O nosso primeiro período dourado (ou deveremos dizer, esmeralda) foi entre as épocas 1981/82 e 1983/84.
Além do 5º lugar alcançado na época 1981/82, do 8º lugar a apenas 1 ponto de repetirmos o 5º lugar na época 1982/83 e de na época obtermos um 9º lugar e uma final da Taça de Portugal, jogar no Avenida, por exemplo, era sinónimo de vitórias e de golos.
Nessas três épocas fizemos 45 jogos em casa, vencemos 32 jogos (71,11%), empatamos 7 jogos (15,56%) e apenas perdermos por 6 ocasiões (13,33%). Marcamos 77 golos (1,71 golos/jogo) e sofremos 31 golos (0,69 golos/jogo). Agora, perder ou empatar nos Arcos tornou-se natural e muitas das vezes até aceitável.
Félix Mourinho, recentemente falecido, chegou na época 1980/81 para substituir o Fernando Cabrita que apesar de seguir isolado no 1º lugar da Zona Norte da 2ª Divisão, incompatibilizou-se com a Direcção da altura. Depois de Mourinho ter confirmado o regresso à 1ª Divisão, construiu uma equipa à sua imagem, tendo recorrido também a seus conterrâneos. Caíca (1 época e 9 jogos) e Cabumba, talvez o nosso mais famoso número 11 (3 época; 72 jogos e 7 golos), também naturais de Setúbal, chegaram na época 1981/82 e fizeram companhia ao clã Mourinho.
Na época seguinte, Mourinho daria lugar a outro homem de Setúbal, Quinito, que se fez acompanhar pelo Santos (1 época e 20 jogos), também de Setúbal, mas regresseria na época 1983/84 para nos levar pela primeira vez ao Jamor.
Os cromos de hoje dizem respeito à época 1981/82 e são das colecções Super Stars (Mourinho), Campeões Futebol (Cabumba) e Futebol Acção e Movimento da Mabilgráfica (Caíca).
total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014
Agenda para 2019/20 Apostas Assistências Castigos Convocados Cromos Efemérides Nomeações Relatórios dos Jogos Rankings
LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente
EURO-ADVERSÁRIOS: Gotemburgo; Elfsborg; Dínamo de Kiev; Steaua de Bucareste; Aalborg; Slavia de Praga; Jagiellonia Bialystok;
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quinta-feira, 9 de novembro de 2017
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Cabumba segundo António Tadeia
"Ouve-se o nome Cabumba e pensa-se em grandes bojardas. Num jogador que chuta forte. Mas Carlos Gregório já era Cabumba antes de ser futebolista. As razões da alcunha que passeou pelos campos nem sempre relvados da I Divisão portuguesa no final dos anos 70 e início dos anos 80 nem ele as conhece: tem-na desde miúdo e só sabe que não tem nada a ver com futebol. Foi por causa do futebol, porém, que a alcunha se tornou conhecida. Sempre de verde-e-branco, com as camisolas do V. Setúbal e do Rio Ave.
Quatro dias depois, a 5 de Maio (nossa nota: três dias antes, a 28 de Abril), Cabumba despedia-se da I Divisão, jogando a tempo inteiro num empate em casa contra o FC Porto (0-0). Aos 27 anos, começava para ele a aventura dos escalões secundários: falhou por pouco a subida com a U. Leiria, em 1985, e festejou-a mesmo no Farense de Paco Fortes, em 1986. Não fez parte, contudo, dos que regressaram, pois manteve-se na região de Leiria, a jogar no Marinhense e no Mirense, onde pendurou as chuteiras com 36 anos, após a descida à III Divisão. Atualmente trabalha como motorista num hospital em Setúbal."
Além do Vitória, clube da terra, que foi a sua primeira paixão, Cabumba gostava do Benfica. Aos 19 anos, na última época de júnior, esteve para se mudar para a Luz, mas como a transferência não se concretizou foi Fernando Vaz quem acabou por lançá-lo em Setúbal. Levou-o para o banco duas vezes, na receção ao Belenenses e na visita ao Benfica, e estreou-o a 13 de Março de 1977, num jogo da Taça de Portugal, em Famalicão. O Vitória perdeu por 3-2, no prolongamento (depois de se colocar a ganhar por 2-1 a dois minutos do final do tempo regulamentar), mas Vaz manteve a aposta no miúdo para o jogo seguinte. A 20 de Março, Cabumba jogou pela primeira vez no campeonato, alinhando durante a primeira parte da receção ao V. Guimarães, que os sadinos ganharam por 1-0, mas com o golo a aparecer depois de ser substituído por Diamantino.
A primeira época em pleno de Cabumba foi a seguinte. Assumiu a titularidade à sétima jornada e não a perdeu nem quando Fernando Vaz foi substituído por Carlos Cardoso. O primeiro golo marcou-o a 26 de Fevereiro de 1978, a contribuir para os 4-0 ao Riopele com um remate de longe. Cabumba! O nono lugar final do V. Setúbal permitiu a permanência de Carlos Cardoso à frente da equipa e a continuidade de Cabumba como titular. Tudo parecia correr-lhe de feição, incluindo um golo ao Sporting, em Alvalade, logo à segunda jornada. Mas uma derrota por 5-1 nas Antas com o FC Porto e o 13º lugar que o Vitória ocupava custaram o lugar a Cardoso – e com Rui Silva, Cabumba não jogou mais.
Um ano razoável com Jimmy Hagan, Miguel Diogo e Peres Bandeira – com escapada à tangente à despromoção – e outro como arma secreta de Rodrigues Dias – no qual marcou por duas vezes, nos dois jogos com o Sp. Espinho – chegaram para convencer Cabumba a procurar a sorte noutro lugar. Foi assim que respondeu ao chamamento do também setubalense Mourinho Félix e seguiu para Vila do Conde, onde o Rio Ave se estreava no escalão principal. Com Mourinho e depois com Quinto – também de Setúbal… – fez as melhores épocas da sua carreira, premiadas com um quinto e um oitavo lugar e a honra de jogar uma final da Taça de Portugal, no dia do trabalhador de 1984, contra o FC Porto. A perder desde cedo, Mourinho sacrificou o seu conterrâneo ainda na primeira parte, para dar lugar ao avançado N’Habola, mas o Rio Ave acabou mesmo batido por 4-1.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
“e com o número 11 CÁBUUUUUUMBA”
Era assim que no antigo Campo do Avenida terminava o anúncio da constituição de um a onze a nossa equipa.
Isto para dizer que hoje às 18h00 no Memórias Vivas da Linear o Cabumba é o convidado de honra. Certamente uma emissão a não perder.
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