Como sócio e adepto habituei-me
desde sempre a avaliar da bancada o desempenho de jogadores, treinadores e
outros elementos que ao longo dos anos fizeram e fazem parte deste grandioso
Clube.
Recordo-me na minha juventude quando
coloquei a hipótese entre tentar a sorte nas camadas jovens ou continuar a
vibrar da bancada optei por esta última.
É portanto da bancada que gosto de
ver e avaliar aqueles que vestem a nossa camisola e não ligar muito aodiz que disse dos bastidores.
Entre coisas boas e menos boas
que já vivi neste clube destaco alguns episódios menos bons que de certa forma
marcaram-me negativamente como sócio e adepto. São episódios relacionados com
alguns jogadores que chegaram a carregar a braçadeira de capitão, que de forma
positiva marcaram para sempre este Clube mas a forma como terminaram a sua
relação como jogadores não é o melhor dos exemplos.
O primeiro foi o Duarte, após 13 épocas ao nosso
serviço, conhecendo apenas o nosso Clube como jogador, terminou a carreira, ou
foi dispensado, na época 1985/86. Acho que foi a primeira vez que senti-me
órfão de um jogador e lembro-me que na altura tive um sentimento de revolta
pois acreditava que o Duarte, como jogador, tinha ainda muito para dar ao nosso
Clube ou não tivesse ele feito 29 jogos na sua última época.
Regressou na época 1987/88 como
adjunto do “famigerado” Mário Juliatto.
(cont.)
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