total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

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quarta-feira, 9 de julho de 2025

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Sobre a AG Extraordinária, alguns apontamentos (4):

Da AG surgiram algumas questões colocadas pelos sócios (algumas delas sem resposta). Aqui ficam algumas delas e as que coloquei.

- sobre a possibilidade de Olympiacos e/ou Nottingham Forest cruzarem-se nas competições europeias e ao facto da UEFA estar a legislar novamente sobre este assunto, só à segunda a presidente informou que a sociedade que vai adquirir 80% da futura SAD não é a mesma que detém os outros dois clubes.

- um membro do Conselho Geral alertou para o facto de os terrenos onde assentam o Estádio e a Academia terem sido dados pela Autarquia, ou seja, que são terrenos municipais. Apenas a Sede foge a isto.

- um outro sócio questionou porque não foi o mostrado os valores que nos devem outros clubes ou outros entidades (questão que também fiz na AG de Outubro passado e também nesta, além de me ter referido ao possível regresso do Aziz e de uma possível venda que poderia fazer um interessante encaixe financeiro).

- se o Clube indicará dois administradores e o investidor nomeará três administradores (sendo que um ou mais são da actual direcção do RAFC como prova de confiança) perguntei a quem responderá a presidente Alexandrina Cruz (se aos sócios ou ao investidor). Fiquei sem resposta e fiquei com a ideia que não a obteria se a colocasse de novo.

- também questionei se a AG Extraordinária foi convocada a pedido da Direcção e se estávamos a deliberar propostas da Direcção, se a mesma ia participar na votação. Também fiquei sem resposta e também fiquei com a ideia que não a obteria se a colocasse de novo.

- a presidente no início da sua intervenção disse que esta era a única Direcção que teve coragem para apresentar uma proposta de SAD. Iniciei a minha intervenção perguntando se trazendo para a AG os novos sócios angariados ultimamente, os jogadores e funcionários era sinal dessa coragem. Não houve resposta.

- perguntei a seguir se os exemplos de clubes da 1ª Liga que tinha acabado de enumerar e que são proprietários de apenas 10 ou 20%, quantos tinham os presidentes eleitos como presidentes executivos das SAD (até dei o exemplo do Famalicão que tem um presidente eleito pelos sócios e um presidente executivo da SAD nomeado pelo investidor). Idem idem, aspas aspas…

Sobre o porquê de não ter feito sessões de esclarecimentos, a presidente disse que não precisava (ela e os sócios) de sessões de esclarecimentos porque tudo o que havia a esclarecer deveria ser feito na AG... como se viu.

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Sobre a AG Extraordinária, alguns apontamentos (3):

Mais cinco notas.

1 - O presidente da Mesa começou por informar que a AG Extraordinária foi a pedido da Direcção, só que mais tarde a presidente da Direcção disse que foi ela quem pediu a realização da AG ao presidente da Mesa.

Ora, se consultarmos a convocatória de 17 de Maio de 2013 abaixo podemos ler que a mesma foi convocada ao abrigo do n.º 2 do Art.º 78º dos estatutos do Clube em vigor naquela data, que nos informa que a AG Extraordinária foi convocada a pedido da Direcção, coisa que a última convocatória não o faz (o Art. 77º invocado na convocatória omite se a mesma foi convocada ao abrigo dos n.º1, n.º 2, n.º 3 ou n.º do mesmo artigo).

2 - Foram abordados pelos sócios alguns temas pertinentes, como por exemplo a não aprovação em Assembleia dos estatutos da futura SAD. Respondeu a presidente que não seriam aprovados na AG porque os que os estatutos da SDUQ também não o foram;

Se olharmos novamente para a a convocatória de 17 de Maio de 2013 podemos ler que no ponto 4 foi discutido e votado o modelo e estatutos da SDUQ.

3 - Informou também a presidente que seria a direcção a votar os dois nomes para fazerem parte da administração da futura SAD (os outros 3 nomes seriam nomeados pelo futuro investidor como é de lei).

Continuando a olharmos com mais atenção para a convocatória de Maio de 2013, sabemos que pelo ponto 5 da mesma convocatória foram nomeados pela AG os nomes dos directores que fizeram parte da primeira administração da SDUQ. Aliás, até hoje os administradores da SDUQ foram sempre eleitos nas Assembleias que elegeram os ógãos sociais (com excepção do Conselho Geral), pelo que os dois nomes para a SAD em representação do Clube também deveriam continuar a ser votados pelos sócios.

4 - também foi colocada a questão do porquê não ficar estipulado que o representante do Clube nas Assembleias da SAD. Porque o presidente da Mesa não era o indicado para representar o Clube.

Olhemos para o ponto 6 da convocatória de Maio de 2013. Sim, foi designado que seriam os presidentes da Mesa a representar o Clube nas AG da sociedade a aprovar em Maio de 2013.

5 - Por fim fica esta questão: para transformar a SDUQ em SAD não é preciso apresentarem a acta da AG de domingo? A conservatória ou o notário não vai exigir esse documento? Documento esse que deveria ter sido ser votado em Assembleia, coisa que não aconteceu no domingo.

Ora olhemos novamente para a Convocatória de Maio de 2013, mais precisamente para o ponto 8 "aprovação da minuta da ata da reunião, da qual constarão os pontos aprovados, para que os mesmo produzem efeitos imediatos".

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Sobre a AG Extraordinária de ontem, alguns apontamentos (2):

Dos três pontos votados pelos sócios resultaram as seguintes votações:

1 - Transformação da SDUQ em SAD, 21 votos NÃO e 20 abstenções;

2 - Transmissão do capital da social da SAD. 61 votos NÃO e 28 abstenções;

3 - Atribuir mandato à Direcção, 60 votos NÃO e 27 abstenções.


Notas: segundo foi informado pela Mesa, estiveram presentes 596 sócios. Apesar de alguns sócios terem abandonado a AG antes e/ou durante as votações, os seus votos foram contabilizados como SIM.

Existem nas redes sociais relatos de sócios a quem foi negada a entrada por a capacidade do cine-teatro municipal ter sido atingida (e ao que parece não é a primeira vez que tal acontece). A ser verdade, esses sócios deveriam ter contactado a PSP local e pedido para identificar quem não lhes permitiu a entrada para que fossem lavrados os devidos autos. A começar nos seguranças, passando pelos funcionários e por fim identificar o Presidente da Mesa, se de facto deu essas indicações.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Sobre a AG Extraordinária de ontem, alguns apontamentos (1):

Em menos de dez minutos a presidente apresentou os seus argumentos, em menos tempo terá respondido de uma assentada às questões que os sócios colocaram.

Hoje deixo os slides.














sexta-feira, 17 de novembro de 2023

O presente grego

Sobre a AG extra do próximo domingo e do possível investidor não há muito a acrescentar àquilo que tenho lido nas redes sociais e do que tem saído nos jornais.

Por falar em jornais, saiu ontem à tarde na edição on-line d’A Bola uma notícia sobre a possível constituição de uma SAD e do investidor bilionário. Um texto bonito e longo para o que estamos habituados. Estou curioso em saber se essa notícia sairá na integra na edição de papel. Recordo-me que juntamente com mais dois sócios enviei um email à presidente da direcção, com conhecimento a vários elementos do Clube e da estrutura, que dois ou três dias depois apareceu “milagrosamente” escarrapacha na edição on-line d’A Bola, mas não na edição em papel.

Também esta semana tivemos um furo sobre o investidor que saiu primeiro nos jornais na Global Media Group (JN e O Jogo). Aqui no burgo nunca houve dificuldades em plantar notícias, pois não?

Sobre a AG propriamente dita gostaria de acrescentar isto: esta direcção teve quatro meses para proceder à alteração estatutária antes de avançar com esta imposição de um novo modelo de sociedade desportiva. Quatro meses. Muito do trabalho já havia sido feito que não se aproveitou e não se avançou, porquê?

Segundo informou a presidente na AG passada, a alteração estatutária é uma proposta da direcção e os elementos da anterior direcção não concordaram com aquilo que lhes foi apresentado.

Pergunto: com que é que não concordaram? Por terem retirado da proposta, que forneceram aos órgãos sociais, a possibilidade dos elementos da direcção poderem serem remunerados? Ou com a imposição estatutária do Clube ter que directa ou indirectamente ter maioria de uma futura SAD?

Outra questão negativa é esta compra de sócios (que não terá começado neste anos de 2023, mas sim a partir de Setembro de 2022). Quem nos quer gerir não tem a competência em explicar aos sócios o que está mal e qual o caminho a seguir sem recorrer a meios (leia-se compra de sócios) menos honestos?

Não sou a favor das sociedades desportivas, que foram criadas nos anos 90 e mais tarde regulamentadas (em 2013), mas entre uma SDUQ e uma SAD prefiro uma SDUQ. Já agora, entre uma SDUQ e uma SDQ (novo regime de sociedade desportiva) continuo a preferir a SDUQ e entre uma SDQ e uma SAD prefiro claramente uma SDQ. E porquê? Porque não gosto de sociedade anónimas…

Quanto aos que gostam de bater no peito e dizerem que são “Rio Ave até morrer”, pelo que tenho lido isso só se aplica se estivermos na primeira (e vá lá na segundona para lançarmos os foguetes e apanharmos as canas dos festejos de subidas). Se por algum motivo formos parar às nacionais amadoras ou mesmo às distritais isso do ser “Rio Ave até morrer” já não é bem assim.

Termino com este dueto dos gregos Nana Mouskouri e Demis Roussos (além da legendagem em grego, tem também legendas em inglês). Atentem à letra que fala em casacos, barcos, da filha do capitão e até de arrependimentos.

terça-feira, 31 de outubro de 2023

AG Ordinária de 26/Out/2023 (1ª parte)

Como é sabido por uma larga maioria dos sócios, na passada 5ª feira teve lugar a AG Ordinária para aprovação do Relatório e Contas referente à época 2022/23.

Do primeiro ponto constava a leitura da acta, que foi aprovada com pela maioria dos sócios (86,12% dos 209 sócios presentes na altura da votação), tendo, no entanto, votado contra 16 sócios e 11 sócios abstiveram-se.

Tem sido recorrente nos últimos anos as actas terem recebido objecções por parte dos sócios por as mesmas não reflectirem o que de verdadeiramente se passou nas AG anteriores (1), o que é lamentável e sintomático de que algo não está bem no nosso Clube, como com o caso desta acta o que me levou a objectar e votar contra.

Pedi a palavras e informei o Presidente e restante Mesa que da parte das minhas intervenções em Agosto, na acta não constavam os parabéns que eu tinha dado à Presidente pela intenção de abrir a Sede ao convívio dos sócios (por contraponto com a decisão do anterior presidente apenas destinar a Sede a um museu e não a um espaço de convívio dos sócios).

Depois dizem que há sócios que só sabem dizer mal e de não reconhecerem o trabalho de quem está à frente dos destinos e de nunca fazerem críticas construtivas. Pudera, se apagam-se das actas as felicitações que damos publicamente em AGs.

Também reclamei do facto de terem omitido da minha intervenção nessa tal AG de Agosto a questão que coloquei à Presidente se ia continuar como secretária (segunda secretária) da Assembleia Municipal (2).

Antes de proceder à votação o Presidente da Mesa disse ia tomar em consideração os meus reparos.


Links:

(1) https://rioavistas.blogspot.com/2021/11/sobre-ag-de-31-de-outubro-1.html

(2) https://rioavistas.blogspot.com/2023/08/assembleia-geral-4ago2023-ponto-5-2.html

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Intervenção do anterior presidente da Mesa da Assembleia Geral na AG de 4 de Agosto

Hoje deixamos o texto que o anterior presidente da Mesa da Assembleia Geral, o sócio n.57 Mário Almeida, leu no ponto 5 da ordem de trabalho, outros assuntos de interesse para o Clube. As duas últimas "folhas" referem-se à carta que o mesmo dirigiu aos sócios e simpatizantes em Dezembro de 2017 e à AG da SDUQ em Outubro de 2017.

Por motivos vários , a caixa de comentários estará excepcionalmente desactivada no nosso Grupo no Facebook.

LINKhttp://rioavistas.blogspot.com/2023/08/assembleia-geral-4ago2023-ponto-5-2.html










(texto lido na Assembleia Geral de 04AGO2023)

(carta enviada aos sócios e simpatizantes em DEC2017)
(Acta Assembleia Geral da SDUQ 30OUT2017)

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Assembleia Geral 4AGO2023 (ponto 5 - 2ª parte)

Após a apresentação do Plano de Actividades e Orçamento da SDUQ foi dada a palavras aos sócios e foram vários que participaram.

Um deles foi o anterior presidente da mesa que voltou a participar na vida do Clube ao fim de cinco anos e meio. Começou por dizer que apesar da chamada anónima que recebeu nesse mesmo dia ameaçando-o para que não falasse na AG iria falar e que isso lhe dei maior propósito para que o fizesse.

Segundo o mesmo, afastou-se do Clube quando não acompanhou o anterior presidente num novo mandato e cumprindo assim a promessa de voltar quando António da Silva Campos deixasse de presidir aos nossos destinos. Informou o presidente da mesa para contar com ele para o novo Conselho Geral e discursou (cerca de 47 minutos segundo o relógio da presidente da direcção) tendo lido um discurso de nove páginas onde abordou diversos temas relacionados com a gerência do anterior presidente, assim como uma carta que dirigiu aos sócios quando não foi candidato a novo mandato e leu também uma acta da SDUQ datada de Outubro de 2017.

Ficamos a saber que em 2008 convidou a actual presidente Alexandrina Cruz a avançar para a presidência do Rio Ave FC. Ainda bem que não aceitou pois na altura nós precisávamos de um ASC como se veio a verificar. O que aconteceu depois de todos é conhecido, embora alguns teimem em não reconhecer.

Neste ponto da ordem de trabalho intervim e foquei-me em cinco pontos:

- Dei os parabéns à presidente por abrir a Sede aos associados, ao invés do que fez o anterior presidente. Salientei a necessidade de se elaborar um regulamento interno para gestão da Sede para que esta se transforme num local rioavista e não haja a tentação de quem estiver a explorar ou mesmos de portadores de cartões dos sócios quererem transformar o local num centro de estarolas.

- Questionei a presidente sobre a Rio Ave Seguros, dizendo que foi já publicado a prestação de contas relativamente ao exercício 2022 e que segundo eu tinha apurado, ASC ainda continuava como gerente da mesma. Respondeu-me a presidente que a substituição do gerente já foi feita. Uma nota: a Rio Ave Seguros é detida em 50% pela Rio Ave SDUQ e em 50% pela seguradora SABSEG.

- Pedi esclarecimentos sobre os processos em tribunal em que a nossa SDUQ é ré e também sobre o processo em tribunal que o anterior treinador Miguel Cardoso intentou contra a nossa SDUQ. Mencionei que o treinador assinou pelo Raja Casablanca, clube que está por detrás deste processo Olinga na FIFA e disse ironicamente que o karma é lixado. Pelo que a presidente respondeu, houve um acordo entre as duas partes.

- Sobre a forma como a presidente respondeu ao sócio Manuel Quintela no ponto três da ordem de trabalhos disse à presidente que não gostei da forma como o tratou. Nós somos sócios, ela é presidente e tem que ter outra atitude e que a atitude de um ou uma presidente não pode ser de quem está num café ou nas redes sociais (aqui usei expressões da presidente).

- Por fim questionei a presidente se vai continuar como secretária da Assembleia Municipal, dando dois exemplos presentes na sala, a do anterior presidente da mesa Mário Almeida que acumulou também com a presidência da autarquia e a do presidente da mesa Amândio Couteiro que acumula com a presidência da união de freguesias de Mosteiró e Vilar.

Não vejo problemas de alguém que acumule a presidências de cargos políticos com a presidência de órgãos sociais do Rio Ave FC, mas não aprovo que a presidente do Rio Ave FC acumule funções subalternas como de secretária de uma Assembleia Municipal.

A presidente respondeu-me que vai continuar como deputada (e como secretária creio também), o que eu considero lamentável e sinal de subserviência do nosso Clube a outros poderes políticos.

Não vou gostar de ver a presidente do meu Clube (e secretária da assembleia municipal) receber nos camarotes do Arcos a presidente da Assembleia Municipal, a sua superiora hierárquica. Prefiro que seja o presidente da mesa a receber as autoridades políticas. Nas próximas AGs provavelmente voltarei a falar deste tema.

domingo, 6 de agosto de 2023

Assembleia Geral 4AGO2023 (ponto 4 e 5 - 1ª parte)

No ponto 4 o presidente do Conselho Fiscal leu o parecer, com a novidade desta vez não serem propostos louvores. Um sócio interveio dizendo que não faz sentido o parecer do Conselho Fiscal ser lido depois de votado o Orçamento e Plano de Actividades. O presidente da mesa disse algo como que sendo o parecer positivo não se achou que se devesse ser lido antes. Este terá que ser um assunto a rever futuramente.

Por fim chegamos ao ponto 5 da ordem de trabalhos. Neste ponto ficamos a saber o Plano de Actividades e Orçamento para a SDUQ.

A previsão orçamental para a nossa sociedade desportiva é de 11.249.400,00 euros (aumento de 667 mil euros relativamente à época anterior), assim repartidos:
- 8.160.580,00 euros para o futebol profissional;
- 470.100,00 euros para os sub23;
- 597.440,00 euros para a formação;
- 115.600,00 euros para o futebol feminino (sénior e formação);
- 1.827.280,00 euros para gastos com a estrutura.

Os custos com o pessoal será de 8.351,660,00 euros assim distribuídos:
- 4.381.250,00 euros com a remuneração com os jogadores;
- 89.000,00 euros com pagamentos a atletas amadores (futebol feminino?);
- 967.350,00 euros com a remuneração dos treinadores;
- 250.000,00 euros a atribuir como prémios de jogo;
- 1.156.160,00 euros a despender com remuneração do pessoal da SDUQ (onde não entram jogadores e treinadores);
- e 1.507.900,00 euros com outras despesas (encargos com remunerações, seguros e outros gastos).

Estão previstos gastar-se 284.740,00 euros em honorários mais 150.000,00 em comissões.

Quanto a rendimentos, espera-se encaixar 4.750.000,00 com a venda de passes (e empréstimos) de jogadores, mais 400.000,00 de um bolo que engloba outros rendimentos e participações nas competições nacionais, totalizando 5.150.000,00 euros.

Também se espera encaixar mais 5.877.000,00 euros com direitos televisivos (5.150.000,00 euros) e com a venda de lugares anuais, bilhetes e camarotes, publicidade e patrocínios (no total de 727.000,00 euros).
(continua)

sábado, 5 de agosto de 2023

Assembleia Geral 4AGO2023 (ponto 3)

No ponto 3 foi apresentado o Plano de Actividades pela presidente. Achei-a algo nervosa na sua apresentação, ela que sempre foi extremamente confiante nas direcções anteriores nas suas apresentações. Será que foi por isso que foi mais tarde ríspida com o sócio Manuel Quintela? Perdendo mesmo a compostura que se impõe a uma líder de uma direcção?

Logo aqui o presidente da mesa fez algo que nunca havia feito antes, deu a palavra aos sócios, antes de serem apresentados os números do orçamento. Foi aqui um sócio interveio e que foi de certa forma destratado pela presidente acusando de várias coisas entre elas de comportamentos de café e redes sociais. Lamentável.

De seguida estreou-se a nova vice-presidente responsável pela área financeira na apresentação dos slides sobre o Plano de Actividades e Orçamento de Base Zero.

Ficamos a saber que o orçamento para o Clube é de 496.500,00 euros. Para o futsal caberão 174.250,00 euros. O subsídio camarário é de 140.000,00 euros e que estão previstos nos rendimentos 215.000,00 euros de quotizações. Ora este valor suscitou dúvidas aos sócios que intervieram a seguir pois representa mais 105 mil euros do orçamento da época anterior e mais 120 mil euros do que no orçamento da época 2021/22. Certamente que este assunto das quotizações dos sócios voltará a ser discutido nas futuras AGs.

Também ficamos a saber que se está a trabalhar num novo “conceito” de sócio (odeio esta palavra conceito, muito usado na restauração e não só. Isso é sintoma de quem está a querer promover algo como novo e não sabe do que fala), como uniformizar as quotas dos homens e mulheres (a presidente falou em cobrar 5 euros mensais para os dois sexos, mas acho que o justo é baixar um euro as quotas dos homens e subir um euro as quotas das mulheres e aumentar a isenção de quotas aos menores de idade, actualmente até aos 12 anos passando para os 17 anos) e recordo-me que na AG para aprovação do actual modelo de quotizações e criação dos lugares anuais, referi que haver discrepâncias entre quotas dos homens e das mulheres em pleno século XXI é cavalheirismo bacoco. Parece que finalmente vamos ter igualdade de deveres. E recordo-me também ter votado contra a isenção das quotas dos menores de 13 anos. Como continuo contra a isenção de quotas para menores manterei o mesmo sentido de voto.

Mais foi dito que estão a ser preparadas as comemorações do 85º Aniversário e o 40º Aniversário da nossa primeira final na Taça de Portugal e, isto sim é positivo no Plano de Actividades, que será a aberta a Sede aos sócios. No ponto 5 dei os parabéns à presidente por esta abertura, que contraria a postura adoptada pela anterior direcção.

A votação resultou num voto contra e 4 abstenções (uma delas foi a minha).

Assembleia Geral 4AGO2023 (pontos 1 e 2)

Na assembleia depois da leitura da acta da última AG (aprovada com 24 abstenções) foram levados a votação os nomes de cinco sócios para o futuro Conselho Geral (que se reunirá em Setembro para eleição do Presidente e dos dois Secretários).

Na lista não constou o nome de qualquer associada (julgava eu que a presidente queria trazer mais mulheres para os Órgãos Sociais, assim sendo será ela a única mulher a ter lugar neste órgão) e foram propostos os seguintes nomes:

sócio 112 Benjamim Santos Ferreira; sócio 148 Adriano Rodrigues; sócio 393 Francisco Vassalo; sócio 358 Miguel Paiva e sócio 453 Duarte Sá. Dos 118 sócios presentes, 8 abstiveram-se nesta votação. Eu fui um deles.

Creio que foi a primeira vez que não votei favoravelmente a proposta de uma direcção para o Conselho Geral, pois uma vez que na apresentação da sua lista a candidata Alexandrina Cruz avançou com 5 nomes para o Conselho Geral e isso deve ser da competência da direcção eleita. Suponhamos que havia outra lista e que venceria as eleições e que gostaria de contar com um ou outro membro desta lista. Apesar do passado no Clube, ficariam logo de fora ou teriam um voto de confiança da lista vencedora?