total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

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quarta-feira, 24 de maio de 2023

Areia para os olhos?

No Site Oficial do Rio Ave FC (https://rioavefc.pt/destaque/karseladze-estreia-se-na-equipa-a-com-18-anos/) foi publicado um texto alusivo à estreia do nosso atleta da formação Jorge Karseladze.


Lá pelo meio do texto alguém entusiasmou-se e aludiu ao facto de o nosso jovem da formação (desde os 10 anos de idade que o Jorge Karse faz parte da nossa formação) de ser o sétimo jogador da nossa excelente formação a ser lançado na equipa A nestas duas épocas e enumeram os jogadores que supostamente estrearam-se como séniores A desde 2021/22, a saber: o guarda-redes Magrão (entrou nos nossos quadros com 20 anos), o defesa Costinha (entrou com 17 anos), os médios Lomboto (também entrou com 20 anos), Rúben Gonçalves (entrou com 15 anos) e Bruno Ventura (tinha 20 anos feitos quando chegou), e o avançado Fábio Ronaldo (entrou com 15 anos e regressou com 17 depois de ter saído por uma época).

Mas será que é mesmo assim? Ora vejamos:

- O jogador Rúben Gonçalves fez o seu primeiro jogo como sénior pelo Rio Ave FC no dia 23 de Junho de 2020 (época 2019/20) para a 1ª Liga em Setúbal. Era seu treinador o mister Carlos Carvalhal. Tinha 21 anos e 6 meses;

- O jogador Costinha fez o seu primeiro jogo como sénior pelo Rio Ave FC no dia 22 de Novembro de 2020 (época 2020/21) para a Taça de Portugal em Monção. Tinha 20 anos, 5 meses e 6 dias e para a 1ª Liga no dia 29 de Novembro de 2020 em Barcelos. Era seu treinador o mister Mário Silva;

- O jogador Bruno Ventura fez o seu primeiro jogo como sénior pelo Vitória de Setúbal no dia 24 de Outubro de 2020 (época 2020/21) para o Campeonato de Portugal diante da equipa Esperança de Lagos. Tinha 19 anos, 7 meses e 28 dias. O treinador que o lançou foi o mister Alexandre Santana.

Pelo Rio Ave FC fez o seu primeiro jogo pela equipa principal no dia 13 de Dezembro de 2022 (época 2022/23). Foi à 3ª jornada da fase de grupo da Taça da Liga e defrontamos em casa a equipa do Farense.

Tinha então 22 anos e 9 dias. Para a 1ª Liga estrou-se mais tarde, mais precisamente no dia 5 de Março de 2023 na 23ª jornada em Braga e fê-lo nestes dois jogos pelas mãos do mister Luís Freire.

E agora algumas questões: será lógico dizer-se que são da nossa formação atletas que entraram para os nossos quadros com 20 ou mais anos de idade, mesmo que tenham vindo para jogarem nas nossas equipa B ou de sub 23, e que alguns deles tenham feito a sua estreia pela equipa A aos 22 anos, como no caso do Magrão e do Ventura?

Não se anda a confundir formação com prospecção? É lógico que é preciso haver um pouco de cada, mas nos últimos tempos o que mais se vê é prospecção, falta saber a que custo...

O texto publicado no Site Oficial teve uma falha (pois "errare humanum est") ou tomam-nos a todos por tolos?

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Certificado de Entidade Formadora?

Durante o intervalo, junto ao nosso banco, Carlos Alves, Jaiminho, Tiago André e Vitó recriavam-se com uma bola e recordei-me do certificado de Entidade Formadora entregue esta quinta-feira ao nosso Clube, um dos dez clubes em trinta e sete a quem coube esta honra.

Este certificado de Entidade Formadora tem importância relevante para os clubes porque entre outras coisas "apenas os clubes certificados podem celebrar contratos de formação desportiva", por exemplo.

E olhando para o onze que alinhou de início, da nossa cantera apenas lá estava o Nelson Monte mas jovens jogadores emprestados eram o dobro, Gil Dias e Cherif. Apenas não jogou o Rafa Soares por opção do técnico.

Há sucessivas épocas que o nosso Clube anda a falhar a constituição de uma Equipa B ou Satélite.

Por isso pergunto-me de que servirá este Certificado se época após época falhamos ao não dar a melhor continuidade ao trabalho feito pela Formação e Prospecção do nosso Clube colocando os jovens jogadores numa Equipa B ou Satélite, ao invés de os emprestarmos ou os encostarmos no plantel principal.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Gil Dias em destaque no Record

O jornal Record publicou hoje um artigo do Rui Malheiro onde dá destaque a dez promessas jovens da Liga que hoje se inicia. Nós estamos representados nessa lista pelo Gil Dias, o que muito nos pode honrar.

Ora, o Gil Dias é emprestado, pelo Mónaco, e nada ganharemos com ele a não ser as suas prestações em campo.

Mas há um jogador que pode no futuro vir a dar-nos dinheiro. Não pertence aos nossos quadros mas jogou cá durante uma época nos juniores e foi emprestado pelo Benfica ao Vitória de Setúbal. Até lhe chamam o Robben do Seixal. Que faça uma excelente época porque nós só teremos a ganhar com isso. Já adivinharam quem é?

É um jogador jovem, com grande margem de progressão, "produto" da nossa prospecção, ajudou-nos a chegar pela primeira vez à fase de campeões do nacional de juniores e levou às costas a equipa júnior do Benfica à final da liga dos campeões sub19.

Em vez de estarmos a valorizar jogadores emprestados por outros clubes, como o Gil Dias e o Rafa Soares, porque não quisemos/conseguimos o empréstimo do Nuno Santos para o valorizar ainda mais? Só teríamos a ganhar com isso, certo? Será que as quizílias com o seu treinador nos juvenis do Porto ainda não estão ultrapassadas?

Fala-se bem da nossa formação e prospecção, mas sem equipa B ou satélite muito poucos serão os nossos jovens que nos darão alegrias como seniores e este tipo de formação/prospecção pode perder o seu verdadeiro sentido.

Sobre o Gil Dias:
Gil Dias (Rio Ave): Descoberto pelo Monaco nos juniores do Sp. Braga, o miúdo da Gafanha da Nazaré fará a estreia na I Liga pelo Rio Ave. Avançado, extremo ou médio-ofensivo, sobressai pela facilidade com que assume a condução e busca desequilíbrios no um contra um. Veloz, móvel, destemido e robusto, combina argumentos nos passes de rutura com um remate fácil.

Sobre o Nuno Santos:
Nuno Santos (V. Setúbal): A forma como oferece largura e ataca a profundidade, além da acutilância nas diagonais, valeu-lhe a alcunha de ‘Robben do Seixal’. Ala/extremo canhoto, produz desequilíbrios ao conjugar velocidade, aceleração, mobilidade e agilidade com um drible ziguezagueante e uma ótima leitura de jogo, o que o torna corrosivo nos cruzamentos, nos passes de rutura e no remate.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Boateng e Ernest confirmados no Moreirense

O Moreirense SAD confirmou através do seu Site Oficial a contratação por 4 épocas dos jovens Ernest E Boateng, tendo os jogadores tirado a fotografia da praxe com a camisola do Moreirense.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (IX)


A maior parte das pessoas com o meu género de currículo, não pretendemudar. Mas eu sempre achei que não me podia dar ao luxo de não mudar. Tínhamosde ter êxito — não havia outra opção para mim — e eu exploraria todas as formasde melhorar. Continuei a trabalhar arduamente. Tratei cada sucesso como sefosse o primeiro. A minha missão era fornecer-nos a melhor possibilidade devencer, e era isso que me motivava.
in Dinheiro Vivo

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (VIII)


in Dinheiro Vivo

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (VII)




Acho que todas as minhas equipas tinham perseverança — nunca desistiam.Por isso eu não tinha de me preocupar muito em lhes passar a mensagem. É fantástico ter esta característica e é impressionante ver o que pode acontecer nos segundos finais de um jogo.
in Dinheiro Vivo

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (VI)













Durante os treinos, tentávamos construir uma equipa defutebol com atletas soberbos, que fossem taticamente inteligentes. Se formosdemasiado suaves na abordagem, nunca o conseguiremos. O medo tem de fazerparte. Mas também não se pode ser demasiado duro; se os jogadores estiveremsempre com medo, não jogarão bem. À medida que fui ficando mais velho, percebique mostrar a nossa zanga o tempo todo não funciona. É preciso escolher osmomentos. Enquanto managers, desempenhamos papéis diferentes em momentosdiferentes. Por vezes temos de ser médico, professor ou pai.
in Dinheiro Vivo

domingo, 20 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (V)



Sempre agi rapidamente quando via um jogador tornar-se uma influência negativa.Poderão dizer que agi impulsivamente, mas acho que foi fundamental decidir comrapidez. Para quê ir para a cama com dúvidas? Acordaria no dia seguinte e dariaos passos necessários para manter a disciplina. É importante termos confiançaem nós próprios para tomarmos uma decisão e avançarmos. Não se trata deprocurar adversidades nem oportunidades de mostrar poder, mas sim de deter ocontrolo e ser autoritário quando os problemas surgem.
in Dinheiro Vivo

sábado, 19 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (IV)



Dizia sempre à minha equipa que trabalhar arduamente toda a vida é um talento.Mas esperava ainda mais das estrelas. Esperava que trabalhassem ainda mais arduamente. Dizia-lhes: “Vocês têm de mostrar que são a nata dos jogadores”. E era o que eles faziam. É por isso que são estrelas — estão preparados para trabalhar mais. Super estrelas com egos não são o problema que as pessoas podem pensar. Eles precisam de ser vencedores, porque isso lhes massaja os egos, e farão o que for necessário para vencer. Costumava ver o [Cristiano] Ronaldo [um dos melhores avançados do mundo, que joga agora no Real Madrid], Beckham, Giggs, Scholes e outros a treinar durante horas. Tinha de os mandar para dentro. Batia na janela e dizia-lhes, “Temos um jogo no sábado”. Mas eles queriam tempo para treinar. Percebiam que ser jogador do Manchester United não é um trabalho fácil.
in Dinheiro Vivo

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (III)


A nossa análise de uma década de transferências de jogadores revelou Ferguson como um “portfolio manager” de eficácia única. É estratégico, racional e sistemático. Na década passada, durante a qual o Manchester United ganhou cinco vezes a liga inglesa, o clube gastou menos em compras de jogadores que os seus rivais Chelsea, Manchester City e Liverpool. Uma das razões foi um compromisso contínuo com os jovens jogadores: os de menos de 25 anos constituíram uma parcela muito mais alta das aquisições do United em comparação com os seus concorrentes. E como o United queria vender jogadores que ainda tinham muitos anos à sua frente, fez mais dinheiro com transferências para outros clubes que a maioria dos seus rivais — e, assim, a aposta em talentos prometedores pôde continuar.

in Dinheiro Vivo

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (II)



in Dinheiro Vivo

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A fórmula de sucesso de Alex Ferguson (I)

Na passada semana foi publicado no Dinheiro Vivo um interessante trabalho sobre a passagem de Alex Fergunson pelo Manchester United. Esse trabalho foi desenvolvido por uma professora da Havard Business School que analisou os 26 anos que o famoso treinador levou no comando do Man. United e sintetizou em 8 lições a sua liderança.

Nos próximos dias postaremos um lição por dia para melhor compreender-mos o sucesso alheio e perceber que lições o nosso Clube pode retirar daqui. Hoje começamos pela autora e pela sua explicação de como o trabalho foi realizado:

A viagem para a excelência
Anita Elberse: Sucesso e poder estável como o de Sir Alex Ferguson exigem ser estudados, e não só pelos fãs de futebol. Como fez isto? Será possível identificar os hábitos que permitiram o seu sucesso e os princípios que o guiaram?
Durante aquela que acabou por ser a sua última época aos comandos, eu e o meu antigo aluno Tom Dye conduzimos uma série de entrevistas em profundidade com Ferguson acerca dos seus métodos de liderança e observámo-lo no campo de treino do United e no seu famoso estádio, Old Trafford, onde uma estátua de bronze com uma altura de 2,70 metros, representando o anterior manager, decora agora o exterior.
Falámos com muitas das pessoas com quem Ferguson trabalhou, desde David Gill até aos treinadores adjuntos do clube, roupeiros e jogadores. E observámos Ferguson durante numerosas reuniões e conversas curtas com jogadores e membros do staff nos corredores, na cafetaria, no campo de treino e onde quer que a oportunidade surgisse.
Mais tarde, Ferguson foi à HBS para ver o estudo de caso ser ensinado, deu as suas opiniões e respondeu às perguntas dos estudantes, atraindo uma grande multidão à minha aula e resultando numa troca de ideias extremamente interessante.
Ferguson e eu discutimos oito lições de liderança que captam elementos cruciais da sua abordagem. Embora eu tenha tentado não forçar demasiado as coisas, muitas delas podem certamente ser aplicadas de modo mais amplo, aos negócios e à vida.
Nos artigos que se seguem, descrevo cada uma das lições tal como as observei, dando em seguida a palavra a Ferguson.
in Dinheiro Vivo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013