Após
a reforma forçada do Carlos Brito em 1995/96, até à época 2008/09 o nosso Clube conheceu de “forma
intermitente” quatro capitães, Sérgio China, Gama, Niquinha e Peu. Ora agora ora
outro depois assim foi-se alternando o dono da braçadeira
Sempre
pensei que Gama fosse o herdeiro inequívoco mas coisas de balneário que da
bancada não são percetíveis levaram-nos a uma fartura de capitães mas que
sempre honraram o Clube e um desses foi o Niquinha que finalmente viu interrompida
a sua ligação de 12 épocas na época 2008/09.
Ainda
há coisa de um mês o Duarte assumiu numa tertúlia que sentiu orgulho quando via
o Niquinha entrar em campo com a (sua) camisola 5 e a braçadeira mas sobre ele escreveu certa vez o Bruno
Prata no Público que o “…Niquinha foi visto durante vários anos como o ‘capitão’ e líder do Rio Ave, mas a sua personalidade criava várias antipatias junto de muitos dos colegas e até de dirigentes...”.
Como
escrevi antes “como sócio e adepto habituei-me desde sempre a avaliar dabancada o desempenho de jogadores” e da bancada não tenho nada a apontar de negativo ao
Niquinha e foi por isso que a sua despedida de cá só pode envergonhar as duas
partes, principalmente quando se apanha por acaso um jogador que vestiu a nossa
camisola durante 12 anos a secar na secretaria por um papel para o subsídio de desemprego.
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