Não vale a pena estar sempre a bater na mesma tecla, por
isso evitamos escrever algo antes e depois do jogo sobre o carácter do árbitro nomeado para o jogo de domingo passado.
Já se sabia que o regresso de Bruno Paixão ao nosso estádio
não traria boa coisa. A Federação até o poderia ter nomeado para um jogo da
taça contra uma equipa de escalão inferior pois caso fosse necessário sempre
seria mais fácil ultrapassarmos esse “obstáculo” mas contra uma equipa do mesmo
escalão e logo contra aquele tipo de gente, uma Direcção forte teria movido
montanhas para impedir que a nomeação de tal personagem fosse avante.
Uma Direcção forte teria também pedido na hora a demissão do
presidente do conselho de arbitragem e esse pedido seria depois reforçado se no
final do jogo se verificassem que o árbitro teve uma actuação danosa para o
nosso lado.
Assim, vão agora ter que defender o nosso treinador sem essas
“armas” do “nós bem que avisamos” ficando apenas com as “falhas” deste sujeito
durante a partida. (In)Felizmente que não faltaram como por exemplo a que ocorreu
na primeira parte com um jogador lampião quando simulado uma falta com o árbitro
a mandá-lo levantar e não o sancionar com o amarelo como fez com o Saulo há umas épocas quando o admoestou com dois amarelos no espaço de um minuto por pretensas simulações.
Para defesa do nosso treinador vai ser também necessário
juntar os “relatórios” aquando da sua última visita e do “descarrilamento emocional” do nosso treinador de então.
Já agora tentem descobrir o processo das duas agentes da PSP que acusaram este árbitro de exibicionismo.
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