total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014

LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente

ORGANIZAÇÕES FIFA UEFA FPF LPFP AFPORTO
Mostrar mensagens com a etiqueta equipa satélite. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta equipa satélite. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 4 de julho de 2017

Equipas B e a satelização dos clubes

1. Em entrevista ao site Bancada Distrital, o presidente do Maia Lidador, António Silva, além de defender que o “actual modelo de competição na Divisão de Elite da AF Porto” não faz sentido disse que a entrada das equipas B nos campeonatos da AF Porto “só trazem confusão e falta de verdade desportiva” e a inclusão de equipas B nos campeonatos distritais apenas é “benéfico para os grandes “e “altamente prejudiciais para os pequenos”, defendendo por fim que as equipas B deveriam de competir num campeonato "só com equipas B".

Ora, sobre a criação de um ou mais campeonatos exclusivo a equipas B, eu estou complemente de acordo

Não só a FPF deveria tomar medidas sobre esta matéria, como também a LFPF deveria ter uma palavra a dizer.

2. No post que fiz no passado dia 30 de Junho com base no livro “A orgia do poder” do Pippo Russo com o título “Afinal de quem é o Rio Ave FC?” chamava atenção para uma passagem do livro sobre interesse do Luís Filipe Vieira em investir no Rio Ave FC.

Hoje o maisfutebol.iol.pt publica a notícia sobre o Benfica, que “planeia entrar na gestão de um clube da Premier League”, mais concretamente na gestão de um clube do meio da tabela.

Em Maio tivemos as notícias das compras dos belgas Cercle Brugge e Oud-Heverlle Leuven, ambos das 2ª divisão, pelo Mónaco e pelo dono do Leicester respectivamente, após aprovação por unanimidade dos respectivos associados reunidos nas assembleias.

A FIFA e a UEFA deveriam estar a atentas a estes negócios, principalmente se envolverem equipas que possam vir a ser adversárias nas competições internacionais, seja na Liga dos Campeões ou na Liga Europa.

LINKS:
http://www.bancadadistrital.com/2017/07/antonio-silva-equipas-b-sao.html
http://rioavistas.blogspot.pt/2017/06/afinal-de-quem-e-o-rio-ave-fc.html
http://www.maisfutebol.iol.pt/liga/inglaterra/benfica-planeia-entrar-na-gestao-de-um-clube-da-premier-league?utm_campaign=ed-mf&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_content=-post
http://desporto.sapo.pt/futebol/liga_francesa/artigo/2017/05/05/monaco-conclui-compra-da-maioria-do-capital-do-clube-belga-cercle-brugge
http://www.maisfutebol.iol.pt/internacional/oh-leuven/oficial-dono-do-leicester-compra-clube-belga

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Equipa B

O negócio do Trofense parece ter levado novo volte-face numa novela que já se arrasta pelo menos desde a época passada. Muitos avanços e recuos houveram entretanto, causando natural expectativa entre os sócios e uma certa ansiedade nos quadros do clube. Parecia certo que se a parceria fosse para a frente e querendo englobar os quadros técnicos do Rio Ave na equipa-satélite, a estrutura do clube, nomeadamente o futebol de formação sofreria algumas mudanças. Supondo que esta hipótese fica de lado, surge a equipa B, já uma certeza, embora não oficializada. A questão que se põe é se esta equipa que vai disputar o campeonato distrital, vai ser englobada na formação ou no futebol profissional. Em que posição da hierarquia vai ficar e quem vai fazer a ponte? A pessoa mais bem colocada parece-me François, pois pela posição que actualmente ocupa permite-lhe ter um conhecimento profundo das camadas jovens e do seu potencial de crescimento. A duvida que fica:acumulará funções? Uma coisa é certa, é humanamente impossível acompanhar todos os escalões desde os sub-19 aos sub-7 e pior ficará se acumular as funções de técnico da equipa B. Como sócio atento aos escalões de formação aconselharia a subdividir funções com mais gente a desenvolver trabalhos intermédios de coordenação, posição que ficou orfã desde a saída de Fábio Fernandes que acompanhou a equipa técnica de Paulo Duarte no comando da selecção do Burquina Faso. Gente competente na estrutura não falta.



PS: por falar em formação e equipas B, Ruben oliveira que jogou nos nossos juniores acabou de se transferir do Feirense para o V. Guimarães.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Imprensa do dia (Trofense e Euromilhões)

A BOLA
Com o título “Trofense ainda pode ser satélite”, o jornal A Bola “noticia que continua de pé a possibilidade de o Trofense (Campeonato de Portugal) vir a ser equipa satélite do Rio Ave a partir da próxima temporada, apesar da intromissão de um clube espanhol”, segundo informa a redação deste jornal desportivo na sua edição digital.

O JOGO
Com o sugestivo título “Euromilhões e lotaria mais joker e totoloto no Rio Ave”, o jornalista André Veloso Gomes d’ O Jogo, desenvolve um texto sobre a época atípica prestes a terminar, no que nos diz respeito a vendas de passes de jogadores.

A venda dos passes do Ederson, Roderick e Krovinovic (50% do passe de cada jogador) e das possíveis vendas do Jebor e Fabinho (8% do passe, segundo se pode ler na peça), deduzidas as percentagens a entregar a outros agentes e a entrada do Nuno Santos a título definitivo e do Pelé e Yuri Ribeiro por empréstimo, fará que o nosso Clube bater o seu recorde absoluto de vendas.

Concluindo depois que “na perspetiva de que o orçamento ronde os sete milhões de euros, o Rio Ave parte para a época 2017/18 com tudo pago” e que ainda sobrará dinheiro “para concluir a Academia de Formação, ajudar no arranque do projeto da equipa B e realizar algumas obras de melhoramento no Estádio dos Arcos”.

sábado, 10 de junho de 2017

Equipa B e C

"Não há fome que não dê em fartura", é um ditado popular muito antigo mas que se aplica ao que se poderá passar no nosso clube. Estamos há anos com intenções de criar uma equipa B, que por isto ou aquilo, nunca passou de um processo de intenções. Na época passada, por exemplo, o Rio Ave tinha tudo pronto para fazer um protocolo com o Trofense, mas as dificuldades financeiras do clube da Trofa inviabilizaram a que se chegasse a um acordo. Como se não bastasse, a FPF não abriu vagas no CNS para a entrada de novas equipas B.
Num alinhamento de estrelas favorável, a AF Porto abriu para a próxima época, novas vagas no escalão maior do campeonato distrital e segundo o JVC o Rio Ave irá ficar com uma dessas vagas. Como se esta boa notícia não bastasse, o plano B como era a equipa satélite, ficou desbloqueado com a aceitação do tribunal do PER apresentado pelos Trofenses, possibilitando dessa forma a que o Rio Ave pegue em toda a estrutura sénior desse clube. Assim sendo, toda a matéria prima formada nos escalões de formação e potenciada nos juniores pelo Pedro Cunha, como comprovam as excelentes fases finais das últimas épocas, terão continuação e continuarão a evoluir no seio da família rioavista e a seguir o processo adoptado pelo clube.
Francisco Costa-coordenador da formação


Imprensa do dia (Lito Vidigal, Equipa Satélite & Equipa B e Miguel Cardoso)

Record
LITO VIDIGAL - Segundo o Record, Lito Vidigal pretende deixar o Maccabi Telavive, estando por isso a pressionar os israelitas para a rescisão ficar definida entre hoje e amanhã, estando o nosso Clube à espera desse entendimento para o anunciar como nosso treinador durante a próxima semana.

EQUIPA SATÉLITE e EQUIPA B - o Record informa que o acordo com o Trofense está prestes a ser oficializado, para disputarmos o CNS, assim como a inscrição de uma equipa B na Divisão de Elite da AF Porto.

O Jogo
Na edição de papel, o destaque vai para a possível contratação do Miguel Cardoso, que na época passada foi adjunto do Paulo Ferreira e que nas três temporadas anteriores foi coordenador técnico. Despediu-se dos ucranianos com o desejo de abraçar novos desafios na sua carreira.

A Bola
Uma pequena linha do A Bola on-ine, serve para informar-nos que o ex treinador adjunto do Shakthar Donetsk , Miguel Cardoso, está bem colocado para substituir Luís Castro no nosso Clube.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Há luz verde, venha a equipa B

Na passada sexta-feira realizou-se uma AG extraordinária, tendo um dos pontos de discussão a alteração à Divisão de Elite da AF Porto.

Como a discussão prolongou-se noite dentro, foi marcada nova AG para terça-feira dia 6.

Há luz verde agora para a criação de quatro vagas de equipas B na Divisão de Elite e o Boavista (que foi certificada esta semana como entidade formadora, como nós fomos na época passada) já formalizou a inscrição de uma equipa B “com custos reduzido”, segundo o jornal O Jogo.

Assim sendo, e uma vez que o nosso projecto foi por água abaixo por imposições da AF Porto aquando a criação da Divisão de Elite, não faz sentido o nosso Clube procurar protocolos com equipas satélites do CNS, quando pode criar uma equipa B de raiz a começar na divisão maior da distrital.

Uma aposta séria e capaz, sem necessitar de orçamentos exagerados, pode criar uma equipa competitiva para lutar pela subida de divisão e participar na época 2018/19 no Campeonato Nacional de Seniores.

Uma coisa é não querer criar uma equipa B e vê-la começar na 2ª divisão distrital (que é na verdade a 4ª divisão) porque os jogadores não sentem qualquer atractivo.

Outra coisa é dizer-se agora que prescindimos de criar uma equipa B porque é preferível assinar um protocolo de 2 anos com uma equipa do CNS ou porque não temos instalações suficientes para albergar uma equipa B, desconhecendo se o mesmo acordo é renovado ou não findo esse prazo, deixando-nos de novo sem uma equipa que englobe os nossos jogadores mais jovens.

Espero que as brincadeiras com o Caxinas e Poça da Barca tenham servido de lição…

domingo, 4 de junho de 2017

Imprensa do dia (Krovinovic, Lito Vidigal e Trofense)

Record
A edição premium anunciou hoje que o Krovinovic é alvo de negociações e que em breve deverá ser anunciado o acordo por 5 anos.

A Bola
KROVINOVIC - Na edição on-line de manhã, a A Bola informava que “a concretização da transferência de Filip Krovinovic” poderia estar por horas, apontando para cinco, o número de épocas que o jogador assinaria.

LITO VIDIGAL - Para este jornal, o facto de ainda não haver escolha do treinador “gerou variadíssimas teorias”, que reduziram a três os treinadores “que se enquadram na filosofia do clube para a nova temporada”.

E Lito Vidigal, actual treinador do Maccabi Telavive e que deseja voltar a Portugal e abraçar m projecto europeu, parece ser a nosssa prioridade para a próxima época.

Maisfutebol
O Maisfutebol dá a entender que Trofense e Rio Ave FC firmarão um acordo para o Clube da Trofa ser nosso clube-satélite.

Informa que tendo conseguido a manutenção no CNS, o Trofense espera agora “com investimento e apoio de um clube da I Liga”.

Segundo o presidente do Trofense, existem quatro propostas de investimento no clube (o quarto maior clube de Espanha, dois grupos brasileiros e um investidor privado), mas a escolha deverá recair de um clube da 1ª Liga “com estrutura europeia” de “gente séria e amiga, e com melhores condições”.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Artigo publicado no MaisFutebol sobre as Equipas B






Equipas B: o futuro do futebol português passa por aqui

As equipas secundárias voltaram em 2012/13, passando a competir na II Liga, e nesta meia década clubes e seleção têm beneficiado da mudança de paradigma. O selecionador sub-21 Rui Jorge, Luís Castro, campeão pelo FC Porto B na época passada, e Vítor Campelos, técnico dos «bês» vimaranenses, salientam a importância desta nova forma de trabalhar talentos
texto: Sérgio Pires e Vítor Maia (jornalistas)

Os constrangimentos económicos e a dificuldade em competir por grandes contratações no mercado com os grandes tubarões do futebol europeu levam os clubes portugueses a apostarem cada vez mais na formação. É sobretudo a estas contingências dos novos tempos que as equipas B vieram em boa medida dar resposta.

Depois dos campeonatos de reserva das décadas de 60, 70 e 80, e das equipas-satélite dos anos 90 – como o Alverca em relação ao Benfica, o Tourizense para o FC Porto e o Lourinhanhense para o Sporting – os grandes do futebol nacional e não só apostaram nas equipas B na viragem do século: em 1999, Benfica, Porto, Marítimo e Sp. Braga deram os primeiros passos, mas a impossibilidade de jogar acima da II Divisão B (terceiro escalão do futebol nacional) minou o futuro destes projetos.

Os «bês» hibernaram, ressurgiram em força em 2012/13, já na II Liga, num nível competitivo bem mais exigente.

(nossa nota: o Braga na época de 2010/11, antes do ressurgimento das equipas B, teve a equipa do Vizela como clube-satélite. A gestão dos jogadores entre a equipa principal e satélite permitiu que por exemplo o Braga atingisse a final da Liga Europa, contra o Porto)

A aposta de Benfica, FC Porto, Sporting, Sp. Braga, V. Guimarães ou Marítimo revelou-se um êxito não só em termos desportivos para os próprios clubes como até para as seleções nacionais, que beneficiam com este espaço privilegiado para os jovens competirem, como salienta Rui Jorge.

«No último jogo da seleção principal contra a Hungria estiveram em campo nove jogadores que surgiram das equipas B. Quando chegámos à Federação Portuguesa de Futebol, havia uma diferença tremenda a nível da utilização profissional dos jovens jogadores em comparação com aquilo que encontrávamos lá fora. No Mundial de 2014, por exemplo, estávamos aquém da Alemanha que tinha 15 ou 16 jogadores. Hoje em dia, a utilização é consideravelmente superior e isso reflete-se no nível competitivo dos jogadores e das seleções. Era impensável há 6 anos na seleção de sub-19 termos jogador a competir a um nível profissional, por exemplo», explicou o selecionador nacional sub-21 no VI Fórum do Treinador, que decorreu segunda e terça-feira, em Gondomar.

Ganham os clubes, ganha a seleção

No mesmo debate, Luís Castro, técnico do Rio Ave, que levou o FC Porto B à conquista da II Liga na última temporada (um feito inédito de uma equipa secundária em Portugal), salienta que esta nova realidade tem cumprido o princípio com que foi criada, que era colmatar o hiato competitivo que existia entre o escalão de sub-19 (juniores) e os seniores:

«As equipas B voltaram a ser uma necessidade devido à exigência que um jogador encontra quando chega a uma equipa principal. Por isso, foi fundamental o seu aparecimento. Em Inglaterra, existe campeonato de sub-21 e de sub-23. Em França, as equipas B podem jogar até à 3.ª divisão. Em Espanha, até à II Liga. Ou seja, os melhores campeonatos da Europa têm equipas B», afirmou Luís Castro, acrescentando que «os ganhos do clube e da seleção são consequência dos ganhos do jogador».

Por sua vez, Vítor Campelos, treinador da equipa secundária do Vitória de Guimarães, salienta a importância dos «bês» não só para a formação nacional, mas como espaço aberto a jovens talentosos de outros países, que permite uma adaptação mais suave ao futebol português, como Konan e Raphinha, no caso do Vitória, que tiveram algumas dificuldades e não começaram logo a jogar a titulares na equipa B. Ganharam o seu espaço e agora conquistaram-no na equipa principal».

Campelos salienta outros aspetos em que as equipas B se tornaram relevantes em termos competitivos e também financeiros: «O Vitória já teve proveitos e realizou importantes encaixes financeiros com jogadores como o Dalbert (Nice) ou o João Pedro (LA Galaxy). Além das vendas, as B permitem também a redução do número de atletas no plantel principal, evitando gastos em salários. Noutra perspetiva são também importantes para ajudar atletas a recuperar ritmo competitivo após lesão, como foram os casos do Otávio no ano passado e do Zungu já nesta temporada.»

Neste caso concreto do Vitória, não faltam exemplos de vários jogadores que ao longo das últimas épocas subiram para o patamar da equipa principal – Miguel Silva, Dalbert, João Pedro, Cafu, Konan, Sacko, João Vigário, Pedrão, Raphinha, Zungu…

André Silva, Gelson e Semedo: tudo bons exemplos

Mais difícil é encontrar jogadores que cresceram na equipa B e que os grandes souberam aproveitar para o plantel principal.

No caso do FC Porto, campeão em título da II Liga na época passada, André Silva é quase caso isolado. O jovem avançado de 21 anos teve uma ascensão meteórica, de melhor marcador do escalão secundário na primeira metade da época passada para a equipa principal do FC Porto na segunda metade e daí para titular no clube e, recentemente, na Seleção Nacional. O guarda-redes José Sá é outro raro caso dos que subiram também esse degrau para o plantel principal – Rúben Neves, por sua vez, subiu diretamente dos sub-19.

Nestas cinco épocas de «bês» o FC Porto (que esta época são finalistas da Premier League International Cup) tem sobretudo formado jogadores para ceder a outros clubes do futebol nacional. A lista é extensa: Rafa Soares, Gonçalo Paciência, Fábio Martins, Leandro Silva, Tozé, Ivo Rodrigues, Victor García, Kayembe…

Já no caso do Benfica a equipa B tem servido de impulso para a venda de talentos para o futebol europeu, impulsionadas pelo empresário Jorge Mendes: João Cancelo, André Gomes, João Teixeira, Bernardo Silva, Ivan Cavaleiro, Hélder Costa... Há, no entanto, também os casos de Renato Sanches e Gonçalo Guedes, que subiram ao plantel principal já com Rui Vitória, e se valorizaram antes de serem transferidos para Bayern de Munique e Paris Saint-Germain. E também os exemplos de Victor Lindelöf e Nelson Semedo, que se afirmaram no onze principal do Benfica.

Ainda assim, entre os grandes, o melhor exemplo de aproveitamento das equipas B para o plantel sénior é o Sporting. Da equipa principal leonina, sob o comando técnico de Jorge Jesus, fazem parte Rúben Semedo, Ricardo Esgaio, Palhinha, Francisco Geraldes, Daniel Podence, Gelson Martins e Mattheus Pereira. Sete jogadores formados na equipa B, que ao longo da última meia década ajudou a formar talentos como João Mário (transferido para o Inter de Milão no início da época), Carlos Mané, Iuri Medeiros ou Bruma.
Basta atentar no rol de nomes que passaram pelos plantéis secundários dos grandes nesta meia década para compreender melhor a afirmação de Vítor Campelos, em jeito de conclusão: «Orientar as equipas B é poder trabalhar com o melhor que há em Portugal para os próximos anos.»

O futuro do futebol português passa pelo lado B.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Voltando ao tema da Equipa B

Na passada segunda-feira, o nosso Site Oficial (1) noticiava a participação do mister Luís Castro como palestrante no VI Fórum da ANTF (Associação de Treinadores) para abordar a temática "A importância das Equipas B no Futebol Nacional", tendo o mesmo falado mais do Porto e da sua equipa B do que de nós pois como se sabe não temos equipa B, ao contrário de algumas equipas da AF Porto de menor nomeada, como escrevi neste post (2).

Ontem terça-feira, foi a vez do Boavista a dar a notícia através do seu site oficial (3) sobre a criação já na próxima época de uma equipa B "low cost", avançando mesmo que tal pretensão foi confirmada presidente da AF Porto, Lourenço Pinto.

 "Vamos - e é uma novidade que deixo aqui hoje - com a colaboração e para as provas da Associação de Futebol do Porto, criar uma equipa B “low cost” que seja no fundo uma continuação da nossa formação", acrescentaram citando o presidente do Boavista.

No site do Boavista também se podem ler estas palavras do João Loureiro: "Sabemos que há jovens que têm qualidade e acabam a sua formação e não conseguem entrar na equipa principal. Portanto, a nossa ideia é dar continuidade à nossa equipa de juniores e fazê-los progredir como atletas. Pensamos que como durante o dia não há muita ocupação do espaço, uma vez que se trata na maioria de atividades amadoras, vamos tentar conjugar com os treinos da nossa futura equipa B".

E nós, vamos aproveitar esta boleia ou vamos continuar incapazes de criar a mais que necessitada equipa B, sem desculpar-nos com as quebras de promessa da FPF ou da AF Porto?

Ou será que "obrigatoriedade de celebração de contratos profissionais para os jogadores das equipas B" só é válida para o nosso Clube e não para os restantes clubes que disputam as provas da LPFP e que têm equipas B nos distritais da AF Porto? (4)

Não é preciso vir uma SAD para o projecto da equipa B, ou satélite, avançar, pois não?

LINKS
(1) http://www.rioavefc.pt/luis-castro-palestrante-no-forum-de-treinadores-da-antf/
(2) http://rioavistas.blogspot.pt/2017/03/da-entrevista-de-luis-castro-bola-tv.html
(3) http://www.boavistafc.pt/pt/noticias/go/0/boavista-equipa-b
(4) http://rioavistas.blogspot.pt/2013/07/o-que-ja-se-suspeitava-rio-ave-nao-vai.html

sexta-feira, 24 de março de 2017

Da entrevista de Luís Castro à Bola TV

Em entrevista à Bola TV, o mister Luís Castro voltou a tocar no tema da falta de uma equipa B ou satélite. Por exemplo, já tinha falado sobre essa necessidade em entrevista ao JN em Dezembro passado.

Recordo-me que quando se extinguiram as 2ª Divisão B e 3ª Divisão e se criou o Campeonato Nacional de Seniores (actual Campeonato de Portugal Prio) a ter início na época 2013/14, a AF Porto abriu vagas para equipas B para a também nova Divisão Elite Pró-Nacional (que iria receber equipas despromovidas das 2ª Divisão B e 3ª Divisão, portanto divisão distrital competitiva q.b.).

As equipas dos campeonatos profissionais Rio Ave FC, Paços de Ferreira, Leixões e mais o Varzim que na altura disputava uma das divisões não profissionais (falou-se também na possibilidade do Porto criar uma equipa C, mas acabou por recuar para abrir vaga para outras equipas amadoras), mostraram-se interessados em aderir a essa nova divisão.

Mas o projecto (nosso, do Paços de Ferreira e Leixões) de criar uma equipa B para disputar essa nova divisão organizada pela AF Porto acabou por não avançar porque a AF Porto exigiu na altura “obrigatoriedade de celebração de contratos profissionais para os jogadores das equipas B” quando estes clubes profissionais julgavam ser “possível a realização de vínculos amadores com os jogadores das equipas B”, conformem fomos informados pelo nosso Site Oficial.

O que é certo é que ao fim destas épocas continuamos impotentes em inscrever uma equipa B ou em realizar um contrato com um clube satélite ficando no entanto a questão se o Varzim (e já agora o Aves) que está a disputar um campeonato profissional celebrou contratos profissionais com os seus jogadores da equipa B que jogam na tal Divisão Elite Pró-Nacional.

Creio que não será por o nosso Clube ser SDUQ ou SAD que esta "impotência" terá solução ou fim à vista e a  falta de uma equipa B acaba por não fica bem num Clube como o nosso, que até é um dos dez clubes em Portugal que tem o Certificado de Entidade Formadora.

Entretanto, em quatro épocas muita coisa mudou e mais equipas da AF Porto (com mais ou menos expressão nacional) têm equipas B a disputar campeonatos distritais ou nacionais, conforme se pode ver na lista abaixo:

Lousada B (2ª Divisão Distrital) / Lousada (1ª Divisão Distrital);
Baião B (2ª Divisão Distrital) / Baião (Divisão Elite Pró-Nacional);
Bougadense  (2ª Divisão Distrital) / Bougadense (1ª Divisão Distrital);
Candal B (2ª Divisão Distrital) / Candal (Divisão Elite Pró-Nacional);
Gondim-Maia B (2ª Divisão Distrital) / Gondim-Maia (Divisão Elite Pró-Nacional);
Tirsense B  (1ª Divisão Distrital) / Tirsense (Divisão Elite Pró-Nacional);
Felgueiras 1932 B (1ª Divisão Distrital) / Felgueiras 1932 (Campeonato de Portugal);
Gondomar B (Divisão Elite Pró-Nacional) /  Gondomar (Campeonato de Portugal);
Desp. Aves B (Divisão Elite Pró-Nacional) / Desp. Aves (II Liga);
Varzim B (Divisão Elite Pró-Nacional) / Varzim  (II Liga);
Porto B (II Liga) / Porto (I Liga).

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Luís Casto em entrevista ao JN

Luís Castro quer equipa B no Rio Ave


Com três vitórias consecutivas, o técnico recolocou os vila-condenses na rota do êxito no campeonato português.
Na época passada, foi campeão nacional pela equipa B do F. C. Porto, na LigaPro, e há menos de um mês aceitou o convite para treinar o Rio Ave. O caminho tem sido em ascensão, com três vitórias consecutivas e bom futebol, mas Luís Castro, de 55 anos, sabe que a vida é feita de altos e baixos. Elogia o avançado Gonçalo Paciência, que pode vir a ser reforço, diz que os vila-condenses deviam ter uma equipa B e destaca o caráter do plantel.
Estava no F. C. Porto B. Foi uma surpresa ter recebido o convite do Rio Ave?
Foi, porque estava decorrer a época. Mas também sei que no futebol as coisas acontecem de forma rápida e os treinadores têm de estar preparados para tudo. Agora, estou a treinar o Rio Ave, sinto-me muito bem, mas pode acontecer qualquer coisa que leve a Direção a dispensar-me ou algo que me tire daqui.
A equipa estava num ciclo negativo. Precisou de refletir muito? 
Nestas situações, não dou muito tempo a mim mesmo para o fazer. O Rio Ave é um clube que tem crescido muito nos últimos anos, tem um grupo de trabalho e uma estrutura com muita determinação, organização e competência. Decidimos rapidamente, porque estavam reunidas as condições para fazer um trabalho honesto e dedicado.
Encontrou uma equipa animicamente em baixo?
Encontrei uma equipa determinada e forte, que treina todos os dias de forma séria, que é muito bem liderada pelos seus capitães, com jogadores que se respeitam. É uma equipa que olha para todos os adversários da mesma maneira e que não tem receios em jogar em qualquer lado. Gostei do que encontrei e gosto muito do caráter do plantel.
Estando na Liga, sente-se um treinador mais realizado?
Ligo-me muito às minhas equipas de trabalho, às estruturas que me envolvem e aos meus plantéis. Vou ser sempre um treinador feliz. Não me ligo à Liga A, B ou C. Claro que é uma Liga de maior responsabilidade, mas eu continuo igual.

Porque só assinou até ao final da época?
Porque a Direção pode não gostar do meu trabalho ou como eu posso não gostar da forma como me estão a tratar e no final da época ficarei livre. Não tenho dúvidas da competência do Rio Ave e sei que vai continuar o seu caminho ascensional, porque há um grande investimento e sinto-me a trabalhar sem receios. No final da época, se as coisas não estiverem bem, vamos para onde nos quiserem.
Já tem vontade de renovar ou há vontade do clube em renovar?
Falo só das minhas vontades e sinto que estou num clube que gosto. Para termos sucesso, um dos princípios fundamentais é sairmos de casa e sentirmo-nos bem em vir para o trabalho. Tenho-me sentido muito bem quando venho para Vila do Conde. Claro que tendo ganho os últimos jogos, as coisas ficam mais fáceis, e esta entrevista pode estar a ser um pouco influenciada por tudo isso, mas acho que não.
Sente que a equipa pode ir às competições europeias?
Os nossos objetivos são sempre de sermos melhores. E se estamos agora em sexto queremos ir para o quinto lugar e por aí fora. Mas, mesmo querendo isso, podemos cair em lugares mais baixos. Sinto é que há potencial nos jogadores para sermos melhores.
Há necessidade de retocar a equipa na reabertura do mercado?
Ainda não tive muito tempo para analisar isso, mas já sabemos que nesta altura há sempre muitas mexidas e certamente não iremos fugir à regra.
Gostava de contar com Gonçalo Paciência como reforço?
O Gonçalo é um miúdo que quando cheguei ao F. C. Porto era sub-13 e sempre lhe reconheci grandes capacidades. Acho que continua a ser um jogador aquém do que todos esperam dele. Se um dia o tiver como jogador será na tentativa de ele não ficar tão aquém. Se gostava de contar com ele? Claro que gosto de ter sempre os melhores comigo. Mas, neste momento, os jogadores que tenho são os melhores.
O Rio Ave sempre teve tradição na formação. Já olhou para esse setor para tirar daí proveitos?
Sim, olho com atenção e é algo que vai ser assim toda a minha vida. Penso que há um circuito de aproveitamento que é mais fácil quando há uma equipa B. Porque é muito difícil um jogador sair dos sub-19 e entrar na equipa principal na Liga. Mas já percebi que há muito valor na formação do Rio Ave e que esses atletas vão ter o seu momento.

O Rio Ave precisava de uma equipa B?
Sim, quer o Rio Ave quer todas as equipas que pretendem que a sua formação tenha maior visibilidade e aproveitamento.

E já transmitiu essa ideia ao presidente?
Já lhe transmiti tantas coisas que já não me lembro, mas acho que já falamos disso.
por: José Pedro Gomes e Norberto A. Lopes

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Certificado de Entidade Formadora?

Durante o intervalo, junto ao nosso banco, Carlos Alves, Jaiminho, Tiago André e Vitó recriavam-se com uma bola e recordei-me do certificado de Entidade Formadora entregue esta quinta-feira ao nosso Clube, um dos dez clubes em trinta e sete a quem coube esta honra.

Este certificado de Entidade Formadora tem importância relevante para os clubes porque entre outras coisas "apenas os clubes certificados podem celebrar contratos de formação desportiva", por exemplo.

E olhando para o onze que alinhou de início, da nossa cantera apenas lá estava o Nelson Monte mas jovens jogadores emprestados eram o dobro, Gil Dias e Cherif. Apenas não jogou o Rafa Soares por opção do técnico.

Há sucessivas épocas que o nosso Clube anda a falhar a constituição de uma Equipa B ou Satélite.

Por isso pergunto-me de que servirá este Certificado se época após época falhamos ao não dar a melhor continuidade ao trabalho feito pela Formação e Prospecção do nosso Clube colocando os jovens jogadores numa Equipa B ou Satélite, ao invés de os emprestarmos ou os encostarmos no plantel principal.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Projecto adiado

Como é sabido pela nossa comunidade, o Rio Ave de há uns anos a esta parte tem como objectivo a criação de uma equipa B ou na pior das hipóteses uma equipa satélite. Os quadros competitivos ainda não abriram vagas para mais equipas B do que aquelas que já existem, daí o Rio Ave ter procurado um clube que propiciasse ter os nossos juniores numa estrutura que pudessem evoluir " em casa".
O clube escolhido foi o Trofense. Ao que pudemos apurar, tal já não vai acontecer, não por culpa do Rio Ave, que tudo fez para que o projecto avançasse, mas sim por culpa de um PER que não foi aceite pelos credores do clube da Trofa, em que o principal credor é o estado. O Trofense apresentou um segundo plano de pagamentos que entretanto continua em apreciação, tendo o Rio Ave dado um prazo para se avançar ou não com o projecto, até porque neste espaço de tempo os atletas e seus empresários começaram a procurar alternativas e foram arranjando colocação. Esse prazo foi já ultrapassado e como não tem garantias de que o novo plano será aceite, pôs de lado a hipótese. Teremos que aguardar mais uma época para iniciar o projecto ou inscreveremos uma equipa no campeonato distrital da AF Porto? Fará sentido ter uma equipa na distrital? Fará sentido pagar ordenados de profissional para disputar campeonatos amadores? Aguardemos.

terça-feira, 5 de julho de 2016

NOTÍCIA O JOGO

Silvério, Abalo e Zé Pedro dispensados!

O plantel do Rio Ave iniciou ontem, em Vila do Conde, o estágio de pré-época, estando já definidas três dispensas do técnico Nuno Capucho, casos do central Silvério, do médio Abalo e do avançado Zé Pedro, que não seguiram para a concentração da equipa.

Zé Pedro rescindiu entretanto o contrato e assinou pelo Ac. Viseu, da II Liga, por duas temporadas.
in O Jogo

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Adidas outlet?

Em três de Junho de dois mil e quinze a Lacatoni anunciou orgulhosamente na sua página do facebook o prolongamento do contrato com o Rio Ave FC por cinco anos até dois mil e vinte.

Anunciavam na altura que éramos o mais antigo parceiro da Lacatoni na Liga Profissional, há dezoito anos, e continuaríamos a ser por mais cinco anos. Ou seja, em dois mil e vinte completaríamos vinte e três anos de parceria.

Estranhamente, ou não, em dia de Santo António o nosso Clube anunciou pela primeira no seu historial um stock off até 70% do material desportivo Lacatoni desde camisolas ao calçado, inclusive produtos da época que amanhã termina.


Passados poucos dias foi desfeito o mistério deste stock off.  No dia vinte e um de Junho o nosso Clube anunciou a nova parceria com a prestigiada marca Adidas por duas épocas, ou seja, até Junho de dois mil e dezoito.

O texto que acompanhava esse anúncio informava-nos que a “nova colecção foi produzida recorrendo a produtos de última geração na escolha dos tecidos e matérias primas inovadoras…”.

A página do Rio Ave Sempre chamou e muito bem a atenção para uma ligeira adulteração do nosso emblema mas pelo que vi na apresentação do primeiro equipamento alternativo e dos guarda-redes essa gralha parece ter sido corrigida. Ao menos isso

Faltou no entanto saber quais os custos desta nova parceria e do rompimento com a anterior. Será que a parceria com a Adidas estende-se a todos os escalões e secções? Será que depois de dois mil e dezoito voltaremos a vestir a marca Lacatoni?

Entretanto os restantes equipamentos vão sendo apresentados, com excepção do equipamento principal, e o que constato é que os equipamentos apresentados assemelham-se a restos de colecção. Num passado já distante tivemos patrocínio do Nassica mas ao que parece a Adidas não tem lá loja pelo que a Meo deverá manter-se na frente da camisola.

Por sinal não sou o único que assim pensa pelo que li na blogosfera, ou no mundo facebooquiano.

Olhando para as equipas que vestem Adidas e que disputam o Europeu, como a Alemanha, ou a Copa América, no caso da camisola listada da Argentina, ou da apresentação de ontem da equipa do Benfica, facilmente pudemos ver que as famosas listas das Adidas passaram das ombreiras para a zona das “costelas”.

Desconfio muito que isto não é gama mais recente da Adidas, por isso volto a perguntar: estamos a levar com restos de colecção?

Evito por enquanto falar no “excesso” de preto no equipamento alternativo ou no facto da camisola vermelha dos guarda-redes aparentar ser sobras do Benfica ou Bayern de Munique.

Desejo sinceramente que a camisola principal, que ainda não foi anunciada, não seja restos do equipamento do Bétis de Sevilha.

Já perguntei a vários amigos mas ainda não conseguir obter uma resposta que me satisfaça e deixo-vos aqui essa pergunta:
- Por acaso o presidente ou ex-presidente do Trofense ou da SAD do Trofense, além de representante da Hugo Boss, também representa a marca Adidas em Portugal? Se sim, então vestir a Adidas é uma imposição para fechar de vez a parceira com o Trofense como clube satélite nas próximas temporadas?

Por favor, não nos comam por tolos e digam-nos sempre a verdade pois estes anos todos já mostraram que os sócios do Rio Ave FC são demasiados compreensivos com as dificuldades que o nosso Clube por vezes atravessa.

terça-feira, 17 de maio de 2016

NOVIDADES DA TERTÚLIA

Futsal
- o play-off é o objectivo (obrigação?)
- vamos ter uma equipa de iniciados (juniores C)
- vamos ter 6 jogadores de Vila do Conde na equipa principal
Formação
- 4 jogadores dos juniores estão em perspectiva de assinarem pela equipa sénior
- os bons resultados dos três ou quatro últimos anos não é fruto da sorte (François)
- os treinadores das principais equipas das camadas jovens são de Vila do Conde
- o Porto vai perder pontos, vamos ter campeonato até ao fim (Pedro Cunha)
Equipa B e Clube Satélite
- o sonho de ter uma equipa B mantém-se (A.S. Campos)
- ASC já falou com o presidente da federação sobre o assunto. Paços de Ferreira e Belenenses são "aliados" pois também têm o mesmo problema que o Rio Ave FC (dar continuidade aos jogadores saídos da formação)
- o objectivo será ter uma equipa B na 2ª liga
- há intenção de reunir vários jogadores saídos da formação e constituir uma equipa forte
CONTINUIDADE DO PEDRO MARTINS 
- treinador e presidente estiveram reunidos e é um ciclo que se fecha
- treinador crítica a Cidade por não acompanhar mais o Clube

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Confirma-se: Trofense como clube satélite

Trofense garantiu a permanência e na impossibilidade de se criar uma equipa B, iremos rodar os nossos jovens que não têm lugar na equipa principal no Trofense, com a particularidade de a equipa técnica ser dos nossos quadros, tendo-os a competir com o nosso modelo implementado.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Trofense para clube satélite?


Na impossibilidade de haver equipa B penso que seria uma excelente solução.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

"Novidades" do dia (act)

A Bola:
de 18/7
- Lateral e extremo são prioridades (mesmo que previstas as entradas de Quiñones, Rodriguez e Ukra)
- Nivaldo já corre e Jerferso e Tiago Silva trabalham condicionados;
- Salin, Tiago Pinto, Filipe Augusto e Rúben "continuam entregues aos cuidados dos responsáveis clínicos"
de 19/7
- Parceria renovada com o Gondomar
faz todo sentido que uma parceria destas seja assinada com um clube do nosso distrito. Se a equipa B não avança, porque não avançar para um clube satélite? E quais os custos disso? Igor e João Paulo que assinaram pelo Ribeirão continuam a fazer parte dos nossos quadros?

(act)
O Jogo:
- Fabinho no Mónaco mas por... empréstimo, graças às boas amizades do empresário Jorge Mendes. Este jogador, que nunca fez qualquer jogo oficial por nós, alguma vez nos renderá alguns euritos?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ribeirão cada vez mais satélite, ou não

Depois do que fomos por aqui adiantando, chega-nos a notícia de que o V. Guimarães está-se a pôr ao meio das nossas intenções, prejudicando um nosso objectivo de futuro. Ainda mais porque o Guimarães vai ter equipa B, esta é uma situação transitória para eles e para nós seria de forma definitiva, pois é uma situação que não tem gastos(ou terá poucos) quando comparado com uma equipa B.

Falta saber o que é uma transferência rentável para o Ribeirão!