Rio Ave após o apito inicial até entrou bem mas dois golos madrugadores do Boavista demonstraram que não era um dia bom para a nossa defesa.
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| Hernâni estreia-se a marcar |
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Rio Ave após o apito inicial até entrou bem mas dois golos madrugadores do Boavista demonstraram que não era um dia bom para a nossa defesa.
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| Hernâni estreia-se a marcar |
O Rio Ave recebeu o líder do campeonato e vendeu cara a derrota, levando o Benfica a congelar a bola nos últimos dez minutos e a demorar nas reposições de bola em jogo. Não existiram duas partes distintas, mas sim, momentos de jogo com alternância no domínio da posse de bola. O Rio Ave disfrutou das melhores ocasiões ao longo da partida mas foi no início da segunda parte que o Benfica chega à vantagem na única finalização certeira nos noventa minutos.
Se Guga foi o farol da equipa, Aderllan foi porto seguro anulando e limpando todos os lances que lhe surgiram pela frente. Mas se Costinha ainda apareceu a desequilibrar no ataque, já Fábio Ronaldo não foi a jogo, ressentindo-se toda a manobra atacante. Ainda assim, Boateng foi o homem perdulário da partida, com duas perdidas quando estava bem posicionado.
Sem ver as imagens, há um golo anulado ao Rio Ave depois de um cabeceamento ao poste- penso que de Patrick William- na recarga o Rio Ave faz golo e a equipa de arbitragem anula. No local aonde me encontrava e dado o aglomerado de jogadores, não me foi possível descortinar a eventual infração, que poderá ter sido também um fora de jogo.
Boas exibições também de João Graça, André Pereira e de Samaris.
Uma palavra para a equipa técnica, dizendo que o nível exibicional no que diz respeito à espetacularidade das exibições tem subido e aguardo com expectativa as restantes jornadas do campeonato.
| Aderllan foi para mim o melhor do Rio Ave |
Actualizo: após ver as imagens televisivas, o golo de André Pereira é bem anulado pois quando patrick cabeceia para o poste, o avançado se encontrava em posição de fora de jogo. Decisão acertada!
Ficou por assinalar um penaltie claríssimo sobre Fábio Ronaldo ainda na primeira parte, e se porventura Rui Costa terá a desculpa de não estar a visionar corretamente o lance, já o VAR teria todas as condições de alertar o seu colega. Mais uma vez com razões de queixa da arbitragem.
Depois da vitória da semana passada e dos trinta pontos alcançados, seria bastante importante pelo menos pontuar frente a um dos três últimos para consolidar a permanência. Mais do que pontuar nos Açores sobre um frágil Santa Clara, o Rio Ave conquistou uma segura e mais do que justa vitória, ampliando assim a vantagem para este mesmo adversário.
Na primeira parte, o jogo foi dominado pelo Rio Ave desde o apito inicial, que criou oportunidades suficientes para já estar em vantagem ao intervalo. Graça, Aderllan, Costinha e André Pereira( este por duas vezes e penaltie desperdiçado incluído) tiveram oportunidades soberanas para desfazer o marcador.
Na segunda metade, uma defesa consistente, com destaque para Aderllan que ganhou todos os duelos, um meio-campo criativo com os habituais Guga e Graça, reforçados por um Vítor Gomes inspirado e um ataque finalmente concretizador, deu um colorido favorável aos rioavistas com dois golos dos nossos avançados. André Pereira num misto de sorte(procura-se) e algum infortúnio do defesa adversário no primeiro e uma bomba do recém-entrado Ruiz no segundo trouxeram a justiça ao marcador.
Destaque para o elevar do nível exibicional da equipa, agora que a pressão dos pontos está a diminuir. Um futebol de posse, mais ataques, mais remates...tudo o que um adepto pode pedir.
Lomboto fez a sua estreia e os primeiros minutos na I Liga.
Freire volta a atingir os objetivos mesmo que esteja a percorrer o caminho das pedras. Com menos está a conseguir mais do que o que se esperava.
O Rio Ave venceu muito justamente o Desportivo de Chaves que nunca cá tinha vencido para a I Liga em toda a história. Luís Freire manteve o 11 que se portou lindamente no Dragão e voltou a ser feliz.
Na primeira parte, o Rio Ave teve 3 excelentes ocasiões para inaugurar o marcador, com Fábio Ronaldo e Guga a serem os protagonistas, errando o alvo por muito pouco. O Chaves apesar de equilibrar as operações teve nesse período zero chances de golo, aliás, os Flavienses mesmo depois de estarem a perder foram sempre controlados pelo nosso meio-campo e defesa que não lhes permitiu ter uma verdadeira chance em todo o jogo.
Na segunda parte, o Rio Ave ainda antes de chegar ao golo teve mais uma ocasião, golo esse que surgiu de uma combinação entre André Pereira e Fábio Ronaldo, tendo este introduzido a bola na baliza. 1-0 e foi hora de segurar os 3 preciosos pontos com muita luta até ao fim.
Vitória justíssima.
| André Pereira em ação. Foto: Rio Ave |
O destaque não vai recair no Aderllan, no Guga, nem no Fábio Ronaldo, que hoje foi o nosso matador, porque seria repetitivo. André Pereira, depois de tudo o que passou, é surpreendentemente para mim um reforço do Rio Ave. Voltou a estar em grande nível enquanto as pilhas duraram, no seguimento dos dois jogos anteriores. Faltam os golos que se pedem aos avançados.
Jogo de sentido único, com dificuldades a sair a jogar-principalmente Aderllan muito errático e a entregar a bola ao adversário em zonas proibidas- e muito curtos, a fazer lembrar "Rio Aves" de anos anteriores ao ano 2014. Sinceramente, não me recordo de Adan ter feito uma defesa na verdadeira aceção da palavra.
É certo que sofremos o primeiro golo precedido de falta, ainda que ninguém tenha feito pressão sobre o árbitro para consultar o VAR. Nem tão pouco Vítor Gomes na flash do final do jogo falou no assunto.
A verdade é que o Rio Ave não tem soluções dentro do plantel e não é pela arbitragem que se perdeu o jogo.
Vitória justa e incontestável do Sporting.
| Presidente Campos são precisos reforços |
O Rio Ave iniciou a época 2022/23 com uma derrota frente a um concorrente direto, neste caso o Vizela, por 0-1. Sinceramente, e não seria sério se não o dissesse, o Rio Ave da 1ª parte fez um jogo de uma verdadeira equipa de 1ª divisão. Encostou o vizela para o seu meio campo, foi forte na reação à perda de bola, teve mais iniciativa de jogo, jogou mais tempo no meio campo adversário e criou perigo, principalmente por intermédio de Costinha na direita. Não foi perfeito porque na hora de rematar à baliza, pura e simplesmente não o fizemos. Mas houvesse um vencedor ao intervalo seria certamente o Rio Ave.
Na segunda parte, e depois do artista do apito fazer das suas, nomeadamente na hora de mostrar cartões, por cautela Luís Freire retirou Vítor Gomes já amarelado e colocou no seu lugar Amine. O Rio Ave a partir dessa altura perdeu a zona nevrálgica do campo porque Amine demonstrou falta de intensidade e o Vizela cresceu e tornou-se mais perigoso. Teve uma bola na barra, depois de muitas falhas defensivas rioavistas até então, acabando por chegar ao golo. Preocupante foi ver a inoperância ofensiva da nossa equipa, que já não era satisfatória até esse momento e continuou sem que conseguíssemos importunar o adversário na tentativa de chegar ao empate.
Notas:
- Paulo Vítor muito curtinho. O adversário condicionou o jogo do Rio ave para essa faixa sabendo de antemão que o jogador ou fletia para o meio para ser abafado ou jogava em apoio para trás. Nesse aspeto Fábio Ronaldo foi muito mais incisivo e desiquilibrador.
- Amaral fez uma exibição a calar os críticos na primeira parte e uma segunda completamente desastrada.
- Aderllan que foi tão importante na subida terá feito a pior exibição com a camisola verde e branca. Ao nível da de Paços há 2 épocas atrás?
- Se Aderllan, Joca e Guga que eram os nossos jogadores mais na época passada estiveram bem abaixo do que podem fazer, o que se poderia esperar deste jogo? Não há reforços...
- O Rio Ave, neste caso a direção, andam a brincar com o fogo. Com esta equipa que veio da 2ª e ainda perdeu opções de banco, estão à espera do quê para fazer um verdadeiro reforço da equipa?
| Derrota por 0-1 |
O onze da época da 2ª liga foi promovida pela LPFP e contou com a colaboração dos treinadores e capitães, cujos votos elegeram o melhor onze.
Os campeões da 2ª liga viram dois dos seus jogadores entrarem neste onze (Aderllan Santos e Guga), enquanto do segundo classificado Casa Pia entraram cinco jogadores para o onze ideal (o guarda-redes Ricardo Batista; os laterais Vasco Fernandes e Leonardo Lelo; e os avançados Godwin e Jota). Caso para se dizer que não são as individualidades que fazem uma equipa campeã.
Os restantes jogadores eleitos para este onze são Alexsandro e João Teixeira do também promovido Chaves, o médio Diogo Pinto do Estrela da Amadora e o avançado goleador João Carlos da Académica de Coimbra.
O Rio Ave entra nos lugares de subida após mais uma vitória sofrida, desta vez frente ao Porto B.
Terceiro jogo seguido sem sofrer golos.
Mais um jogo em que o resultado foi melhor do que a exibição.
Julgo que todos os rioavistas comprariam este tipo de resultados até ao fim, que mesmo de forma sofrida nos garantiria a subida.
Foi um jogo amarrado, quase sem situações de golo.
Destaque principal para o lance do golo, num momento de inspiração de Aderllan, que recuperou uma bola ainda no meio campo rioavista e progrediu no terreno até chegar à entrada da área adversária, tendo rematado para defesa incompleta do guarda-redes portista aparecendo Zé Manuel a finalizar.
Cumpriu-se o que todos esperavam, a vitória do Rio Ave frente a um clube de dois escalões abaixo mas que históricamente nos criou sempre muitas dificuldades em Vila do Conde, precisamente o SC Olhanense que ainda há poucos anos se exibia na primeira divisão.
Apesar do favoritismo Rioavista, mais um devaneio de Aderllan permitiu aos forasteiros chegar à vantagem através de uma grande penalidade após uma mão digna de um infantil do central rioavista. 0-1 na primeira chegada à área dos Algarvios.
O Rio Ave foi sempre mais forte, do princípio ao fim, apesar das muitas alterações ao 11 inicial. Léo na baliza, Sylla, Pantalon, o regressado Sávio e João Graça tiveram oportunidade de aparecer. Com Guga a comandar as operações a meio campo, coube a Aziz decidir o jogo com dois golos que deram a volta ao marcador.
O Rio Ave volta assim a participar na 5ª eliminatória da taça mas a equipa nos últimos jogos pareceu perder algum gás e parece-me a altura do treinador começar a redefinir algumas estratégias para voltar a encontrar o caminho de encontro ao fulgor com que iniciou o campeonato.
| O homem do jogo com 2 golos |
O Rio Ave deslocou-se a Sernache para defrontar o Vitória local e venceu tranquilamente por 1-3 com golos de Rúben Gonçalves, Aziz e Costinha. Curto, muito curto para a diferença de andamento entre as equipas mas que uma displicência de Aderllan-culpa de quem o mandou marcar o penaltie- permitiu ao adversário atenuar a diferença. Aquilo que poderia ser o 0-3, rapidamente se transformou num 1-2 enganador e que poderia ter dado esperanças ao adversário. Não há muito a tirar deste jogo, que permitiu dar oportunidade a atletas que ainda não tinham sido utilizados, casos de Namora, João Graça e Pantalon. Rúben Gonçalves estreou-se a titular.
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| Rúben Gonçalves estreou-se a titular e logo com um golo |
O Rio Ave recebeu e venceu o Leixões por 2-1 e isolou-se no primeiro lugar da classificação.
Nós adeptos estamos a ficar habituados, não sei se bem ou se mal, a jogos com nota artística superior mas é com jogos ganhos como este, na raça, que se atingem os objectivos propostos.
O Rio Ave entrou forte no jogo, empolgou a plateia com um futebol de ataque e chegou à vantagem por Zé Manuel, após cruzamento do regressado à titularidade Pedro Amaral em virtude da lesão de Sávio no último jogo. O Rio Ave teve oportunidades para chegar ao segundo mas ora o guarda-redes adversário ou a nossa falta de definição no último terço levou o jogo para o intervalo com a vantagem mínima.
Na segunda parte, o Leixões que estava em desvantagem foi à procura da reviravolta tendo conseguido através de uma grande penalidade cometida por Hugo Gomes, ficando o Leixões por aí no que à finalização diz respeito. Os leixonenses reclamam outro penaltie cometido por um desastrado Aderllan Santos- hoje esteve irreconhecível- ainda que no momento anterior haja uma falta não assinalada sobre Hugo Gomes. Ainda assim, pareceu que o meio-campo do Rio Ave perdeu gás e permitiu que o leixões em alguns momentos tivesse ascendente. Mas foi numa jogada rápida que o debutante Sylla assistiu Pedro Mendes para o segundo golo do Rio Ave e que garantiu os 3 pontos.
Não posso deixar de destacar o facto de o Leixões ter sido a equipa mais difícil que defrontamos esta época.
Jonathan foi para mim o homem do jogo.
No final, a festa e a comunhão entre o grupo e a plateia.
O Rio Ave continua sem derrotas na época 2021/22.
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| Zé Manuel a crescer de forma |
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| União e respeito |
O Rio Ave na última jornada da Liga Nos 2020/21 deslocou-se à Madeira para defrontar o último classificado, Nacional da Madeira, sabendo de antemão que uma vitória lhe garantiria, no mínimo, o acesso ao Play-off de Manutenção/promoção. Sabia também, que com uma vitória e dependendo do resultado de Boavista em Barcelos e Portimonense em casa frente ao SC Braga poderia dar a manutenção direta.
O Rio Ave fez o que lhe competia e venceu de forma sofrida por 1-2 o Nacional da Madeira. Esta vitória acabou por não servir de nada porque o Farense acabou por perder - no confronto direto o Rio Ave tinha vantagem - e tanto Boavista como Portimonense alcançaram os resultados que desejavam e o Rio Ave não conseguiu no mínimo a igualdade pontual com estes clubes- também tinha vantagem sobre eles.
O Rio Ave fez neste jogo o que há muito não fazia: Remates! Foram 30! E 16 cantos a favor contra 1 do adversário. Mas já lá vamos.
O Rio Ave entrou no encontro a carregar no acelerador e a criar perigo- aquilo que se exigia num jogo decisivo- mas logo aos 11 minutos o Nacional se pôs em vantagem ao carregar jogo pelo nosso lado esquerdo. Dudu fez um bailado sobre um dos nossos pontos fracos( Pedro Amaral) e depois de lhe ter trocado os olhos estreava-se a marcar nesta época. O Rio Ave que vinha de 11 jogos! sem ganhar via-se novamente a perder e via a luz ao fundo túnel a apagar-se. Mas ao contrário da grande maioria dos jogos a que assistimos nesta época, a equipa continuou a porfiar, a massacrar e a criar situações de perigo junto à baliza Nacionalista. Contudo, a primeira parte chegou ao fim com a desvantagem no marcador. Apenas os golos que vinham dos Açores acalmavam as hostes e corações rioavistas.
Na segunda parte mais do mesmo, até que, num pontapé de canto, Aderllan salta mais alto e empata a partida. A partir daqui intensificou-se ainda mais o domínio do Rio Ave, as jogadas de ataque sucediam-se, mas era um jogo que fazia lembrar o de Moreira de Cónegos, em que com tantas chances de marcar os rioavistas não haviam conseguido melhor do que empatar o encontro. Duas grandes penalidades por assinalar, uma delas escandalosa com um jogador Madeirense a transportar a bola com o braço- nem árbitro nem Var assinalaram- e um outro assinalado por Artur Soares Dias numa primeira instância, entretanto (mal) corrigido pelo VAR Hugo Miguel. Foi já em tempo de compensação, e após perdidas escandalosas de Geraldes e Júnior Brandão(esta de bradar aos céus) que Mané marca o golo da misericórdia, mas já sem resultados práticos face ao que ia acontecendo nos outros campos.
A pergunta que fica e que perdurará para lá da época terminar, é o porquê de só na última jornada terem tido a atitude que tiveram. O Rio Ave rematou mais neste último jogo do que nos últimos 11 encontros juntos!
Venha o play-off e independentemente do adversário(saberemos no próximo sábado quando terminar a Liga Pro) a permanência tem que ser agarrada. Não existe alternativa. Já nada salva esta época mas a descida seria uma catástrofe.
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| Nos tempos em que se festejavam subidas e manutenções |
O plantel é fraco, ou pelo menos, os atletas disponíveis não têm ou estão num nível aceitável para um Rio Ave de 13 milhões.
Existem mais valias como Ivo Pinto ou Dala, ou um Coentrão longe do fulgor de outros tempos, mas ainda assim dos melhores e mais aplicados. De resto um deserto... e olhando para as opções de banco, assusta o mais optimista dos rioavistas.
Aderllan e Borevkovic continuam a senda interminável de exibições horríveis, sendo que Aderllan abusa nos erros primários oferecendo diversos golos aos adversários e em jogos diferentes.
O Rio Ave perdeu bem porque precisa de trabalhar mais dentro do terreno de jogo ao longo dos 90 minutos. Perdeu bem porque deixava o adversário a sair a jogar até meio do nosso meio campo contrariamente ao que fez o adversário que pressionava logo na nossa 1ª fase de construção causando-nos imensos problemas.
O único golo que marcamos é demonstrativo daquilo que (não) fizemos. Alívio com chutão de Gabrielzinho para sair da pressão, erro defensivo, tendo a bola sobrado para Dala. Com meio campo livre, foi a qualidade do Angolano a fazer a diferença. Ainda assim, foi na recarga que Meshino empatou.
O empate em casa já seria mau. A derrota é muito pior.
Futebol medíocre.
Sem reforços de qualidade somos candidatos à descida.
| Coentrão foi um dos melhores |
