Os nossos vizinhos que não têm onde cair mortos senão nas instalações
de um dos seus patrocinadores, mas que mesmo assim sempre considerei como óptima
solução para serem nosso clube satélite ou equipa B, anteciparam-se e vão eles criar uma equipa B para competir na Divisão de Honra da A.F. Porto.
Com tantos jogadores emprestados na 2ª Liga e na ex 2ª B e com uma
excelente fornada que vai sair agora da nossa equipa de juniores não era já
tempo de termos nós pensado criar uma equipa B para jogar no novo Campeonato
Nacional de Seniores?
2 comentários:
Penso que pode ser muito positivo.
No entanto entendo que devemos dar outro nível de competição a alguns jogadores. Feliz, por exemplo, tem que ter outro nível de exigência.
No entanto, casos como o de Renato Santos também acontecem, casos em que os jogadores não jogam. Será altura de o Rio Ave fazer como os grandes: só paga (se é que paga) os ordenados caso os atletas joguem?
Estes são problemas que devem ser considerados.
Uma equipa nossa permite que sejamos nós a gerir quem joga e a garantir que jogam os nossos jogadores, mas têm custo. Em contra partida o nível de competição é menor.
Como uma discussão pede uma opinião aqui fica a minha: Se o Rio Ave considerar que tem capacidade financeira e que vai ter boas fornadas nas camadas jovens podemos avançar.
Mas no nível da 2 divisão temos conseguido sempre colocar os nossos atletas.
DS,
largando o lado humorístico (polacagem) e olhando apenas o lado mais sério (equipa B):
1 – a criação de uma equipa B significaria uma equipa A mais curta pois não precisaríamos de um plantel com 28 mais os emprestados;
2 – uma equipa A com 23 atletas e uma equipa B com cerca de 20 não andaria muito longe dos 30 e muitos atletas que actualmente fazem parte dos nossos quadros (equipa sénior; emprestados e juniores com contrato profissional);
3 – a inscrição de uma equipa B numa 2ª B ou 3ª divisão (que na próxima época vão ser fundidas no novo Campeonato Nacional de Seniores da FPF) pode não ter a visibilidade e rendimentos (direitos desportivos) de uma 2ª Liga mas tem um orçamento consideravelmente mais baixo;
4 – haveria sempre a possibilidade dos jogadores da equipa B fazerem jogos pela equipa A sempre que fosse preciso evitando entre outras coisas o facto de o Clube ir aos mercados em Janeiro ou de os jogadores não terem que cumprir as 72 horas caso participassem em provas organizadas pela Liga;
5 – os jogadores da equipa B saberiam sempre que em caso de subida da sua equipa B esta não seria inscrita nos campeonatos da LIGA na época seguinte (ainda não temos dinheiro para tal coisa).
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