A vitória foi fácil porque assim a tornamos, entrando de forma determinada e marcando logo aos 4´ por Kayembé. Antes disso já o poderíamos ter feito...aliás, foram várias as perdidas ao longo da primeira parte, inclusivé um penaltie ganho por Kizito, falhado por Guedes, em dia não. Kizito e Kayembé, bem apoiados por Krovinovic punham a cabeça dos defesas do Leixões em água. A réplica do Leixões era tão ténue que nem despertava interesse nas bancadas, mais parecia um jogo-treino. O intervalo chegou sem que antes o Rio Ave chegasse ao segundo por Tarantini, assistido num livre de Novais.
Na segunda parte mais do mesmo, um Rio Ave perdulário como foi exemplo o desperdício de Guedes(novamente), a dois metros da baliza, após ser assistido categóricamente por Krovinovic, atirou para fora, com a baliza escancarada.
O Rio Ave foi controlando o jogo, quando poderia ter ido à procura de outro resultado e facilitou a vida ao leixões. Entraram Yazalde, Bressan e Pedro Moreira, mas ao contrário do que se pensava o nosso jogo não melhorou. Numa prova em que os golos podem vir a fazer a diferença, complicamos no final, ao permitir que o adversário reduzisse. O resultado final não espelha minimamente a diferença entre as duas equipas.

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