JORNAL DE NOTÍCIAS
Félix Mourinho - a notícia do Óbito do Félix Mourinho também merece destaque no JN, mais precisamente meia página na última página.
É recordada a carreira enquanto jogador e treinador e a peça jornalística assinada pelo Miguel Pataca fecha com estas palavras, que nada dignificam o nosso Clube:
“Um dos casos que mais marcou o antigo técnico do F.C. Porto aconteceu em Vila do Conde, quando José Mourinho tinha apenas 21 anos. Vítima dos maus resultados - uma derrota, por 1-o, com o Vizela -, Mourinho Félix recebeu ordem de despedimento por parte da equipa vila-condense. Uma situação normal para qualquer treinador de futebol, mas que teve um ‘timming’ para esquecer: o chicote estalou no Dia de Natal e José nunca o esqueceu”.
Yazalde e Leandrinho - segundo o JN de hoje, estes dois jogadores “debelaram as mazelas” e “vão arrancar os trabalhos em pleno”, podendo assim mostrarem-se ao treinador Miguel Cardoso.
total de 835 jogos na 1ª Divisão/Liga / 945 pontos conquistados na 1ª Divisão/Liga / 885 golos marcados na 1ª Divisão/Liga
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: 1/MAIO /1984 e 18/MAIO/2014 FINAL DA TAÇA DA LIGA: 7/MAIO/2014 FINAL DA SUPERTAÇA: 10/AGOSTO/2014
TÍTULOS 2ª DIVISÃO/LIGA 1985/86; 1995/96 e 2002/03 3ª DIVISÃO 1976/77 3º MELHOR CLUBE PORTUGUÊS (IFFHS) 2014
Agenda para 2019/20 Apostas Assistências Castigos Convocados Cromos Efemérides Nomeações Relatórios dos Jogos Rankings
LIGA NOS 2019/20 05/JUL 17h00 30ª jornada Gil Vicente - Rio Ave FC 09/JUL 17h00 31ª jornada Rio Ave FC - Portimonense 13/JUL 19h00 32ª jornada Marítimo - Rio Ave FC
LIGA EUROPA 02/AGO 20h00 2ª mão Rio Ave FC - Jagiellonia Bialystok TAÇA DE PORTUGAL 27/DEC h 5ª eliminatória Marinhense - Rio Ave FC TAÇA DA LIGA 21/DEC 15h00 3ª fase 3ª jornada Rio Ave FC - Gil Vicente
EURO-ADVERSÁRIOS: Gotemburgo; Elfsborg; Dínamo de Kiev; Steaua de Bucareste; Aalborg; Slavia de Praga; Jagiellonia Bialystok;
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Mourinho vence Liga Europa, e que tal fazer justiça ao Mourinho (Pai)?
Enquanto os jornais desportivos, e não só, lançam vários nomes de treinadores para substituir o Luís Castro, na esperança de acertarem no homem certo, há outro treinador, e o maior deles todos segundo se diz, que esta semana voltou à ribalta.
José Mourinho é mais um nome e o nome maior, dos que têm passado no Rio Ave FC, e que têm somado sucessos ao longo da sua carreira. Na quarta-feira juntou mais um troféu, o terceiro na época de estreia pelo Manchester United.
Sobre o seu passado no Rio Ave FC, o José Mourinho não falado muito, ou mesmo nada, como se quisesse esquecer essa ligação. E é por isso mesmo acusado, por alguns de nós, de ignorar-nos.
Mas… mas se eu estivesse no lugar dele, e não fosse da terra, talvez tivesse a mesma atitude.
É que vejam, o pai Mourinho é para mim o nome maior dos treinadores que o nosso Clube já teve, independentemente das divisões em que participamos (o enorme gozo que tivemos de sermos o clube sensação do campeonato e de andar a lutar pelo primeiro lugar durante a primeira volta, depois de na experiência anterior termos sido o lanterna vermelha, é algo que não se esquece. Como também não se esquece a enorme alegria, com tiros à mistura, que o apuramento para a final da Taça nos deu).
E quando cá esteve, trouxe para cá o filho Zé Mário para tê-lo debaixo de olho enquanto o rapaz não entrava na faculdade… mas isso é história que já conhecem.
O que poucos conhecem, foi a forma como o Félix Mourinho foi despedido.
Na época 1984/85, mudamos de Estádio e os primeiros jogos foram disputados em casas emprestadas. Passamos do saibro para a relva. Deixamos de jogar na caixa de fósforos e passamos a jogar no mais moderno estádio português (recordo o que na altura me disse um ex jogador nosso sobre o facto de eu estar contente por mudarmos de estádio “Estás contente porquê? Vais deixar de jogar num campo pequeno onde há pressão sobre os árbitros e adversários, para jogar num estádio onde isso não há. Este ano vocês vão descer de divisão. Nota: descemos na liguilha).
E é claro, isso trouxe custos. Os resultados demoraram a aparecer e o treinador foi o elo mais fraco. E acabou por ser despedido. Mas até aí tudo bem… é o normal.
O que não é normal é o treinador estar à mesa com a família na ceia de Natal e receber uma chamada do presidente a dizer-lhe que tinha sido despedido quando julgava que o presidente lhe tinha ligado para desejar bom natal.
Despedir alguém por telefone nas festas do Natal só mesmo na cabeça de gente sem escrúpulos e eu não me revejo nisso. Se tiverem dúvidas disto, falem com a Rádio Linear e e ouçam a entrevista que o Félix Mourinho deu ao “Glórias do Passado” do Paulo Vidal.
É por isso necessário que o nosso Clube se retrate e que os nossos responsáveis o façam quanto antes, não pelo Zé Mário, mas pelo Homem que é e foi o Félix Mourinho (e que segundo o mesmo nunca guardou mágoa pelo nosso Clubes ou pelas nossas gentes...).
José Mourinho é mais um nome e o nome maior, dos que têm passado no Rio Ave FC, e que têm somado sucessos ao longo da sua carreira. Na quarta-feira juntou mais um troféu, o terceiro na época de estreia pelo Manchester United.
Sobre o seu passado no Rio Ave FC, o José Mourinho não falado muito, ou mesmo nada, como se quisesse esquecer essa ligação. E é por isso mesmo acusado, por alguns de nós, de ignorar-nos.
Mas… mas se eu estivesse no lugar dele, e não fosse da terra, talvez tivesse a mesma atitude.
É que vejam, o pai Mourinho é para mim o nome maior dos treinadores que o nosso Clube já teve, independentemente das divisões em que participamos (o enorme gozo que tivemos de sermos o clube sensação do campeonato e de andar a lutar pelo primeiro lugar durante a primeira volta, depois de na experiência anterior termos sido o lanterna vermelha, é algo que não se esquece. Como também não se esquece a enorme alegria, com tiros à mistura, que o apuramento para a final da Taça nos deu).
E quando cá esteve, trouxe para cá o filho Zé Mário para tê-lo debaixo de olho enquanto o rapaz não entrava na faculdade… mas isso é história que já conhecem.
O que poucos conhecem, foi a forma como o Félix Mourinho foi despedido.
Na época 1984/85, mudamos de Estádio e os primeiros jogos foram disputados em casas emprestadas. Passamos do saibro para a relva. Deixamos de jogar na caixa de fósforos e passamos a jogar no mais moderno estádio português (recordo o que na altura me disse um ex jogador nosso sobre o facto de eu estar contente por mudarmos de estádio “Estás contente porquê? Vais deixar de jogar num campo pequeno onde há pressão sobre os árbitros e adversários, para jogar num estádio onde isso não há. Este ano vocês vão descer de divisão. Nota: descemos na liguilha).
E é claro, isso trouxe custos. Os resultados demoraram a aparecer e o treinador foi o elo mais fraco. E acabou por ser despedido. Mas até aí tudo bem… é o normal.
O que não é normal é o treinador estar à mesa com a família na ceia de Natal e receber uma chamada do presidente a dizer-lhe que tinha sido despedido quando julgava que o presidente lhe tinha ligado para desejar bom natal.
Despedir alguém por telefone nas festas do Natal só mesmo na cabeça de gente sem escrúpulos e eu não me revejo nisso. Se tiverem dúvidas disto, falem com a Rádio Linear e e ouçam a entrevista que o Félix Mourinho deu ao “Glórias do Passado” do Paulo Vidal.
É por isso necessário que o nosso Clube se retrate e que os nossos responsáveis o façam quanto antes, não pelo Zé Mário, mas pelo Homem que é e foi o Félix Mourinho (e que segundo o mesmo nunca guardou mágoa pelo nosso Clubes ou pelas nossas gentes...).
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Recordar a época 1981/82
Aproveitando para recordar um passado já algo distante,
deixamos um vídeo do programa Grande Área da RTP Informação sobre o passado do
José Mourinho enquanto jogador.
Vale a pena (re)ver pois tem muitas imagens que muitos de
nós certamente já não lembrávamos ou que desconhecíamos.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Rio Ave FC e José Mourinho
Plantel em 1981/82 (foto Record)
Capítulo 2: Curta e modesta carreira de jogador
Vila do Conde
Foi neste enquadramento que seguiu para Vila do Conde com o pai, dando seguimento à colaboração já existente em etapas anteriores, nomeadamente em Amora e Leiria, para onde José Mário foi como jogador mas também como auxiliar técnico; fazia parte do plantel mas era, no fundo, mais um elemento da equipa comandada por Mourinho Félix. Jogou muito pouco, apenas atuou numa partida a contar para a Taça de Portugal, mas tinha incumbências várias relativas à planificação da equipa. Aos sábados, por exemplo, ia ver os treinos do adversário, tirar notas e alertar o pai para algumas situações consideradas importantes para o jogo do dia seguinte. Os próprios companheiros de equipa comentavam entre si, de cada vez que havia alterações na planificação dos trabalhos, que tal se ficara a dever a qualquer influência de José Mourinho. Normalmente tinham razão.
Riscado
Mas nem toda a gente valorizava a ação de José Mário na equipa. No final da temporada, em virtude de uma série de impedimentos na equipa, Mourinho Félix convocou-o para o jogo com o Sporting, em Alvalade, a 16 de maio de 1982, confronto que, em caso de vitória leonina, daria à equipa de Malcolm Allison, Oliveira, Manuel Fernandes e Jordão o título de campeã nacional.
Sem explicações, o presidente do Rio Ave, José Maria Pinho, riscou-o da lista. A situação foi embaraçosa, talvez um pouco menos do que o resultado daquele que se tornou o jogo do título: 7-1 para o Sporting. O último embate da época seria com o Belenenses que, em Vila do Conde, se despediu pela primeira vez do escalão principal. Apesar do notável 5.º lugar com o Rio Ave, pai e filho assinaram pelos azuis.
in Record
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