivo Europa

Hoje decorreu mais uma assembleia geral ordinária do Rio Ave F.C. presidida pelo excelentíssimo Dr. Amândio Couteiro e com uma plateia bem preenchida de associados do clube. Entre diversos assuntos de interesse dos presentes, destaco dois:

-A confirmação do pedido de demissão do vice-presidente da direção, José António Pereira, histórico dirigente do clube. ASC quando confrontado por um sócio presente sobre os motivos que levaram a uma tão extrema tomada de posição, se escusou a comentar. O cargo foi entretanto ocupado por Paulo Calhão, dirigente ligado ao futsal.

-O assumir histórico de uma candidatura europeia. Nunca na história do Rio Ave, que me lembre, ouvi por parte de um dirigente máximo do nosso Rio Ave tão ousadas palavras.

Amândio Couteiro-Pres. AG(foto RAFC)

À margem da assembleia ficamos a saber que ainda esta semana poderemos vir a ter um ou outro reforço contratado.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Torneio de sucesso a anteceder o início das obras

O Rio Ave organizou o I Torneio Internacional do Rio Ave no seu complexo de formação, torneio esse que se revelou um sucesso organizativo, como foi possível verificar no cumprimento dos horários, no facultar de refeições aos atletas e transporte dos mesmos. Quem nos visitou gostou como se pode verificar em alguns comentários no facebook oficial do clube dos dirigentes nacionais e estrangeiros. Temos que dar os parabéns à estrutura da formação que poderão na próxima edição ter a vida mais facilitada com a conclusão das obras do complexo cujo anúncio foi divulgado no decorrer do dia de hoje nos canais oficiais do clube. Para fechar com chave de ouro, e usando a linguagem utilizada nos casinos, nada melhor do que o prémio sair à casa com a vitória da equipa de sub-13 na final,, arrebatando o troféu. Nas cerimónias pudemos contar com a presença da Dra Elisa Ferraz(Pres. Câmara), do Dr. Pedro Gomes(responsável pelo pelouro do desporto), do representante de todos os sócios do clube, o Presidente da Assembleia geral, o Dr. Amândio Couteiro e do Presidente da direção António da Silva Campos na entrega dos troféus.




Resultados Finais:

  • Classificação Final Sub – 11
1º F.C. Porto
2º Rio Ave F.C. A
3º A.D. Barroselas
4º A.D. Esposende
5º Cannet Rocheville
6º F.C. Pedras Rubras
7º Rio Ave F.C. B
8º Mortágua F.C.

  • Classificação Final Sub-13
1º Rio Ave F.C.
2º F.C. Porto
3º Cannet Rocheville
4º A.D.S.P. Vale do Conde
5º Rio Ave F.C. B
6º A.D. Esposende
7º A.D. Barroselas
8º F.C. Pedras Rubras