Na última tertúlia assistimos a um sururu por causa de uma versão mais triste do hino. Afirmo já que mim não me chocou nem ofendeu o que não significa que outros tenham a mesma opinião.
E sobre o hino gostaria de acrescentar 2 pontos como forma de esclarecimento:
Primeiro: o Rio Ave F.C. não tem hino oficial, tem é um hino oficioso e para o hino ser oficial terá que estar consagrado nos estatutos à semelhança dos símbolos e cores do Clube;
Segundo: o Filipe Fonseca não é o autor do hino, é sim o autor da música ou do arranjo musical. O padre Caeiro é o autor da letra (1959). No dia que quiserem consagrar a letra e música do hino e seus autores nos estatutos eu serei um dos que votará favoravelmente;
Desde que se respeite a letra e o Clube qualquer versão por mais lamechas ou roqueira que seja é sempre bem vinda. Não creio que uma versão mais triste do hino (oficioso), ainda para mais tocada pelo autor da música, seja ofensiva para nós.
Uma das coisas que mais que marcou a minha juventude foi ter falhado por minutos o directo da versão do João Grosso do hino Nacional e já agora, quantas versões o Munch fez do seu O Grito? Acho mais ofensivo aquilo que o nosso embaixador falou na Gala que prepara com o Filipe Fonseca um conjunto de hinos para animar as nossas bancadas sendo que um deles é uma versão de mau gosto de um hino de campanha autárquica. Isso sim, é que é ofensivo.
Dito isto fico à espera da prometida versão roqueira (mas não europeia ou inspirada na eurovisão) do nosso hino mas desde que seja da autoria de quem fez o arranjo musical para a letra escrita pelo padre Caeiro.
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