Continua a estrelinha de boa sorte naquele que terá sido o menos conseguido e mais aborrecido jogo da era Luís Castro.
Com excepção dos primeiros minutos da segunda parte, que nos valeram os dois golos, todo o nosso jogo foi enfadonho com a nossa equipa fazer circular a bola entre médios e defesas à procura de espaços no ataque que pudessem levar mais perigo à área do nosso adversário que por sinal rematou o dobro de nós (fizemos 4 remates dos quais dois à baliza contra 8 remates à baliza do Nacional).
Depois do golo em Setúbal que teve a colaboração do guarda-redes adversário, do auto-golo marcado pelo defesa do Arouca, também hoje precisamos de uma ajudinha do adversário para abrirmos o marcador. Mas como disse uma vez o nosso presidente "A sorte procura-se, luta-se, trabalha-se".
Tal como no jogo em casa frente ao Tondela, mesmo estando nós a vencer por 2-0 voltamos a permitir que o adversário se chegasse com mais perigo à nossa baliza e reduzisse o marcador e instalando algum desconforto nas bancadas.
Mas se o Tondela reduziu nos descontos, o Nacional marcou quando ainda faltavam 20 minutos para os 90 o que seria muito tempo para eles marcarem o golo do empate e pouco tempo para marcamos o terceiro. Conforme as diferentes situações, as noções do tempo no futebol variam de adepto para adepto.
O importante é que vencemos e aumentamos a distância para o 7º classificado e mantemos os mesmos 4 pontos de desvantagem para o Vitória de Guimarães que é 5º.
O treinador Luís Castro continua a fazer história e obteve a quarta vitória em outros tantos jogos igualando o feito do Carlos Brito na época 2010/11.
Uma palavra para o árbitro Artur Soares Dias que apenas mostrou um cartão amarelo, cirúrgico, a um jogador nosso, precisamente aquele que não deveria ver pois afastou-o do jogo da próxima quarta-feira no em casa do Benfica.
Mas aqui a culpa maior é do treinador que se entrou em poupanças para a Luz ao não fazer alinhar de início o Filipe Augusto, Rúben Ribeiro e o Pedrinho esteve mal ao não poupar também o nosso único jogador em risco de exclusão.